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Polícia

Suspeito de estuprar idosa é preso em Poconé

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Assessoria | PJC-MT

Um homem acusado de estuprar uma idosa, de 61 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Judiciária Civil, no domingo (25.11), em Poconé (104 km ao Sul). Considerado foragido da Justiça, Anilton Ferreira da Silva, 27, conhecido como “Pechincha” tem várias passagens anteriores por crimes de roubo, estupro, homicídio e porte ilegal de arma de fogo.

Anilton Ferreira da Silva, de 27 anos, foi preso no domingo (25).

O estupro da idosa ocorreu na tarde de sexta-feira (23) em uma fazenda no baixo Pantanal. Após cometer o crime, o suspeito fugiu, entrando para a região de mata. Após tomadas as providências de praxe com a vítima, os policiais iniciaram as diligências em buscas do suspeito na região alagada do Pantanal.

Durante o trabalho ininterrupto, a equipe de investigadores da Delegacia de Poconé conseguiu localizar e prender o acusado no domingo (25). Contra o suspeito havia um mandado de prisão em aberto pelos crimes de roubo e estupro, ocorrido em dezembro de 2017, em Poconé.

Anilton possui ainda várias passagens anteriores por porte ilegal de arma de fogo e roubo e foi a júri popular a revelia de um homicídio que cometeu no ano de 2012, sendo condenado a quase 14 anos de prisão em regime fechado.

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Polícia

Jovem é executado a tiros em casa no bairro Residencial Barcelona

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O homicídio de um jovem de 19 anos, foi registrado na madrugada desta quinta-feira (12), por volta das 03h00, no Residencial Barcelona.

Segundo informações a vítima, Mayk da Silva Pereira , foi executado com quatro disparos na cabeça. Segundo a Polícia Civil, três homens encapuzados invadiram a casa, e  levaram a esposa aos fundos da casa e mataram Maik a tiros.

Foto: Tangará em Foco

Os suspeitos entraram no quintal da casa, pulando o muro. A esposa dele declarou a Polícia, ter ouvido quando entraram no quintal. Ela pensou a princípio que fossem policiais e ao abrir a porta se deparou com os homens que a ameaçaram matar. Eles teriam ido até o quarto onde Maik dormia, o acordaram perguntaram o nome dele o puxaram para fora e executando na sequência. Os suspeitos ainda saíram do local do crime, declarando pertencerem ao Comando Vermelho.

Conforme a polícia, é possível que o rapaz tenha envolvimento com alguma facção criminosa. Ninguém foi preso e equipes fazem diligências em busca de suspeitos.

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Polícia

Operação Polygonum cumpre cinco prisões contra envolvidos em fraudes ambientais

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Assessoria | PJC-MT

A quarta fase da operação Polygonum foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (12.12) pela Polícia Judiciária Civil,  no âmbito das investigações desenvolvidas pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o  Ministério Publico Estadual, com apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

São cumpridos cinco mandados de prisão preventiva contra pessoas envolvidas ativamente nas fraudes identificadas em procedimentos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, tendo como relator o desembargador Orlando de Almeida Perri.

A operação Polygonum  é originária de investigação que apura esquema no sistema de regularização e monitoramento de propriedades rurais e instrumentalizados no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Tipos de fraudes

Foram apuradas diversas formas de fraudes, sendo uma delas por deslocamento de polígonos. Nessa modalidade, por exemplo, o engenheiro contratado pelo proprietário apresenta informações falsas para o órgão ambiental, deslocando a localização do imóvel rural desmatado para local onde há cobertura florestal. Esse procedimento é feito no sistema da SEMA e a área se mostra com aparência de legalidade.

O órgão ambiental, cooptado, aprova o Cadastro. Estando tudo regular é possível expedir APF (Autorização Provisória de Funcionamento), indicando total regularidade ambiental. Com esse documento pode-se obter financiamentos em instituições bancárias, dispensa nos pagamentos de reposição florestal e anistias de multas por desmatamentos ilegais (que em áreas de floresta amazônica é de R$ 5.000,00 por hectare). Em um exemplo hipotético, uma fazenda que tenha desmatamentos de 200 hectares pode deixar de pagar, apenas a título de multas, R$ 1.000.000,00.

Leia mais:  Polícia Civil cumpre 28 mandados na 3ª fase da operação Polygonum

Outra modalidade é mediante o desmembramento de propriedades. Para o Código Florestal os imóveis com menos de 4 módulos fiscais em determinadas hipóteses não precisam reconstituir desmatamentos ilegais. Com isso, uma propriedade é subdividida em diversos imóveis menores para ficar dispensado de obrigações ambientais. A SEMA tem autorizado, por exemplo, que uma fazenda que possua várias matrículas tenha os Cadastros Ambientais individualizados para cada uma delas. Assim, caso o mesmo imóvel possua 10 matrículas poderá apresentar 10 Cadastros e cada um deles é analisado individualmente, recebendo benefícios que seriam destinados apenas aos pequenos produtores (como, por exemplo, não precisar de áreas florestadas no imóvel, ter diminuídas as áreas de preservação em beiras de rios, receber anistias etc.).

Com a fraude da fragmentação,  a grande propriedade é subdividida em diversos imóveis menores. Na prática é uma grande fazenda mas para a atual sistemática passam a ser diversos pequenos imóveis autônomos e independentes, nos quais os desmatamentos criminosos são legalizados ou se autorizam a abertura de novas áreas em locais não passíveis de exploração agropecuária.

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Polícia Civil cumpre 28 mandados na 3ª fase da operação Polygonum

MPMT e DEMA divulgam informações atualizadas sobre Operação Polygonum

 

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