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Com dados divergentes, Lúdio questiona quantos testes de covid-19 aguardam resultado no Lacen de MT

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Foto: Ronaldo Mazza

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) vai requerer à Secretaria de Estado de Saúde informações sobre o tamanho real da fila de testes RT-PCR para covid-19 no Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen). O boletim oficial da covid divulgado pelo estado na quarta-feira (29) informa que há 2.783 exames em análise no Lacen. Porém, um levantamento realizado pelo Conselho das Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems MT) mostrou uma fila quase seis vezes maior, com 11.831 testes ainda sem resultado.

“Vamos apresentar o requerimento na próxima sessão da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (4), para obtermos informações sobre a situação real da quantidade de testes represados no Lacen. Os números divulgados pelo estado no boletim da covid não batem com o levantamento feito pelo Cosems junto aos municípios. A realização de poucos testes, agravada pela demora nos resultados, pode mascarar os números da covid, o que prejudica a análise do cenário real da pandemia em Mato Grosso, dificultando o planejamento de ações”, afirmou Lúdio.

O presidente do Cosems, Marco Felipe, enviou um questionário aos secretários de Saúde dos municípios para que informassem quantos testes estão represados no Lacen. Ele disse que 121 municípios responderam e informaram um total de 11.831 exames na fila até o final da manhã de quinta-feira (30).

“Temos muita preocupação com a demora nos resultados dos testes, que muitas vezes levam duas semanas para ficarem prontos. Os municípios têm sofrido muita pressão por isso. O paciente que faz o exame precisa do resultado em tempo hábil. Mas muitas vezes o resultado só vem depois que já passou o período de quarentena. Além disso, o resultado dos testes impacta no grau de risco dos municípios e do estado. Há preocupação também que a classificação de risco esteja abaixo da realidade em muitos casos”, explicou Marco Felipe.

Parceria com universidades

Lúdio destacou a necessidade de ampliar a rede de laboratórios para aumentar a testagem em Mato Grosso e desafogar o Lacen, que está recebendo uma demanda muito alta de teste sem ter pessoal suficiente para atender rapidamente. “Sabemos que os trabalhadores do Lacen estão sobrecarregados e é urgente que o estado crie condições para ampliar a capacidade de testagem. Firmar parceria com as universidades públicas do estado, como IFMT, UFMT e Unemat, poderia tirar a sobrecarga do Lacen e permitir realização dos testes RT-PCR mais rapidamente e mais próximos de onde as pessoas vivem, de forma descentralizada”, disse o deputado.

A ampliação da testagem por meio do exame RT-PCR é uma das medidas recomendadas por Lúdio Cabral desde o início da pandemia. Essa recomendação e diversas outras estão na carta aberta enviada por Lúdio ao governador e autoridades do estado em junho. O deputado, que é médico sanitarista, vem cobrando também a realização de um inquérito de soroprevalência, com testes sorológicos, para ter dados mais precisos sobre o estágio da pandemia em Mato Grosso. Os dois tipos de testagem poderiam ser realizados em parceria com as universidades públicas do estado, a custo mais baixo. 

 

Fonte: ALMT

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Deputado assegura redução nos valores das licenças ambientais para segmentos produtivos

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Com o objetivo de reduzir os valores cobrados nas taxas para expedição de licença ambiental, em benefício de diversos segmentos produtivos em Mato Grosso, o deputado estadual Silvio Fávero esteve à frente da elaboração de quatro emendas na Lei nº11.179 de 2020, na condição de membro titular da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais da Assembleia Legislativa.

Na primeira emenda, voltada ao fortalecimento da bovinocultura e suinocultura, foi limitado em até 200 UPF/MT – Unidade Padrão Fiscal de Mato Grosso – os valores das taxas referentes às licenças produtivas destes dois segmentos que contribuem significativamente para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.

“No projeto original, os valores das taxas cobradas eram de até 300 UPF/MT. Apresentamos essa emenda para reduzir o impacto das taxas na produtividade destes dois importantes segmentos que são responsáveis pela geração de milhares de empregos e pela exportação de boa parte da carne produzida no nosso país. É preciso desonerar para garantir mais produtividade”, pontuou Silvio Fávero.

Na emenda modificativa 02, também foi limitado até 200 UPF/MT os valores das taxas referentes às licenças produtivas para o setor de aquicultura (destaque para psicultura) e avicultura (destaque para abate de frangos). Essa ação teve por objetivo reduzir o custo da produção e garantir maior viabilidade a estes segmentos produtivos, sendo que no projeto original as taxas estavam previstas para pagamento em até 300 UPF/MT.

Já na emenda 03, também por iniciativa do deputado Silvio Fávero, buscou-se fomentar as atividades energéticas impactando também positivamente na metodologia para cobranças das taxas para licenciamento ambiental, cadastro e regularizações ambientais, com destaque para as usinas hidrelétricas.

Na mesma Lei nº11.179/20, conta ainda a emenda 05 que atende a reivindicação da categoria de empresas que possuem frota com mais de 100 caminhões com nível de poluição definido como pequeno, buscando alterar a unidade de referência para cobrança de taxa de licença na classificação genérica para atividades não específicas enquadradas como “excepcional”.

“Podem parecer pequenos ajustes, mas no final das contas, na balança orçamentária dos diversos segmentos produtivos, fazem grande diferença, fomentando mais investimentos em produtividade e na geração de emprego e renda”, pontuou o parlamentar, articulador destas emendas na Comissão de Meio Ambiente.

 

Fonte: ALMT

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João Batista confirma projeto de agricultura em nova penitenciária de VG

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), em parceria com a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), lançou, no Dia do Agricultor (último dia 28), seu apoio ao projeto da oficina de hortifruti, que será instalada no novo complexo penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.

A iniciativa, que conta com mão de obra dos reeducandos, abrange uma área de 1800 m² e irá produzir diversos tipos de frutas e hortaliças folhosas. De acordo com o vice-presidente do sindicato que representa os servidores da Empaer, Gilmar Brunetto, o Gauchinho, a proposta inicial é capacitar os presos, dando a eles a oportunidade de obter uma nova fonte renda. “O preso que sair daqui terá a oportunidade de produzir e comercializar o seu produto, se não for para vendê-lo, que seja para o seu próprio consumo”, disse Gauchinho.

João Batista, que é policial penal de carreira, conta que os administradores das unidades fazem o seu melhor, mesmo quando não há resposta efetiva por parte Governo do Estado, fato que os leva a buscar outros tipos de parcerias. “A sorte é que podemos contar com segmentos como a Empaer, que fornece assistência e orientação aos nossos servidores, assim como a capacitação necessária para os presos”, disse o parlamentar.

O deputado disse ainda que irá buscar todos os recursos necessários dentro do parlamento, para que a unidade tenha a estrutura física de segurança adequada. “É preciso lembrar que o presídio ainda não possui um muro de contenção. Estou trabalhando para que os nossos policiais penais possam trabalhar com segurança, para isso, é necessário que o governador atenda as nossas demandas. Quero oferecer segurança para os nossos agentes e ocupação para os presos de Mato Grosso, para que assim eles possam contribuir com algo útil para a sociedade”, explicou.

Fonte: ALMT

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