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Saúde

Com 72 novos casos em 24h, COVID-19 volta a assustar Tangará da Serra

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Um monstro chamado COVID-19 volta a bater na porta da população, dos setor de Saúde e das autoridades de Tangará da Serra. Foram 72 casos registrados, confirmados por testes, em apenas 24 horas na cidade. Em 48 horas o número de casos se aproxima de 200.

Boletim epidemiológico divulgado na noite deste sábado, 08, mostra que o município possui 372 pacientes em isolamento domiciliar, 3 em UTI pública e 2 em enfermaria pública.

Na manhã deste domingo, 09, a UPA registrou novamente grande procura de pacientes por atendimento médico, a maioria com sintomas respiratórios, seja de COVID 19 ou influenza.

O quadro preocupante levou o Prefeito Vander Masson a reunir a equipe técnica da UPA e da Vigilância Epidemiológica para anunciar novas medidas para facilitar o atendimento da população e evitar aglomeração no Hospital Municipal. Ficou decidido que a partir desta segunda-feira, 10, 19 das 22 unidades de saúde da família dos bairros da cidade atenderão pela manhã exclusivamente pacientes com sintomas respiratórios. O protocolo será mantido por 2 semanas ou enquanto for necessário.

Óbitos

Tangará da Serra registrou 362 óbitos desde o início da pandemia. O último ocorreu no dia 04 de janeiro, última terça-feira, depois que a cidade ficou quase 1 mês sem novos óbitos.

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Saúde

Em 24h, Brasil registra 228.954 casos e 672 mortes por covid-19

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  Brasil vive surto da variante ômicron da covid-19
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Brasil vive surto da variante ômicron da covid-19

O Brasil registrou 228.954 novos casos de covid-19 desde ontem. Ao todo, o país já soma 24.764.838 diagnósticos positivos para a doença, e as estatísticas não param de subir em razão da variante Ômicron.

No período, foram 672 mortes, totalizando 625.085 desde o início da pandemia. Por problemas técnicos, o Mato Grosso não reportou os dados do dia. Foram considerados pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), portanto, os números de ontem.

A média móvel de mortes fechou o dia 168.514, em alta, e a de óbitos em 411. A conta leva em consideração os registros dos últimos sete dias.

Mais cedo, o ministro da Saúde admitiu que o Sistema Único de Saúde já sente os efeitos da explosão de casos. Em sete estados, a lotação está acima de 80% e em crescimento.

“Pressão sobre o sistema de saúde já ocorre. Pelo menos uma dezena de estados já tem os leitos UTI ocupados em percentual superior a 70%. Porém, no início da pandemia, o número de leitos de UTI era em torno de 22 mil e, hoje, nós temos condições de ampliar”, afirmou o ministro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Queiroga se esquiva da revogação de nota técnica que defende Kit Covid

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

Os conselhos nacionais dos Secretários de Saúde (Conass) e das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) entregaram ofício ao  Ministério da Saúde nesta quinta-feira (27) que solicita a revogação de uma nota técnica da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde que inicialmente indicava medicamentos do chamado kit covid.

nota técnica havia sido assinada pelo secretário de Ciência e Tecnologia da Saúde, Hélio Angotti Neto, e tinha informações divergentes das contidas no relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

O relatório do Conitec aponta a inexistência de evidências que validem o uso da ivermectina, da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.“As Diretrizes Brasileiras para Tratamento do Paciente com Covid-19 (hospitalar e ambulatorial) precisam ser adotadas com urgência pelo Ministério da Saúde, e empregadas pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) para orientar profissionais e organizar os serviços de acordo com as melhores práticas e tratamentos, com base no melhor conhecimento científico em benefício da saúde da população brasileira”, destaca o ofício.

O ofício foi apresentado na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), da qual participam as representações das secretarias estaduais e municipais juntamente com o Ministério da Saúde. Na reunião, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que só poderia revogar a nota em caso de “flagrante ilegalidade” e que a decisão cabe a Angotti.

“Quem decide se vai haver incorporação de tecnologia, atendendo a critérios de segurança e eficácia, é o Secretário de Ciência e Tecnologia. Naturalmente que as decisões no setor público têm que ser fundamentadas. Todas as decisões podem sofrer contestações, que são encaminhadas ao autor da decisão. Cabe recurso ao ministro de Estado. Havendo recurso, ele será avaliado por esse ministro”, disse o ministro.

O ministro informou que serão avaliados o juízo de admissibilidade e o mérito da questão. “Motivarei a minha decisão dentro da lei e do conhecimento científico”, informou. O relatório da Conitec, datado de novembro de 2021, conclui que não há medicamentos específicos para tratamento de pacientes ambulatoriais com covid-19.

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“Nenhuma das tecnologias de saúde avaliadas foi indicada para uso de rotina no tratamento ambulatorial do paciente com suspeita ou diagnóstico de covid-19”, afirma o texto.

O documento argumenta que as evidências não mostram benefício clínico da cloroquina e da hidroxicloroquina em casos de covid-19. O relatório também pontua que não há evidências suficientes para recomendar o uso de ivermectina, budesonida, colchicina, corticosteróide sistêmico e nitazoxanida.

Na nota técnica, o secretário Hélio Angotti Neto apontou razões para a decisão, entre as quais a incerteza do cenário científico diante de uma doença desconhecida, a utilização de medicamentos fora da bula (prática chamada de off label) durante a pandemia, o respeito à autonomia profissional, a seleção restritiva de estudos destinados à tomada de decisão e análise dos fármacos “de forma isolada ou em combinação simples”.

Uma nova versão da nota recuou em questões pontuais, como em uma tabela que questionava a eficácia de vacinas contra a covid-19, mas manteve argumentos em defesa de medicamentos do kit covid, como a hidroxicloroquina. O Conselho Nacional de Saúde (CNS), membro da Conitec, também criticou a nota.

“O CNS vem a público defender a integridade da Conitec, a reputação e a idoneidade de seus membros, e a transparência e o rigor técnico de suas decisões contra os ataques que, motivados por interesses obscuros e ideias retrógradas, põem em risco essa grande conquista da saúde no Brasil.”

Fonte: IG SAÚDE

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