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Com 541 mortes em 24 horas, Brasil tem 94 mil óbitos por Covid-19

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida

O CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) atualizou neste domingo (02) os dados da  Covid-19  no Brasil. O país registrou 541 mortes em 24 horas motivadas pela doença. O total agora é de 94.104. A taxa de letalidade se manteve em 3,4 %.

Nas últimas 24 horas, foram contabilizados 25,8 mil novos casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), totalizando 2,7 milhões de infectados. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença

Últimos dias

Na noite de ontem (01), o Ministério da Saúde registrou 1.088 mortes em 24 horas motivadas pela doença. Também foram registrados 45,3 mil novos casos.

Fonte: IG SAÚDE

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Com 541 mortes em 24 horas, Brasil tem 94 mil óbitos por Covid-19

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida

O Ministério da Saúde atualizou nesta terça-feira (21) os dados da  Covid-19  no Brasil. O país registrou 541 mortes em 24 horas motivadas pela doença. O total agora é de 94.104. A taxa de letalidade se manteve em 3,4 %.

Nas últimas 24 horas, a pasta contabilizou ainda 25,8 mil novos casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), totalizando 2,7 milhões de infectados. 

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença

Últimos dias

Na noite de ontem (01), o Ministério da Saúde registrou 1.088 mortes em 24 horas motivadas pela doença. Também foram registrados 45,3 mil novos casos.

Fonte: IG SAÚDE

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Pesquisa quer voluntários para saber relação entre genética e Covid-19

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Agência Brasil

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Michael Appleton/Mayoral Photography Office

Pesquisa ocorre em diversas partes do Brasil

Pesquisadores de um projeto envolvendo diversas universidades do Brasil e de outros países abriram um chamado para a participação de voluntários em um estudo que visa entender o impacto da condição genética dos indivíduos sobre a evolução da infecção pelo  novo coronavírus (Sars-Cov-2).

A iniciativa, denominada “Determinantes Genéticos e Biomarcadores Genômicos de Riscos em Pacientes com Infecções por Coronavírus”, abrange a Universidade de Brasília (Unb), as universidades federais do Pará e do Rio Grande do Norte, além de instituições na Espanha, em Portugal e em outros países da América Latina. O intuito é analisar até 2 mil amostras nos próximos meses.

Os pesquisadores querem saber por que a Covid-19 se manifesta de forma diferente nos pacientes. Há tanto pessoas assintomáticas quanto com sintomas. Mesmo os sintomas são distintos de um paciente para outro, há exemplos de febre e tosse a falta de paladar ou olfato. Além disso, a evolução do quadro é também diferenciada a depender dos casos.

Os interessados devem entrar em contato com a equipe de pesquisa. Para isso, foi disponibilizado um número de telefone por meio do qual podem ser enviado mensagens de WhsatsApp: (61) 99156-3973.

Os acadêmicos visam testar a hipótese se há alguma relação dessas variadas manifestações com as condições genéticas dos pacientes. Eles querem entender se os genes ou grupos de genes poderiam influir tanto na evolução rápida do quadro quanto da resiliência dos pacientes diante da infecção.

“Nosso objetivo é localização de regiões genômicas ou genes que sejam relacionados com predisposição ou a resistência à Covid-19. E com isso permitir que seja feita uma triagem dos pacientes no futuro que permita ter de antemão uma perspectiva de como será a evolução do quadro clínico de um paciente”, explica a professora do Laboratório de Genética Humana do Instituto de Ciências Biológicas da UnB e uma das integrantes da equipe, Silviene de Oliveira.

Com isso, Silviene disse que seria possível avaliar previamente perspectivas de melhora ou de piora dos quadros em função do perfil genético dos pacientes. “De posse desses perfis genéticos seria possível manejar e fazer estimativa populacional de onde será preciso demandar maior número de leitos”, disse.

Os voluntários convidados a participar do estudo precisam estar infectados com o novo coronavírus ou já terem tido a Covid-19. Essa condição precisa ser comprovada com exames laboratoriais do tipo PCR.

“A previsão é que no 2º semestre a gente já tenha os primeiros resultados. Neste momento as amostras de Espanha e Portugal já estão sendo analisadas. Nos meses de agosto e setembro, amostras da América Latina serão avaliadas. Até o fim do ano, a gente pode ter alguma novidade desta empreitada”, disse Silviene.

Fonte: IG SAÚDE

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