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COE resgata três turistas que se perderam em trilha na Serra do Mar, em SP

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A “Trilha do Cemitério” na região de Paranapiacaba, na Grande São Paulo, é um local muito procurado por turistas para visita em suas cachoeiras. Apesar de muito encantadores, os rios podem ser muito perigosos também. O COE (Comandos e Operações Especiais) opera para que ninguém seja surpreendido nessas matas.

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Equipe do COE com os jovens resgatados
Divulgação/COE
Equipe do COE com os jovens resgatados

No último feriado, dois grupos entraram na mata para fazer a trilha. Um deles com três jovens aventureiros, sem nenhum conhecimento da região, sem mapas e GPS. O outro com Policiais do COE
, a elite da PM paulista, com todo treinamento e conhecimento para operações em selva.

As histórias dos dois grupos começam a se misturar durante a noite de sexta-feira (16), mais precisamente às 20h.  “Caiu um chamado de resgate de três pessoas perdidas no COPOM. Rapidamente montamos nosso equipamento e fomos para Cubatão. Chegamos no local de entrada da mata por volta de 23h50 e em dez minutos iniciamos a nossa caminhada pela trilha do cemitério, como o pessoal costuma chamar ali”, diz o Sargento Jaex.

Antes de chegar até a mata, o Policial já havia feito um primeiro contato com uma das três pessoas que estavam perdidas na trilha. “O COPOM passou o telefone e eu liguei. Pedi para que ficassem parados, montassem a pequena barraca que tinham e também que me passassem a localização através do WhatsApp”, continua o PM
.

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Os jovens tinham entrado às 10h da manhã andaram durante horas até assumirem que estavam realmente perdidos. “Eles encontraram um outro grupo durante a caminhada, esse outro pessoal falou que eles podiam sair da trilha e ir seguindo o leito do rio. Nesse percurso, uma das jovens caiu e bateu as costas e não conseguia andar mais e outra machucou o joelho”, diz o Sargento Jaex.

Os Policiais
 andaram 3h durante a madrugada até que chegaram ao ponto onde os três estavam abrigados. Porém, a forte chuva impossibilitava a travessia dos PMs pelo rio até o local onde as vítimas se abrigavam. “Eu tive que ligar para o rapaz e dizer que voltaria até a entrada da mata, onde iria pedir o auxílio do Águia. Foram mais 4h para voltar até a base”, revela o PM.

Diante do cenário complicado, os PMs do COE solicitaram o Grupamento Aéreo da PM. “Eu chamei o Águia às 8h da manhã e em apenas 10 minutos eles já estavam lá. Com auxílio do guincho nos resgatamos primeiro a jovem que estava com problemas nas costas e em um segundo voo os outros dois. Eles nos agradeceram e até se espantaram com a nossa presença, acharam até que era o Exército”, finaliza o Sargento Jaex.


Grupamento Aéreo deu suporte ao resgate realizado pelo COE
Divulgação/COE
Grupamento Aéreo deu suporte ao resgate realizado pelo COE

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Vale lembrar que mesmo com a presença e eficiência dos PMs do COE
, os turistas não devem entrar na mata sem conhecer o local para onde estão indo. É sempre aconselhavel que informe para onde estão indo e que tenham a presença de alguém que conhece a região explorada.

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PSDB livra Aécio Neves e desafetos de Doria de processo de expulsão do partido

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Representação que pede a expulsão de Aécio Neves do PSDB foi arquivada pela direção nacional do partido
Arquivo/Agência Brasil
Representação que pede a expulsão de Aécio Neves do PSDB foi arquivada pela direção nacional do partido

A direção executiva nacional do PSDB decidiu arquivar sumariamente todos os processos que pedem a expulsão de filiados por suposta “infidelidade partidária”. A medida beneficia o  hoje deputado federal Aécio Neves (MG)
e desafetos do governador de São Paulo, João Doria.

A decisão foi tomada durante reunião realizada – sem alarde – nessa quarta-feira (20), sob a regência do presidente do PSDB
, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.


Em relação a Aécio
, o pedido de expulsão foi  protocolado pelo deputado Wherles Rocha (AC)
em dezembro do ano passado. O tucano acusou o correligionário de ter incorrido em quebra de decoro parlamentar em razão de episódios envolvendo suposto pagamento de propina por parte do empresário Joesley Batista, do J&F, alvos de investigações pela Polícia Federal.

A executiva do PSDB rechaçou a representação sem ao menos encaminhar o caso ao Conselho de Ética
 interno, considerando que o estatuto do partido prevê punição apenas quando um filiado é condenado em última instância. Alas do partido, no entanto, compreendem que o texto deve vir a ser atualizado, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) passou a entender que condenados na segunda instância já podem ser presos.

As representações por “infidelidade partidária” referentes a desafetos de João Doria
decorrem de suposto apoio de tucanos ao ex-governador Márcio França (PSB), adversário de Doria no segundo turno das eleições em São Paulo no ano passado. Aliados de Doria acusaram o ex-governador Alberto Goldman o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, e o ex-secretário Saulo de Castro de terem boicotado a campanha do ex-prefeito.

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O arquivamento dos processos desagrada ao grupo liderado por Doria no ninho tucano. O partido, que busca se reinventar após o fraco desempenho de Alckmin nas eleições presidenciais de 2018, tem sido cobrado a punir integrantes de seus quadros para transmitir mensagem de combatividade ao eleitorado.

Além das suspeitas que cercam Aécio, o PSDB
também teve a imagem fragilizada ao longo do último ano por episódios envolvendo três ex-governadores tucanos. No Paraná, Beto Richa já é réu em duas ações da Operação Lava Jato e chegou a ser preso por conta de suspeitas de corrupção. O mesmo aconteceu em Goiás, com Marconi Perillo,  preso por suspeita de caixa dois
logo após as eleições de outubro. Por fim, em Minas Gerais, o ex-presidente nacional do partido Eduardo Azeredo foi preso, em maio do ano passado
, após condenação no chamado ‘mensalão tucano’.

Fonte: IG Nacional
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Vale fecha acordo com moradores atingidos por rompimento de barragem

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Rompimento da barragem em Brumadinho está perto de completar um mês e 139 pessoas seguem desaparecidas
Isac Nóbrega/PR
Rompimento da barragem em Brumadinho está perto de completar um mês e 139 pessoas seguem desaparecidas

Nesta quarta-feira (20), a mineradora Vale, representantes dos atingidos por barragens e a Justiça fecharam um acordo para o pagamento de R$ 1 mil por adulto e R$ 300 por adolescente ou criança de Brumadinho. O acordo é válido para os moradores da região por um ano.

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O Termo de Acordo Preliminar (TAP) também contempla moradores das margens do Rio Paraopeba, entre Brumadinho
e a Hidrelétrica Retiro Baixo, no Centro-Oeste de Minas Gerais.

Além da Vale e representantes dos atingidos, participaram da audiência no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) na qual foi fechado o acordo a Advocacia Geral do Estado de Minas Gerais, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU).

Esta foi a quarta audiência entre representantes do poder público e a Vale
. Uma próxima reunião está marcada para o dia 7 de março, quando serão tratadas questões que ainda não foram atendidas neste acordo.

De acordo com o diretor jurídico da Vale, Alexandre D’Ambrósio, os pontos acordados no termo foram os emergenciais e mais urgentes. Ele garantiu que as conversas não foram encerradas e disse que espera agora começar a construir um acordo definitivo.

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“Conseguimos construir um acordo emergencial, que representa um avanço bastante grande para a reparação. Trata-se de um acordo sem precedentes, que reforça a colaboração ativa entre a Vale e as autoridades”, afirmou Alex D’Ambrosio.

A partir de agora, os atingidos serão cadastrados por uma empresa que ainda será contratada. O acordo prevê também a contratação de uma assessoria independente que auxilie os atingidos a negociar suas indenizações individuais. Esta assessoria também vai negociar o reembolso ou custeio das despesas do Estado de Minas Gerais
com despesas de transporte, alojamento e alimentação dos servidores envolvidos nos trabalhos de resgate e ações emergenciais na área atingida.

Desde o rompimento da barragem da Vale no Córrego do Feijão, que  matou pelo menos 171 pessoas
em Brumadinho
, já foram realizados cinco  processos de evacuação
abaixo de outras oito barragens de rejeitos no estado.

Fonte: IG Nacional
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