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Economia

Coca-Cola lança novo “sabor pixels” nos EUA; conheça

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Coca-Cola Byte
Divulgação

Coca-Cola Byte

Após lançar o sabor “starlight”, inspirado na “luz das estrelas”, a Coca-Cola anunciou um novo sabor “pixel”. A Coca-Cola Zero Sugar Byte promete “elementos brilhantes no início e refrescante no final”. A informação foi divulgada pela CNN Brasil.

“A Coca-Cola Zero Sugar Byte torna tangível o sabor intangível do pixel”, disse Oana Vlad, diretora sênior de estratégia da Coca-Cola à emissora.

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É “o sabor da Coca-Cola que você conhece e ama com elementos brilhantes no início e refrescante no final”, completou. 

A inovação faz parte da divisão “Coca-Cola Creations” da empresa, que tem focado em abandonar bebidas desatualizadas e criar novas para comercialização. 

A ideia é estimular a curiosidade nos consumidores e, segundo executivos, a recepção tem sido boa. 

“Nossos fãs estão intrigados – eles adoram a novidade lúdica”, acrescentou ela. “A natureza abstrata das descrições de sabor oferece uma oportunidade para debate e discussão.”

A Starlight foi apresentada em um show da estrela pop Ava Max, já a “Byte” apelou para os gamers aparecendo no jogo Fortnite. A ilha, batizada de Pixel Point, foi criada pela Coca-Cola e seu parceiro PWR, que cria experiências virtuais dentro do Fortnite. 

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Na ilha, o usuário pode jogar diferentes jogos, incluindo um que ocorre dentro de uma garrafa de Coca-Cola. 

Ao comprar o produto, os clientes poderão jogar um jogo de realidade aumentada digitalizando o rótulo pixelado com seus telefones.

O produto será lançado no dia 2 de maio, nos Estados Unidos, e custará cerca de US$ 15 mais frete.

“Byte” estará disponível para venda em alguns países da América Latina na segunda-feira e na China em 23 de maio.


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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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