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Governo

Cerca de 18 mil pessoas de Mato Grosso podem perder benefícios do governo federal

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Cerca de 18 mil mato-grossenses inseridos no Benefício de Prestação Continuada (BPC) ainda não fizeram a inscrição no Cadastro Único (CAD Único). O número consta no levantamento do Governo Federal divulgado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

Foto:Setas-MT

Os beneficiários devem ficar atentos para a data limite para cadastramento, conforme Portaria n° 631. de 09 de abril de 2019. O registro é obrigatório, por isso a falta dele pode causar a suspensão do benefício.O novo cronograma divide os beneficiários não cadastrados por mês de aniversário, estabelecendo os períodos para envio de notificações e repercussões sobre os benefícios. (Confira no final do texto o novo cronograma).

A inserção no cadastro é fundamental para manutenção do BPC e identificará a realidade socioeconômica dos beneficiários. Com isso, será possível apontar as demandas desse público, para a inclusão nos serviços socioassistenciais e em outras políticas públicas.A coordenadora de Gestão de Benefícios Socioassistencias, Luciene Alves Côrrea, explica que em Mato Grosso a suspensão do benefício das pessoas que ainda precisam ser incluídas no CadÚnico gera um impacto não só para os beneficiários, mas para a economia local.

“A Superintendência de Benefícios, Programas e Projetos Socioassistencias, tem se empenhado a ofertar apoio técnico com orientações para que todos os municípios sejam incluídos no programa e não tenham seus benefícios suspensos”, ressaltou.

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Para se inscrever basta procurar o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência. Todos os municípios de Mato Grosso possuem o centro. Confira o relatório completo.


 

 

Fonte:Setasc-MT

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BemRural

Mato Grosso quer verticalizar produção de algodão e aumentar competitividade

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A produção de algodão em Mato Grosso foi de 1,8 milhão de toneladas na safra 2017/18, o que significa 70% do total produzido no país. O estado está em primeiro lugar no ranking nacional e exporta principalmente para a China e Índia. Tanta matéria prima desperta o interesse de investidores de todo o segmento têxtil brasileiro.

Vice-governador Otaviano Pivetta e secretário de Desenvolvimento Econômico discutem sobre industrialização – Foto por: Sedec-MT

Mato Grosso está em processo de verticalização econômica. A indústria têxtil e de confecções pode ser uma das apostas para este processo, pois usa o algodão como matéria prima para a sua cadeia produtiva.

“O Estado tem interesse em incentivar a industrialização e pode criar condições para a verticalização de cadeias produtivas.”, disse o vice-governador, Otaviano Pivetta.

“A integração do agronegócio e da indústria têxtil será fundamental para aumentar a competitividade da cadeia produtiva brasileira de têxteis e vestuário e garantir seu sucesso frente aos desafios globais”, disse o presidente da Cedro Têxtil,  Marco Antônio Branquinho Junior, que participou de uma reunião à convite da vice-governadoria do Estado nesta sexta-feira (13.09), com o objetivo de apresentar um panorama da indústria têxtil brasileira com seus principais desafios e oportunidades.

“O Brasil tem um dos maiores mercados consumidores do mundo e mais de 90% da produção têxtil nacional é consumida no próprio país. Temos cerca de 27 mil industrias entre fiações, tecelagens, malharias e confecções. A grande concentração da mão-de-obra está nas confecções, que em média, tem em torno de 50 empregados”, explicou o executivo que está na presidência da empresa desde 2014.

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A Cedro Têxtil produz anualmente cerca de 75 milhões de metros de tecidos e consome aproximadamente 30 mil toneladas de algodão por ano. A ideia é que se potencialize a industrialização na Baixada Cuiabana. Para o secretário César Miranda, Mato Grosso está em processo de verticalização econômica e há espaço para investidores apostarem na região.

“Está na hora de aproximarmos os elos das várias cadeias produtivas em que podemos atuar. Junto com a industrialização vem a qualificação de mão de obra e melhorias indiretas para o município e região onde são instaladas as indústrias”, afirmou. O secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio, Walter Valverde, também participou da reunião.


 

 

Fonte: Thielli Bairros | Sedec-MT

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Brasil

Carteiros decidem nesta terça-feira se entrarão em greve

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Os funcionários dos Correios devem decidir, em assembleia  nesta terça-feira (10), se entram em greve nos próximos dias. A paralisação deve atingir todo o País, caso a categoria não seja atendida.

Foto: Agência Brasil

O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba (Sintect), declarou que não foi feito reajuste salarial, assim como também não foram feitos nos benefícios.  Na tentativa de aprovar o novo Acordo Coletivo, representantes dos trabalhadores dos Correios estão desde o início de julho participando de reuniões com a ECT. Mas de acordo com o sindicato, a empresa só apresentou propostas de retirada de direitos e reajuste de 0,8%, bem abaixo do índice da inflação, como a modificação de 45 cláusulas referentes a benefícios, ajustes salariais e horas extras.

A categoria reivindica, além da reposição da inflação do período (3,62%), a manutenção dos direitos conquistados; a revisão das mensalidades do plano de saúde; e a não privatização dos Correios.


 

 

 

 

 

Com informações do Portal R7. 

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