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CEPEA: Não tratamento da ferrugem asiática na soja pode elevar preço do óleo ao consumidor em 10,6%

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Cepea, 10/07/2019 – O não tratamento da ferrugem asiática pode resultar em queda de 30% na produção da oleaginosa. Essa redução na oferta, por sua vez, pode causar uma elevação nos preços da soja em grão de aproximadamente 22,9% e os valores do óleo de soja ao consumidor responderiam com aumento de 10,6%. 

 

Esses são resultados da última parte do trabalho realizado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que mensurou os impactos econômicos da incidência de pragas e doenças nas culturas de soja, milho e algodão (veja aqui as Parte 1 e Parte 2).

 

No caso do leite, segundo produto mais sensível a choques nos preços da soja, os valores ao consumidor poderiam subir até 4%; os da margarina, 3,1%; os do frango, 2,8%; os dos ovos, 2,6%; os da carne suína, 1,4%, e os da carne bovina, de 1,1%.  

 

Esses dados evidenciam que a ausência de controle das pragas e doenças nos cultivos agrícolas teria como impacto direto o comprometimento das safras. Consequentemente, efeitos seriam observados sobre o abastecimento interno e sobre os preços dos produtos agrícolas e de seus derivados. Preços de produtos de origem animal, cuja ração também pode conter a soja, igualmente sentiriam impactos. 

 

Nesse sentido, os aumentos dos preços da matéria-prima seriam repassados aos produtos finais no varejo, como carnes, farinhas, óleos vegetais, etc., afetando toda a população, especialmente a camada mais pobre. A transmissão do aumento de preços a esses produtos finais é contabilizada nos índices de inflação. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação do Governo Federal. 

 

Outras informações sobre o Estudo Especial sobre Mensuração econômica da incidência de pragas e doenças no Brasil aqui e por meio da Comunicação Cepea, com os professores Geraldo Barros e Silvia Miranda: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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Publicada relação de produtos da agricultura familiar com bônus em agosto

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Açaí – iStock/Mapa

A relação dos produtos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) com direito ao desconto em agosto nas operações de crédito nas instituições financeiras já está disponível.  A lista com os produtos e os estados contemplados tem validade de 10 de agosto a 9 de setembro deste ano, conforme a Portaria nº 27, da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Os produtos com bônus são: açaí, banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, castanha de caju, feijão caupi, maracujá, mel de abelha e raiz de mandioca.

Para os agricultores que têm operações de investimento sem um produto principal, que é a fonte de renda para pagamento do financiamento, há o bônus da cesta de produtos. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma composição dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho.

Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

O recebimento de bônus do PGPAF ocorre quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa.

Para mais informações entre em contato com a equipe técnica pelos endereços eletrônicos: [email protected] ou [email protected].

 

Informações à imprensa
Inez De Podestà
[email protected] 

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O Boletim do Suíno de julho está disponível em nosso site!

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Cepea, 07/08/2020 – Nesta edição, confira:

 

Mercado em julho
Os valores do suíno vivo iniciaram um movimento de recuperação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea em julho. As altas nas cotações foram intensificadas pela baixa oferta de animais em peso ideal para abate. Leia mais.

 

Preços e exportações
Após registrar recorde em maio, os embarques de carne suína in natura, atingiram, em julho, o segundo maior volume de toda a série histórica da Secex, iniciada em 1997. No último mês, o Brasil exportou 90,2 mil toneladas de carne suína, apenas 500 toneladas a menos do que em maio. Leia mais.

 

Relação de troca e insumos
Em julho, os preços do suíno vivo atingiram as máximas nominais da série do Cepea em todas as regiões acompanhadas – em algumas praças, os valores também registraram recordes reais. Assim, ao longo do mês, o poder de compra de produtores frente aos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, aumentou. Leia mais.

Carnes concorrentes
Assim como a carne suína, as duas principais substitutas, a bovina e de frango, se valorizaram em julho. No entanto, a forte elevação nos preços do suíno vivo, que tem impulsionado as cotações de todo o setor, fez com que a alta no valor da carcaça suína superasse a das concorrentes. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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