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Cidades

Casos de dengue aumentam 2.250 % em Tapurah

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Segundo o último Boletim Epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde de Tapurah, houve um número alarmante de casos de dengue, zika e chikungunya no primeiro quadrimestre do ano. De janeiro a abril de 2019 foram registrados apenas 19 casos, já em 2020 no mesmo período foram 446 casos registrados ou seja um aumento de 2.250%.

O Secretário de Saúde, Marco Felipe, diz que prevenir é a melhor forma de combate à dengue. Medidas simples, como não deixar expostos materiais que possam acumular água ajudam toda a vizinhança. “As pessoas devem estar atentas aos sintomas da dengue: febre, náuseas, vômitos, vermelhidão ou manchas pelo corpo, dores na cabeça, atrás dos olhos ou no corpo. Se sentir isso, procure sua Unidade Básica de Saúde e siga as orientações, beba bastante líquidos, repouse, e não tome remédios sem prescrição médica”.

Levantamento do Setor de Controle de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde de Tapurah apontou que 84% dos focos do mosquito da dengue encontrados pelas equipes de saúde estavam em residências. Quase 1.300 focos positivos do Aedes aegypti dentro da cidade.

O risco agora é que aumente o número de casos graves, por isso é preciso combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti.  A melhor forma de prevenção da dengue e das outras doenças transmitidas pela picada do Aedes, é evitar a proliferação do mosquito, eliminando água armazenada em pontos que podem se tornar possíveis criadouros. Calhas, vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas e até recipientes pequenos, como tampinhas, podem conter larvas do mosquito. É preciso substituir a água dos pratos dos vasos de planta por areia, deixar a caixa d´água tampada e cobrir todos os grandes reservatórios de água, como as piscinas.

Os principais sintomas da dengue são febre alta (acima de 38,5ºC), dores musculares intensas, dor nos olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. A infecção pode ser sem sintomas, leve ou grave. Se for grave, a doença pode provocar perda de peso, náuseas e vômitos. O paciente com dengue precisa fazer repouso, ingerir bastante líquido (água) e não tomar medicamentos sem indicação médica.

Fonte: AMM

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Vereadores denunciam no MP inutilização de UTIS em Tangará da Serra

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Os vereadores Wilson Verta (PSDB), presidente da Comissão de Saúde, Assistência Social, Cidadania e Direitos Humanos da Câmara Municipal de Tangará da Serra; Vagner Constantino (PSDB), vice-presidente da Câmara Municipal de Tangará da Serra; e Claudinho Frare (Republicanos) protocolaram no Ministério Público do Estado de Mato Grosso, na Primeira Promotoria de Justiça de Tangará da Serra, denúncia contra Executivo Municipal quanto ao funcionamento das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) disponíveis para atendimento exclusivo de pacientes acometidos pelo novo coronavírus (Covid-19) no Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito.

“Estamos preocupados com a calamitosa situação vivenciada, vez que a estrutura da Saúde Pública Municipal, está à beira do colapso. Isso porque o Prefeito Municipal vem comunicando exaustivamente em suas Redes Sociais que existem leitos de UTI no Hospital Municipal de Tangará da Serra”, frisaram os parlamentares ao promotor Thiago Scarpellini Vieira, que, em visita a unidade nesta sexta-feira, 29, constataram que as unidades não estão em funcionamento.

(…) A situação ocasiona para a sociedade como um todo risco à saúde e à integridade física da população tangaraense, pois expõe a população ao agravamento dos quadros clínicos das pessoas contaminadas pela Covid-19, pandemia que está sendo avassaladora em muitos países pelo mundo, e sendo essa realidade vivida e duramente sentida também neste Município de Tangará da Serra, requerendo-se desde já que o Ilustre Doutor Promotor tome as medidas cabíveis”.

Os vereadores ainda denunciaram a falta de insumos e equipamentos que nas unidades, assim como a falta de profissionais. “Não podemos deixar ainda de destacar a fragilidade que a Saúde Pública de Tangará da Serra apresenta, e está sendo alertada pelos Edis. Imprescindível ressaltar ainda que na condição de vereadores, possuímos o múnus público de fiscalizar o Poder Executivo Municipal, e a referida denúncia é trazida para apuração da realidade e para que Vossa Excelência se digne a tomar com urgência uma providência a fim de evitar que o colapso venha a ocorrer”.

Outro lado – Sobre o funcionamento das UTIs no Hospital Municipal em Tangará da Serra, procuramos o secretário de Saúde Sérgio Schefer e a Assessoria de Imprensa do município, porém não obtivemos respostas.

 

 

Fonte:DiáriodaSerra

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Vereadores aprovam revisão dos salários (RGA) do Executivo e Legislativo de Nova Olímpia

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Os vereadores de Nova Olímpia aprovaram em sessão ordinária realizada na última quarta-feira (27),  dois Projetos de Lei (PL) que tratam sobre a Revisão Geral Anual (RGA), dos servidores públicos do Executivo e Legislativo Municipal, referente ao exercício de 2020.

A medida permite a reposição da perda salarial decorrente da inflação dos últimos 12 meses, em conformidade com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que foi de 4,30%. O PL n. 004/2020, aprova o índice de 2.3% para os servidores do Executivo. A proposta do prefeito Ze Elpidio (PSD) foi de reposição inflacionáriacom ganho real, para o próprio cargo, o de vice e secretários municipais. O Projeto de Resolução de autoria da Mesa Diretora, PL n.003/2020, dispõe a reposição dos mesmos 2.3% na remuneração dos vereadores.

O salário de cada um dos nove vereadores é de R$ 7.775,93 com o reajuste (R$118,12), sobe para R$ 7.894,05. O salário do prefeito é de R$ 15.551,85 passando para R$ 15.916,20 (+R$364,35). Os secretários que recebem R$ 7.775,93 ganharão R$ 7.894,05 (+R$118,12).

Com sete votos a favor e dois contra, o projeto foi aprovado sob a justificativa de que a RGA é um direito constitucionalmente assistido, e que o projeto leva em consideração a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Segundo os vereadores que aprovaram o projeto, o reajuste não é aumento, mas, sim, uma forma de valorizar os servidores assegurada por lei.

Contrários ao PL, os vereadores Márcio Carvalho da Matta (PR) e Maria Aparecida Cassate de Carvalho (PMDB), contestam a alegação apresentada para aprovação do RGA,  por conceder reajuste salarial em plena crise causada pela pandemia do coronavírus.

 

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