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Economia

Casal busca sonho do sucesso na área alimentícia e vê faturamento crescer 100%

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espetinho futebol clube
Reprodução

espetinho futebol clube

“No meu antigo emprego, eu falava para os meus amigos que ainda seria um empresário de sucesso na área alimentícia”. Com esse pensamento positivo e muito trabalho, o casal Julio Vieira e Fernanda Biasuz conseguiu entrar para o seleto grupo de brasileiros que são empreendedores
de sucesso e que driblaram a crise.

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Júlio trabalhava em uma empresa de telefonia e Fernanda já estava na área alimentícia
. Casados, a dupla buscava aumentar a renda. A missão não era fácil e o cenário não ajudava, já que o mercado no interior de São Paulo era bastante fechado e os outros empreendimentos que nasciam na cidade de Cruzeiro não iam para frente.


Júlio e Fernanda, proprietários do Espetinho Futebol Clube
Reprodução/Facebook

Júlio e Fernanda, proprietários do Espetinho Futebol Clube

“Eu conversando com a Fernanda falei que sempre tive vontade de abrir um bar ou restaurante. Ela topou a ideia, meu pai tinha um ponto que estava fechado. Então, arrumei uma graninha, a Fernanda pegou o dinheiro que tinha de um consórcio de uma moto e a minha irmã financiou uma TV e dois freezers. Foi assim no final de 2011 que nasceu o Espetinho Futebol Clube,
a gente fez uma coisa com um cardápio diferente do que tinha na cidade, focamos no espetinho”, conta o empresário.

No começo, o apoio da família foi fundamental. Julio e Fernanda cuidavam sozinhos do estabelecimento que tinha lugar para apenas 20 pessoas. “Mesmo com restaurante, nós continuamos nos antigos trabalhos, íamos dividindo nossas vidas. Teve um dia que não eu não estava junto e ela resolveu abrir o bar com a ajuda do meu pai. Eu estava em outra cidade e lembro que ela me ligou chorando e disse que só tinha conseguido fazer R$ 80 reais naquela noite. Tivemos que manter a calma para não desistir”, lembra Júlio.

O empresário lembra que nos primeiros dias, o público era formado por amigos. “O espaço era pequeno, com mesas que ficavam na rua. A Fernanda na cozinha e eu atendendo. Foram dois anos assim, eu ainda me lembro do primeiro dia que fizemos mil reais. Meu irmão, que estava ajudando, me chamou e contou animado. Na época foi uma coisa que animou, nós comemoramos”, conta.

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Espetinho é a principal atração do espaço
Reprodução

Espetinho é a principal atração do espaço

Em 2013, o casal percebeu que poderia viver exclusivamente do empreendimento. O empresário conta que começou a sobrar dinheiro do restaurante e com o lucro começou a conquistar bens materiais, coisa com que tinham sonhado quando resolveram abrir o espaço para o público.

“O que a gente fez? Meu pai tinha uma casa no fundo do bar e eu morava ali também. Juntei dinheiro, comprei um terreno e fiz uma casa para ele. Nesse espaço fiz a minha casa e ainda comecei a planejar para ampliar o nosso bar. Nessa fase o Espetinho já era nosso único trabalho e não era uma coisa só de final de semana, abríamos direto”, continua Júlio.

O casal lembra que o espaço começou a ficar famoso e muita gente acabava ficando na rua, esperando conseguir entrar. “Nós ampliamos e ficamos no mesmo lugar para não perder o nosso público. De 20 pessoas, nós passamos a atender 120 pessoas sentadas, isso em um intervalo de 5 anos. Nós aumentamos, mas não deixamos nem a qualidade da comida cair, nem a qualidade do atendimento mudar. Esse é um diferencial do Espetinho, nós tratamos as pessoas com muito carinho”, diz Júlio.

Hoje o bar conta com 25 mesas, e diversas vezes chegou a ter 26 senhas na fila de espera. “Fizemos uma coisa pensada, a gente foi se preparando. Aumentamos nosso time que agora temos seis funcionários fixos e mais 4 freelances. Crescemos o cardápio também e aos sábados servimos almoço, mas tudo sem perder a qualidade ou mudar muito, a ideia é servir bem as pessoas com o nosso forte que é a carne”, diz o empresário.

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Casal ampliou o espaço e viu o lucro crescer
Reprodução

Casal ampliou o espaço e viu o lucro crescer

Júlio diz que, por se tratar de uma empresa famíliar, a busca pelo sucesso foi mais fácil, já que o casal tinha o mesmo objetivo. A dupla conta ainda que nunca conseguiu deixar de por a mão na massa e que acompanha tudo de perto. Em sete anos de existência, o Espetinho Futebol Clube ver seu faturamento crescer 100%: os mil reais comemorados em 2011 ficam longe do faturamento mensal de aproximadamente R$ 100 mil atuais.

Referência de sucesso na cidade, Júlio aconselha novos empreendedores. “Eu consegui construir duas casas, meu filho estuda em uma boa escola, nós vivemos bem e ainda ajudamos nossos empregados, o que é muito gratificante. Eu aprendi a entender o que o meu público queria e entrego isso, um lugar de família, pessoas boas. Com minha experiência, eu já ajudei muita gente que também queria abrir um negócio. Quem quer vencer tem que colocar a ideia na cabeça e lutar por ela, não pode desistir na primeira coisa que der errado, precisa sair da zona de conforto. A concorrência é boa e faz a gente querer melhorar, crescer e empreender. Quanto mais a cidade crescer é melhor para todo mundo”, segue.


Espetinho Futebol Clube no início das operações
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Espetinho Futebol Clube no início das operações

Se você ficou interessado em conhecer o Espetinho Futebol Clube ou até mesmo pegar uma dica para abrir um negócio na área alimentícia
, Júlio faz um alerta: “Hoje eu preciso ter uma planilha, já tem gente reservando mesas para o final de ano. A maioria das empresas fazem confraternização aqui comigo. Nós conseguimos ver o resultado do nosso esforço e isso é gratificante demais”, finaliza o empresário.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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