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Política Nacional

Carlos Bolsonaro quer anular decreto que exige passaporte da vacina

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 Carlos Bolsonaro
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Carlos Bolsonaro

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) afirmou nesta terça-feira que pretende anular o decreto do prefeito Eduardo Paes que exige a apresentação do “passaporte da vacina” para frequentar uma série de locais, incluindo áreas turísticas, cinemas, teatros, áreas internas de bares e restaurantes do Rio. A proposta consta de um projeto de lei que Eduardo Bolsonaro apresentou na sexta-feira ao Legislativo. Carlos chega a comparar as regras cariocas a iniciativas tomadas por Adolf Hilter na Alemanha durante a 2ª Guerra Mundial para limitar a circulação de judeus e de outras minorias.

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O “passaporte da vacina” é exigido hoje em pelo menos 19 capitais com diferentes níveis de restrições. No Rio, as regras começaram a ser adotadas em setembro e têm sofrido várias modificações. Na mais recente, a prefeitura chegou a cogitar exigir o comprovante para entrar em shoppings, táxis e veículos de aplicativos, mas recuou .

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“Para além da ofensa da dignidade da pessoa humana à moda da Alemanha hitlerista são fatos (…) que atentam (…) à dignidade da pessoa humana”, afirmam trechos do documento.

Eduardo Bolsonaro também diz que há incongruência entre exigir o “passaporte” para alguns locais enquanto o transporte público não conta com qualquer restrição. Ele alega, ainda, que as empresas terão custos para se adaptar às regras.

O projeto ainda não tem data para ir a plenário. Para ser aprovado precisa passar em dois turnos por maioria simples com a presença de pelo menos 26 dos 51 vereadores do Rio.

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Política Nacional

Na Colômbia, Mourão defende direitos humanos, vacinação e democracia

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Vice-presidente participou da III Cúpula de Chefes de Estado do Progresso da América do Sul (ProSul)
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Vice-presidente participou da III Cúpula de Chefes de Estado do Progresso da América do Sul (ProSul)

O vice-presidente Hamilton Mourão participou da III Cúpula de Chefes de Estado do Progresso da América do Sul (ProSul) nesta quinta-feira (27), na Colômbia. Mourão representou Bolsonaro durante reunião após o presidente cancelar seus compromissos em razão da morte da mãe, Olinda Bolsonaro.

Em discurso, o vice defendeu a preservação dos direitos humanos e da democracia. Ele também reforçou a importância de ações para o combate da pandemia, destacando a realização do Foro Público-Privado, que contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para debater a ampliação das capacidades regionais de vacinação.

“Nós apoiamos esta e outras iniciativas que levem à maior produção e distribuição de vacinas, produtos e insumos farmacêuticos em países em desenvolvimento e em na América do Sul. Acreditamos, também, que a cooperação entre detentores de tecnologia e produtores nacionais, especialmente nas nações em desenvolvimento, continua sendo essencial para viabilizar o combate à pandemia”, disse. 

Sobre questões políticas, Mourão discursou acerca da preservação das democracias e parcerias para garantir os direitos humanos na América do Sul. 

“Para o Brasil, é importante que a América do Sul conte com um espaço de diálogo como o ProSul, um espaço de democracias que se concentre em resultados concretos. O ProSul foi idealizado em torno de valores fundamentais como a defesa da democracia, do estado de direito e dos direitos humanos”, afirmou.

De acordo com o vice-presidente, é necessário “dizer o que precisa ser dito e alertar sobre os riscos para a preservação das instituições democráticas em nossa região”. 

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Em publicação no Twitter, Mourão destacou sobre sua preocupação com o emprego e a renda da população brasileira durante a pandemia e o trabalho na área de infraestrutura: 

O vice-presidente e sua comitiva retornam para Brasília ainda nesta quinta-feira.




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Política Nacional

Chance de morte por Covid é maior em países com governos populistas

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Morte por Covid é mais provável em países com governos populistas
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Morte por Covid é mais provável em países com governos populistas

Governos ditos populistas como o de  Jair Bolsonaro no Brasil e Donald Trump nos Estados Unidos tiveram um desempenho pior do que o de outros países no enfrentamento à pandemia de Covid-19 em 2020 e levaram a mortes desnecessárias com políticas relativamente brandas, conclui uma pesquisa acadêmica divulgada nesta quinta-feira por um instituto alemão.

O excesso de mortalidade — o número de mortes além daquelas esperadas caso não houvesse a pandemia — em países governados por populistas foi mais do dobro do índice registrado por outros tipos de governo, de acordo com o estudo, conduzido por sete pesquisadores internacionais.

O excesso de mortalidade foi de 18% em países com líderes populistas e 8% em países sem líderes populistas.

Deste modo, para 100 mortes que eram esperadas em 2020, a pandemia de Covid-19 causou 8 mortes adicionais em países não populistas, e 18 mortes adicionais em países populistas. Em média, entre todos os países considerados, o excesso de mortalidade foi de 10% – em vez de 100 mortes, morreram 110 pessoas, 10 delas devido ao vírus.

“Os números são claros. Os populistas são os piores gestores de crise na pandemia de Covid-19 e responsáveis por muitas mortes evitáveis nos países que governam”, disse Michael Bayerlein, pesquisador do Instituto Kiel para a Economia Mundial que liderou a pesquisa.

A principal razão para a diferença foi que a “mobilidade cidadã” – medida criada usando dados do Google para rastrear o número de pessoas em lugares como supermercados e outros espaços públicos – também foi maior em países populistas. Segundo os autores, as pessoas de países com líderes populistas tiveram uma circulação duas vezes maior do que onde não há líderes populistas.

A equipe de autores identifica duas razões para a maior mobilidade. Em primeiro lugar, os governos populistas são menos propensos a adotar políticas impopulares e de longo prazo contra a propagação da pandemia, como restrições de contato.

Em segundo lugar, as estratégias de comunicação dos governos populistas também tiveram efeitos sobre a mortalidade. Quando os líderes minimizam a gravidade da pandemia e desacreditam as descobertas científicas, como o fizeram Bolsonaro,Trump e López Obrador, os cidadãos ficam menos inclinados a levar o vírus a sério e restringir sua circulação por iniciativa própria.

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A pesquisa pesquisou a gestão da pandemia em 42 países membros dos Brics e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Entre estes, os pesquisadores classificaram 11 governos como “populistas”. Além de Brasil e Estados Unidos, a lista incluía Reino Unido, Polônia, Eslováquia, República Tcheca, Hungria, Índia, México, Israel e Turquia.

O populismo é um conceito da Ciência Política para classificar práticas em que forças políticas reivindicam representar um “povo” homogêneo em contraposição a “elites”. O termo ganhou grande apelo desde a ascensão de Donald Trump e o Brexit, e pode ser aplicado a políticos de direita e de esquerda.


“Nosso estudo é o primeiro a provar que os populistas estão fazendo um mau trabalho no combate à pandemia de Covid-19, o que se reflete diretamente no número de mortos. A alta mortalidade excessiva deriva de uma mobilidade muito intensa, que, por sua vez, é causada por uma falta de restrições e por propaganda desacreditando a Covid-19”, disse Bayerlein.

O pesquisador diz que há “uma única boa notícia” no estudo – a existência de uma ligação clara entre mobilidade e número de mortos.

“Isso também significa que as pessoas podem se proteger limitando voluntariamente seus contatos durante a pandemia”, afirmou Bayerlein.

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