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Economia

Caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar greve

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Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação
Reprodução/Twitter

Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação

Diante da promessa de uma greve pelos caminhoneiros, com início marcado a partir do dia 1º de novembro, o governo resolveu agir para evitá-la. Em 28 de outubro, os ministros Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Tarcísio de Feitas, da Infraestrutura, devem se reunir com líderes da categoria e com o presidente da Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas, deputado Nereu Crispim (PSL-RS). A informação é do colunista Chico Alves do  UOL .

Até poucos dias atrás, o governo não acreditava em uma adesão significativa à paralisação . Porém, desde que foi marcada a greve, caminhoneiros têm demonstrado cada vez mais insatisfação, sobretudo, com a escalada nos preços do diesel. Inclusive, já há manifestações desde ontem em seis estados brasileiros , o que tem provocado um desabastecimento de combustíveis nos postos do país . Esses fatores têm preocupado o Palácio do Planalto.

Para compensar a alta do diesel, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na última quinta-feira (21) que o governo pagaria uma “ajuda” de R$ 400 para caminhoneiros autônomos . Mas a declaração repercutiu mal entre a categoria, que considerou o benefício uma espécie de “esmola”.

Na reunião, os líderes caminhoneiros devem negociar com os ministros o fim da paridade do preço do petróleo com o mercado internacional, a criação de uma tarifa fixa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a instituição do Piso Mínimo de Frete e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“Se eles não sabem como baixar o preço dos combustíveis, os caminhoneiros sabem”, afirmou deputado Nereu Crispim (PSL-RS) ao UOL .

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Economia

Presidente da CNI cobra “liderança” de Bolsonaro para aprovar reforma tributária

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Encontro de empresários com Bolsonaro
Reprodução Twitter CNI

Encontro de empresários com Bolsonaro

Em evento da Confederação Nacional da Indústria, o presidente Jair Bolsonaro ouviu do líder da CNI, Robson Andrade, que ele precisa coordenar os esforços para aprovar a reforma administrativa. O texto promete unificar impostos federais, estaduais e municipais. 

“Só há como avançar se tivermos a liderança do senhor, presidente Bolsonaro, e do governo federal na condução do processo. Esse é o momento para implementar no Brasil um sistema tributário moderno, baseado nas melhores práticas mundiais, que não desestimule as exportações e que não estimule as importações, que vai impulsionar o crescimento econômico. Esse marco, que o Brasil espera há 30 anos, pode ser entregue ainda nesse mandato e será o legado de seu governo e do Congresso Nacional para os brasileiros”, disse Andrade. 

Bolsonaro rebateu ressaltando os pontos positivos para a categoria capitaneados por ele. “Como é duro ser patrão no Brasil. Eu sei que o salário é pouco para quem recebe é muito para quem paga”, disse. “Quem aqui quer a volta do imposto sindical?”, finalizou, lembrando da medida que foi aprovada na reforma trabalhista de 2017, antes do seu governo, que extinguiu a contribuição.

O objetivo do encontro é discutir a importância e os caminhos da indústria nos próximos anos. Os ministros Paulo Guedes (Economia), Anderson Torres (Justiça), Milton Ribeiro (Educação) e João Roma (Cidadania) também participam do encontro.

“A nossa proposta é reindustrializar o Brasil, vamos abrir a economia brasileira, transformar o capital institucional do País, transformar a economia brasileira”, disse Paulo Guedes a empresários.

O ministro da Economia também reforçou a ideia de que o Brasil vai crescer de  5,1 a 5.25% este ano. 

“Começamos com uma agenda de reformas, iniciamos a grande reforma da previdência. Começamos também com a reforma do marco regulatório, estava parada há 07 anos. Saneamento, petróleo, gás natural”, ressaltou. 

“Protegemos 68 milhões de brasileiros e voltamos às reformas estruturantes, surpreendemos pela segunda vez os céticos. No terceiro ano imediatamente retomamos às reformas e o Brasil cresce 5,1…5.25% este ano. Todos os setores e plataformas de investimento cresceram”, completou Guedes.

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Analistas do mercado financeiro que produzem o Boletim Focus preveem crescimento de 4,71% após o tombo de 2020. Já a (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reduziu de 5,1% para 5% a projeção para este ano.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, também focou seu discurso no otimismo com um futuro de melhoria no ambiente de negócios após os marcos regulatórios aprovados pelo Congresso.

“O futuro que vem pela frente é um futuro rico, um futuro brilhante para uma geração que merece, para um país muito mais bussines friendly [amigável aos negócios]”, disse. 

Reforma do IR travada

A reforma não deve ser votada este ano . O relator, senador Ângelo Coronel, disse esperar que o governo ouça contribuintes dos setores da indústria, comércio e serviços. Segundo ele, o texto apresentado pelo governo não facilita, mas prejudica o país.

O projeto aprovado na Câmara previa a diminuição das alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido, além da taxação de dividendos em 15%. As medidas desagradam estados e municípios, que alegam perdas nos fundos de participação, além de resistência de alguns setores econômicos.

“Esse projeto será arquivado, tem que ser extinto e que se nasça um novo projeto, com mais base, com mais conteúdo, um projeto bem debatido”, disse Coronel, acrescentando que foi um projeto feito no açodamento e que sacrifica o pagador de impostos.

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Economia

Elon Musk, dono da Tesla, critica isenção para carros elétricos

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Elon Musk, dono da Tesla, critica isenção para carros elétricos
Juliana Nascimento

Elon Musk, dono da Tesla, critica isenção para carros elétricos

Elon Musk, dono da fabricante de carros elétricos Tesla, criticou a decisão do Congresso dos Estados Unidos de aumentar o subsídio para veículos à base de energia elétrica. Segundo ele, o principal problema é o aumento no déficit orçamentário do país.

O bilionário mais rico do mundo não vê com bons olhos a proposta dos democratas de aumentar em 4.500 dólares o desconto para os veículos elétricos produzidos nos EUA. 

“Honestamente, pode ser melhor se o projeto não for aprovado”, disse Musk durante evento do Wall Street Journal, relata a Reuters. “Estou literalmente dizendo para nos livrarmos de todos os subsídios”, disse ele, acrescentando que o governo norte-americano deveria “apenas tentar sair do caminho e não impedir o progresso”.

Ele também reforçou que é contra a taxação de grandes fortunas.

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“Não faz sentido tirar o trabalho de alocação de capital de pessoas que demonstraram grande habilidade… e dá-lo, você sabe, a uma entidade que demonstrou habilidade muito fraca em alocação de capital, que é o governo.”

Musk também disse que sua empresa de implementação de chips está pronta para iniciar os testes em humanos no próximo ano. A Neuralink depende apenas de aprovação da FDA, a Anvisa norte-americana. 

“Eu acho que temos uma chance com a Neuralink de sermos capazes de restaurar a funcionalidade do corpo inteiro para alguém que tem uma lesão na medula espinhal”, afirmou o executivo.

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