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Tangará da Serra

Caminhão carregado com caroço de algodão tomba na Serra do Parecis sentido a Tangará da Serra

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Um caminhão carregado com caroço de algodão tombou na tarde desta segunda-feira (13) na MT-358, Serra do Parecis em Tangará da Serra. O acidente aconteceu no início da descida da Serra sentido a Tangará.

Segundo informações,  motorista perdeu o controle da direção ao realizar uma curva, e quando percebeu que caminhão iria tombar, saltou da cabine. Socorrido pelo SAMU, foi encaminhado à UPA, consciente e com suspeita de fratura na perna esquerda.

O veículo tombou à margem da rodovia, e a carga foi lançada em área de mata. A pista não precisou ser interditada.

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Saúde

Executivo suspende adicional de insalubridade e profissionais da saúde protestam em Tangará da Serra

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O prefeito de Tangará da Serra, Fábio Martins Junqueira (MDB), reduziu e até suspendeu o pagamento do adicional de atividades insalubres, aos servidores da Saúde, em meio à pandemia da Covid-19. Em manifesto a decisão, os profissionais da saúde, se vestiram de preto, para representar o luto, reflexo do que consideram um  descaso cometido pela administração municipal.

Os valores já não foram pagos nos salários de julho, e surpreendeu os profissionais da saúde que tiveram baixas significativas na folha de pagamento para os funcionários de postos de saúde, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, serviços gerais, agentes de saúde e recepcionistas.  A denúncia foi feita por funcionários que alegam violação de direitos trabalhistas, em especial no atual momento de risco de contágio pelo novo coronavírus.

“Nós não fomos sequer avisados sobre a decisão. Simplesmente saiu o salário hoje e fomos surpreendidos pela redução de insalubridade. Os médicos por exemplo, terão redução média de R$2 mil, enfermeiros de R$300 e técnicos de enfermagem de R$200, outros foram cortados mesmo. Os valores são muito diferentes de uma categoria para a outra, por depender do tempo de serviço prestado, e um servidor que entrou há pouco tempo por exemplo, o salário vai cair muito. Nós nos deparamos com essa surpresa no nosso salário e estamos muitos desmotivados e nos sentindo desvalorizados”, desabafa a funcionária.

O trabalho insalubre se refere ao empregado exposto, a qualquer agente nocivo à saúde como químicos, físicos ou biológicos, que possam ocasionar uma doença ocupacional. A insalubridade é regulada pelos artigos 189 à 192 da CLT e pela Norma Regulamentadora n.º 15 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O adicional de insalubridade pode variar entre 10% (dez por cento) em grau mínimo, 20% (vinte por cento) em grau médio e 40% (quarenta por cento) em grau máximo de exposição, de acordo com a perícia realizada. O adicional de insalubridade tem sua base calculada sobre o salário mínimo.

O Bem Notícias procurou a gestão municipal para obter informações sobre o corte aplicado, mas até o fechamento desta reportagem, o município não manifestou nenhuma posição sobre o caso.

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Cidades

Bombeiros iniciam força-tarefa no combate a queimadas em Tangará e região

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Iniciou nessa quarta-feira (1º) o período proibitivo de queimadas na zona rural, impedindo com a decisão, os proprietários rurais de realizar qualquer atividade de limpeza de pastagem com o uso do fogo.

Imagens: Gilvan Melo

O Corpo de Bombeiros reforçará o trabalho preventivo e de comunicação que desenvolve em todas as suas sedes regionais sobre os cuidados para evitar incêndios. “A área do comando regional seis é responsável por 18 municípios, e vamos ter quatro bases centralizadas, que são em Colniza, Alto Paraguai, Diamantino e Aripuanã. Então a partir de hoje, estaremos com equipes de 10 em 10 dias nesses locais, com o intuito de minimizar e reduzir os índices de incêndios florestais na nossa regional. Nesses 18 municípios, nós temos três companhias, em Tangará, Campo Novo e Juína. Cada quartel desse tem a sua área de atuação e aqui em Tangará, somos responsáveis por seis cidades, e estamos preparados com equipes e equipamentos para atender toda essa demanda”, ressalta o Tenente Coronel BM Vicente Manoel de Deus Neto.

A decisão leva em consideração fatores climáticos e riscos que a poluição do ar traz à saúde humana, especialmente em um momento que o mundo enfrenta uma pandemia de uma síndrome respiratória, a Covid-19. Além disso, de acordo com monitoramento realizado pelo INPE, entre 01 de janeiro e 28 de maio, Mato Grosso registrou um aumento de 11,83% dos focos de calor em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o Brasil e os Estados da Amazônia legal registraram redução de 2,84% e 31,26% respectivamente.

Também foi verificado que 44% do estado de Mato Grosso apresenta a pluviosidade abaixo da média e 24% do território encontra-se na média dos últimos 30 anos para o mesmo período. A estiagem decrescente seca a vegetação mais fina tornando-a mais vulnerável ao fogo.

A proibição vai até 30 de setembro, na zona urbana a queimada é proibida o ano todo. Em 2020, o período proibitivo foi antecipado, devido a fatores climáticos e ao risco à saúde humana, especialmente nesse momento de enfrentamento ao coronavírus.

 

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