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Política

Câmara Municipal devolve R$ 990 mil ao Executivo

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A Câmara Municipal de Tangará da Serra devolveu nesta sexta-feira (28) ao Executivo Municipal R$ 990 mil em sobras do duodécimo. A devolução foi formalizada pelo presidente do Legislativo, vereador Hélio da Nazaré (PSD). Os recursos retornados aos cofres públicos incluem juros de aplicação financeira.

Hélio da Nazaré: “Economia foi conseguida pela otimização, evitando desperdícios e moderando gastos”

Segundo o presidente da Câmara, a devolução decorre de economias promovidas na gestão do Legislativo. “Respeitamos os princípios da administração pública. A economia foi conseguida pela otimização, evitando desperdícios e moderando gastos, o que contou com a colaboração da mesa diretora e de todos os vereadores e servidores”, disse Hélio da Nazaré, ao lembrar que na atual gestão a economia gerada já resultou na devolução de um total de mais de R$ 2 milhões e 600 mil. “Utilizando de forma eficiente os recursos, primando pela economicidade, auxiliamos o município na solução de problemas da cidade”, avalia o presidente.

Hélio da Nazaré explica que a Câmara tem feito as devoluções e, ao mesmo tempo, mantido diálogo com o Poder Executivo solicitando que os recursos sejam aplicados especialmente na saúde pública. “Os vereadores têm contato direto com as pessoas, nas ruas e o que elas pedem que sejam priorizados os investimentos na Saúde. Por isso, essa é a nossa sugestão ao prefeito”, revela Hélio.

Números

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A devolução de duodécimo foi feita no valor de R$ 938.591,61, valor ao qual foi acrescentado juros de aplicação financeira na ordem de R$ 52.319,83. No total, a devolução foi de R$ 990.911,44.

Hélio da Nazaré destacou que mesmo com a queda do duodécimo a Câmara Municipal continuou a gerar economia. A queda ocorreu em função do aumento do número de habitantes de Tangará da Serra, confirmado oficialmente pelo IBGE. Acontece que, de acordo com a emenda constitucional 58/09, em cidades com mais de 100 mil habitantes o Legislativo Municipal deixa de receber 7% da receita do município, passando a receber 6%.


(*) Com informações de Assessoria da Câmara

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Infraestrutura

Em vídeo com Wilson, Bolsonaro anuncia término da 163 que liga Sinop a Miritituba

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O deputado Wilson Santos (PSDB) se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o General Enzo, do 9º Bec, no último sábado (30), em Brasília. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente, ao lado do tucano, anunciou que vai inaugurar o trecho da BR-163, que liga Mato Grosso até Miritituba (PA), por onde escoa parte da produção de grãos do Estado.

O trecho de 51 km entre Moraes Almeida (PA) e Novo Progresso (PA) era o único sem asfalto na rodovia que foi inaugurada em 1970. A BR-163 que liga Sinop a Miritituba tem 1,3 mil km e acabava se transformando em transtorno aos caminhoneiros que transportam a produção de soja, milho e algodão para os portos do Norte. Na época da chuva, que é o de maior fluxo no transporte de commodities, o local se transformava em um enorme atoleiro, que impedia os caminhoneiros de continuar a viagem.

O Governo Federal ainda não divulgou a data na qual será entregue a obra, mas garantiu que será ainda este ano.


Por:RD News

 

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Governo

Deputado de MT é citado em esquema de propina da JBS e PT

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O nome do ex-ministro da Agricultura e atual deputado federal por Mato Grosso, Neri Geller (PP), foi citado em uma conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores, em 2014.

Segundo uma reportagem do Jornal da Record, que foi ao ar no dia 20 de Novembro deste ano, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, e o PT.

As supostas transações financeiras são investigadas pela Polícia Federal. As interceptações datam de 21 de Novembro de 2014, quase um mês depois do segundo turno da eleição.

A conversa que cita Neri Geller acontece entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS.

Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a PF.

A PF quer saber a origem do dinheiro, se este foi declarado como doação de campanha e como esse dinheiro foi utilizado. O que chama a atenção é o fato de os telefonemas acontecerem um mês depois das eleições. A polícia suspeita que os valores tratados nas ligações eram fruto de propina da J&F em troco de favores do governo.

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Um ano depois dos telefonemas, em 2015, o STF proibiu as empresas de fazer doações para campanhas políticas.

As interceptações telefônicas são desdobramentos da Operação Capitu, que investiga  suposto esquema de corrupção de 2014 a 2215, no Ministério da Agricultura. No ano passado, 16 pessoas foram presas, entre elas, Neri Geller.


Por Midia News

 

 

 

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