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Call of Duty: Warzone perde gamers por ser pesado demais para baixar

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Jogadores abandonam CoD: Warzone
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Jogadores abandonam CoD: Warzone

Call of Duty: Warzone fica cada vez mais pesado conforme recebe atualizações com conteúdos novos. A comunidade do Battle Royale reclama do tamanho do game há muito tempo, mas a Activision parece não ver problema em exigir mais de 100 GB de espaço livre para instalar o título no PC. Nos últimos meses, a situação piorou tanto que os jogadores começaram e abandonar Warzone de vez.

Além de causar o êxodo de jogadores, o tamanho do game dificulta até mesmo a vida dos próprios desenvolvedores. Em uma entrevista cedida ao streamer TeeP, o líder de operações de CoD: Warzone, Josh Bridge comentou que a equipe responsável pelo jogo está tendo dificuldade em lançar novos mapas e conteúdos para não deixar os arquivos ainda mais pesados.

Bridge ainda disse que ele e toda a equipe de CoD: Warzone querem muito incluir o mapa original do jogo — Verdansk — na rotação de arenas junto de Caldera. Entretanto, se isso acontecer, poderá haver a saída de milhares de jogadores em pouquíssimo tempo.

“Nós queremos isso. Todos nós queremos isso. Os tamanhos de instalação e reinstalação são insanos, certo? Se retirarmos o Caldera e dissermos que vamos colocar Verdansk, isso pode exigir um novo download do tamanho de Warzone. E toda vez que fizemos isso, perdemos jogadores. Porque você fica tipo, ‘eu não quero baixar novamente’, [então você] desinstala. Eu acho que não dá para encaixar mais nada além de Warzone em um PS4 básico”, afirmou Josh Bridge.

Apesar de ter exagerado um pouco, Bridge não está totalmente errado. Segundo a própria Activision, somente os arquivos de CoD: Warzone pesam 175 GB no computador e cerca de 90 GB no PlayStation e Xbox. Ao incluir a instalação de CoD: Modern Warfare junto, o tamanho pula para 250 GB nos PCs e 150 GB nos consoles.

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Em 2020, a Activision chegou a lançar atualizações que reduziram o tamanho total de CoD: Warzone, porém o efeito foi apenas temporário. Esse patch realmente diminuiu o espaço necessário para guardar o jogo em até 35 GB. Entretanto, depois de alguns meses, os arquivos voltaram a ficar pesados novamente, com a chegada de novos mapas, itens e eventos.

Os problemas de jogos muito pesados

Games muito pesados são um problema geral. Em países mais desenvolvidos, os jogadores até conseguem baixar as atualizações rapidamente devido à maior velocidade média da internet. Aqui no Brasil, porém, as operadoras não oferecem conexões tão velozes, dificultando a vida de muita gente.

Além disso, os consoles da nova geração — PS5 e Xbox Series X|S — não têm nem 1 TB completo de espaço livre no armazenamento, por causa dos arquivos básicos necessários para os videogames funcionarem. Enquanto isso, nos computadores, HDs e SSDs estão bem caros devido à escassez de chips semicondutores no mundo todo.

Para o futuro, Bridge prometeu resolver a questão do tamanho de CoD: Warzone para colocar mais mapas na rotação. “Olhando para o futuro, estamos nos esforçando muito para resolver isso em um nível técnico para que possamos ter essa rotação [de mapas]. Estamos realmente analisando isso, então teremos mais para falar em breve. Esse é, em última análise, um objetivo para garantir que haja um frescor e uma variedade de experiências”, finalizou.

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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