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Economia

Caixa dobra resultado de 2017 e tem lucro de R$ 4,8 bi no terceiro trimestre

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Caixa Econômica Federal divulgou nesta quarta-feira (14) seu lucro líquido do terceiro trimestre, que foi de R$ 4,8 bilhões
Antonio Cruz/Agência Brasil

Caixa Econômica Federal divulgou nesta quarta-feira (14) seu lucro líquido do terceiro trimestre, que foi de R$ 4,8 bilhões

A Caixa Econômica Federal
divulgou nesta quarta-feira (14) que teve lucro líquido de R$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre, valor 122% maior do que os R$ 2,17 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

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No valor anual, o banco acumula lucro líquido recorde de R$ 11,5 bilhões entre os três primeiros trimestres, que representam uma alta de 83,7% na comparação com o ano passado. Segundo a Caixa
, esse resultado já faz o banco superar o resultado projetado para o ano – R$ 9 bilhões – antes mesmo dos últimos três meses.

Entre os resultados de terceiro trimestre de 2016 e 2018, o aumento acumulado já é de 239%, passando de menos de R$ 1 bilhão (R$ 998 milhões) para os R$ 4,8 bilhões registrados no período neste ano.

Nelson de Souza, presidente do banco estatal, afirmou em entrevista coletiva que o lucro do terceiro trimestre
coloca o banco no segundo melhor resultado de todas as estatais brasileiras no período. “Esses resultados estão sendo criados de maneira totalmente orgânica.”

A carteira de crédito somou R$ 693,8 bilhões no mês de setembro, uma redução de 2,6% na relação feita com base em 12 meses, o que é um retrato da estratégia da Caixa para adequar-se às regras de estrutura de capital de Basileia III. No entanto, Habitação e infraestrutura, carteiras de menor risco, cresceram.

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O banco mantém a liderança no crédito imobiliário
, tendo 69,5% de participação no segmento. O saldo da carteira habitacional cresceu 2,7% em 12 meses, somando R$ 440,5 bilhões.

Segundo a divulgação, os números relacionados ao setor imboliário se devem ao aumento de 12,1% do subsídio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a linha de imóveis.

O índice de inadimplência
em setembro, segundo a divulgação da Caixa, foi de 2,44% em setembro, queda de 0,28 pontos percentuais na comparação com o mesmo mês do ano passado, e 0,05 pontos abaixo do índice de junho de 2018, mês que encerra o segundo trimestre. As despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa recuaram 27,2% no resultado dos últimos 12 meses.

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O aumento de lucro da Caixa
Econômica acompanha a tendência dos quatro maiores bancos atuantes no Brasil, que são Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander e tiveram crescimento impulsionado especialmente pelo crescimento das receitas com tarifas e prestação de serviços, menores despesas com provisões para calotes e menor custo do crédito.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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