conecte-se conosco


BemRural

Caixa disponibiliza R$ 1 bilhão para médio produtor rural

Publicado

A Caixa Econômica Federal já está disponibilizando a linha crédito rural do PRONAMP, para o ano safra 2018/2019, no valor de R$ 1 bilhão. A quantia é destinada ao médio produtor rural e o financiamento tem limite de até R$ 1,5 milhão por ano safra, taxa de juros de 6% a.a e prazo de até 12 meses.

Por meio da linha de crédito, é possível financiar custos com aquisição de animais para recria e engorda, insumos agropecuários, sementes, fertilizantes, medicamentos veterinários e rações, entre outras despesas do ciclo de produção. As condições são válidas até o encerramento do ano safra vigente, que ocorre no mês de junho de 2019, em todas as mais de 1.700 agências da Caixa habilitadas a atuar com o crédito rural.

Para o vice-presidente de Produtos e Varejo da Caixa, Júlio César Volpp Sierra, a agilidade na tomada dos recursos pelo produtor facilita sua produção agropecuária e a realização do plantio no momento correto. “O momento é oportuno para que os produtores rurais possam tomar financiamento com taxas do PRONAMP, de forma a otimizar seu fluxo financeiro para aquisição dos insumos de suas atividades”, destaca.

Enquadram-se como médio produtor os clientes que possuem renda bruta anual de até R$ 2 milhões, considerando a soma de todo o valor bruto de produção, a receita recebida de entidade integradora e demais rendas provenientes de atividades desenvolvidas, incluindo rendas não agropecuárias.


 

Leia mais:  Receita abre consulta a lote da malha fina do IR

Fonte:Atividades Rurais

Comentários Facebook
publicidade

BemRural

Em Bruxelas, Tereza Cristina reúne-se com autoridades da Comissão Europeia

Publicado

por

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) encontrou-se nesta quarta-feira (26), em Bruxelas, com autoridades da Comissão Europeia. A primeira reunião foi com o comissário Vytenis Andriukaitis, responsável pela Direção-Geral de Saúde e Segurança dos Alimentos.  No segundo encontro, a ministra esteve com o comissário europeu para a Agricultura e Desenvolvimento Rural, Phil Hogan. As duas agendas enquadram-se nas tratativas com vistas ao acordo Mercosul-União Europeia, em discussão esta semana na Bélgica.

Na conversa com Andriukaitis, foram tratados também temas bilaterais. A ministra destacou que o Ministério da Agricultura avançou muito na governança e transparência de seus processos de controle sanitário. E destacou que o Brasil hoje exporta alimentos de qualidade para 160 países, inclusive os da União Europeia. Foram na ocasião atualizadas as conversas sobre a pauta de exportações.

Pelo Twitter, Andriukaitis mencionou o encontro e disse ser importante a continuação do diálogo sobre segurança dos alimentos. 

 

Já com o comissário Phil Hogan, o Brasil repassou as  propostas comerciais que estão na mesa de negociação do Mercosul e da União Europeia. Depois, Tereza Cristina esteve com seus colegas ministros do Mercosul na embaixada da Argentina.

Leia mais:  Campo Novo do Parecis projeta investimentos de R$ 60 milhões até 2020

A ministra se encontrou ainda com o chanceler brasileiro Ernesto Araújo, que chegou hoje a Bruxelas para as rodadas de alto nível com a UE.

Na véspera, a ministra e as equipes do Mapa e do Itamaraty se reuniram com o setor privado brasileiro. O encontro teve o objetivo de ouvir e esclarecer as dúvidas dos representantes dos produtores de carnes, açúcar, etanol, frutas, lácteos, tabaco e defensivos agrícolas.

Histórico

Desde 1999, os integrantes do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) e os 28 países da União Europeia negociam um acordo de livre comércio, que poderá ter mais de 770 milhões de consumidores.

Em 2018, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) entre Mercosul e União Europeia resultou em US$ 94 bilhões, conforme estatísticas internacionais de comércio. O bloco europeu é o segundo maior parceiro comercial do bloco sul-americano, ficando atrás apenas da China (US$ 120 bilhões, corrente comercial com o Mercosul no mesmo ano).

Os sul-americanos vendem, principalmente, produtos agropecuários. Já os europeus exportam produtos industriais, como autopeças, veículos e farmacêuticos.

No ano passado, as exportações agrícolas brasileiras totalizaram US$ 13,6 bilhões para a União Europeia. O farelo de soja lidera a lista (US$ 3,4 bilhões). As importações do Brasil resultaram em US$ 2,2 bilhões, principalmente de azeite (US$ 362,5 milhões) e vinhos (US$ 156,6 milhões) dos europeus.


Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

BemRural

Ranking da FAO mostra que uso de defensivos no Brasil é menor que em diversos países da Europa

Publicado

por

O Brasil aparece em 44º posição em um ranking da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sobre uso de defensivos agrícolas. Segundo os dados da entidade, o consumo relativo no país foi de 4,31 quilos de defensivos por hectare cultivado em 2016.

Entre os países europeus que utilizam mais defensivos que o Brasil, aparecem Países Baixos (9,38 kg/ha), Bélgica (6,89 kg/ha), Itália (6,66 kg/ha), Montenegro (6,43 kg/ha), Irlanda (5,78 kg/ha), Portugal (5,63 kg/ha), Suíça (5,07 kg/ha) e Eslovênia (4,86 kg/ha).

Os números constam do sistema FAOSTAT, o banco de dados da FAO que fornece estatísticas de 245 países desde 1961 sobre alimentos e agricultura. Logo após o Brasil aparecem a Alemanha, em 47º lugar, a França, em 48º e a Espanha, em 49º.

Sob o critério de consumo de defensivos em função da produção agrícola, o Brasil aparece em 58º lugar, com uso de 0,28 quilos de defensivo por tonelada de produtos agrícolas. No balanço, foram utilizados os valores de produção de grãos, fibras, frutas, pulses, raízes e nozes e o consumo total de defensivos disponíveis no portal de estatísticas da FAO.

Nesse ranking, estão na frente do Brasil países como Portugal (0,66), Itália (0,44), Eslovênia (0,36), Espanha (0,35), Suíça (0,34), Países Baixos (0,29) e Grécia (0,30). Em 59º lugar aparece a França, com uso de 0,26 quilos de defensivos por tonelada de produtos agrícolas.

Leia mais:  Receita abre consulta a lote da malha fina do IR

O consumo de defensivos no Brasil é influenciado pela ocorrência de duas ou três safras ao ano (cultivos de inverno e safrinha). Por causa disso, aqui é preciso usar defensivos para o controle de pragas mesmo em safras de inverno e na safrinha, pois não há quebra do ciclo de reprodução, em função das condições tropicais da agricultura brasileira, enquanto que em regiões de clima temperado as pragas são inativadas nos períodos de frio.

Qualidade

Segundo o presidente da Comissão Codex Alimentarius, Guilherme Costa, o Brasil exporta seus produtos agrícolas para 160 países e atende a todos os critérios de qualidade estabelecidos pelos importadores.

“Há todo um trabalho de controle que é exercido pelo setor privado e um trabalho de verificação muito bem feito que é exercido pelo governo no sentido de atender a essas legislações internacionais e também muitas vezes atender a determinadas exigências de alguns países importadores que às vezes estabelecem limites mais restritivos que as legislações internacionais e o nosso país atende isso de uma maneira muito profissional e dando a segurança necessária para os consumidores.”, diz Costa, que também é adido agrícola do Brasil junto à União Europeia, em Bruxelas.

O Codex Alimentarius é um programa conjunto da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), criado em 1963, com o objetivo de estabelecer normas internacionais na área de alimentos.


Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana