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Cadastrados no Cartão Família Carioca não recebem benefício há três meses

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Domingos Peixoto / Agência O Globo

Mais de 43 mil famílias cadastradas no Cartão Família Carioca não receberam benefício

Mais de 43 mil famílias cadastradas no Cartão Família Carioca — programa municipal que prevê uma complementação mensal aos beneficiários do Bolsa Família com renda mais baixa na cidade do Rio — não recebem o benefício há três meses. Os beneficiários afirmam que, nos meses de novembro e dezembro do ano passado, além de janeiro deste ano, o dinheiro não foi pago.

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O Cartão Família Carioca foi criado em dezembro de 2010 e paga, por inscrição no Bolsa Família, de R$ 20 a R$ 400 — o valor varia conforme o número de crianças e se há pessoa com deficiência ou idosos no núcleo familiar. O custo mensal aos cofres municipais é de R$ 4,7 milhões.

O valor pago pela Prefeitura do Rio também leva em consideração a renda da família beneficiada. Os beneficiários contam que, quando entram em contato com o governo, recebem a resposta de que não há uma previsão para o pagamento.


Desempregada há um ano e meio, a doméstica Maria Angélica Ferreira, de 40 anos, relata que, assim como ela, outras mães estão em dificuldades pra comprar material escolar e mesmo alimentos para os filhos. Ela só tem recebido os R$ 153 de benefício do Bolsa Família e cria cinco crianças.

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“As pessoas estão sendo despejadas de casa porque não têm dinheiro para pagar aluguel. As mães precisam comprar material escolar para os filhos estudarem e comida, mas não têm dinheiro”, afirmou Angélica.

Questionada sobre o atraso sobre o depósito para as famílias atendidas pelo programa social, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informou que “o pagamento do Cartão Família Carioca, referente aos meses em atraso, já está em processo para liberação”. Embora tenha enviado a mesma resposta no mês passado, assegurando que trabalha para regularizar a situação, a secretaria acrescentou que o pagamento será efetuado “tão logo seja reaberto o orçamento”.

Fonte: IG Nacional
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Presidente da Cedae chega à delegacia para prestar depoimento

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O presidente da Cedae, Hélio Cabral arrow-options
Reprodução/Twitter Hélio Cabral

Hélio Cabral, presidente da Cedae

O presidente da Cedae , Hélio Cabral, chegou à Cidade da Polícia para prestar depoimento na tarde desta terça-feira. Ele entrou na Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, por volta das 14h, sem falar com a imprensa.

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O presidente da companhia foi à delegacia convocado pela delegada-assistente da Delegacia de Defesa de Serviços Delegados (DDSD), Josy Lima, para prestar esclarecimentos que auxiliem na investigação. A hipótese de sabotagem, levantada na última segunda-feira pelo governador Wilson Witzel, é uma das linhas de investigação da Polícia Civil.

“Não podemos descartar nada por enquanto, é bem precoce ainda. Não podemos falar se há indícios de sabotagem para não atrapalhar as investigações”, disse a delegada.


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Os dois funcionários da Cedae que chegaram às 10h30 saíram às 14h40 da delegacia, sem revelar os nomes e também sem dar entrevistas. Na semana passada, foram ouvidos cinco funcionários da empresa: Júlio César Antunes, ex-chefe da Estação de Tratamento de Água Guandu; Pedro Ortolano, o atual responsável pela área; e Wellis Rodrigo da Silva Costa, coordenador de operação de tratamento da concessionária de água .

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Na última sexta-feira, Witzel determinou o  afastamento imediato do diretor de saneamento e grande operação da Cedae , Marcos Chimelli.

Fonte: IG Nacional
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Advogado de Glenn diz que denúncia ‘é tosca’

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Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo – 27.8.19

O jornalista Glenn Greenwald

A defesa do jornalista Glenn Greenwald chamou de “expediente tosco” a denúncia apresentada nesta terça (21) pelo Ministério Público Federal (MPF). Em nota publicada no Blog do Fausto Macedo, o advogado Rafael Borges afirmou que o MPF quer “desrespeitar a autoridade da medida cautelar”, que foi concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em defesa de Greenwald.

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“Recebemos com perplexidade a informação de que há uma denúncia contra o jornalista Glenn Greenwald, cofundador do The Intercept. Trata-se de um expediente tosco que visa desrespeitar a autoridade da medida cautelar concedida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 601, do Supremo Tribunal Federal, para além de ferir a liberdade de imprensa e servir como instrumento de disputa política”, diz o texto divulgado no Blog.


De acordo com Borges, a medida tem como objetivo “depreciar o trabalho jornalístico de divulgação de mensagens realizado pela equipe do The Intercept Brasil em parceria com outros veículos da mídia nacional e estrangeira”. Greenwald foi denunciado por divulgar mensagens supostamente trocadas entre o então juiz federal e atual ministro da Justiça Sergio Moro e membros do MPF. Em comunicado enviado à Folha de S.Paulo , o jornalista ressaltou que a decisão do Ministério Público “é uma tentativa óbvia de atacar a imprensa livre em retaliação pelas revelações que relatamos sobre o ministro Moro e o governo Bolsonaro”.

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“Não seremos intimidados por essas tentativas tirânicas de silenciar jornalistas. Estou trabalhando agora com novos relatórios e continuarei a fazer meu trabalho jornalístico.
Muitos brasileiros corajosos sacrificaram sua liberdade e até sua vida pela democracia brasileira, e sinto a obrigação de continuar esse nobre trabalho”, afirmou à publicação.

Fonte: IG Nacional
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