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Cachorro leva tiro de caminhoneiro que se irritou com sua presença

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Cachorro é baleado e levado à clínica veterinária para ser socorrido
DIVULGAÇÃO/ POLÍCIA MILITAR
Cachorro é baleado e levado à clínica veterinária para ser socorrido

Um caminhoneiro foi preso na madrugada desta quinta-feira (06) após ter usado uma arma de fogo contra uma cadela, na zona norte de São Paulo. O animal levou um tiro próximo ao pescoço, mas foi socorrido pela Polícia Militar e levado a uma clínica de veterinária particular, onde recebeu atendimento.

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Os policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar estavam em uma operação quando foram chamados para dar apoio cachorro
baleado e realizar patrulhamento na região próxima ao terminal de carga na região da Vila Sabrina, perto do acesso para a Rodovia Fernão Dias.

De acordo com testemunhas locais, o homem teria se irritado com a presença de animais no terminal e teria sacado uma pistola calibre 6,35 e atirado contra a cadela, que foi identificada como Pintada.

Ao ser localizado dentro do seu veículo, o criminoso foi abordado pela polícia
e encaminhado para o 73º Distrito Policial do Jaçanã e detido por maus tratos contra animais e por porte ilegal de armas. Segundo os agentes que estavam no local, o caminhoneiro
foi questionado e confessou ter efetuado o disparo, oferecendo dinheiro aos policiais caso fosse absolvido do crime.

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A cadela foi socorrida e levada a um hospital veterinário 24 horas. Os policiais que participaram do caso, comovidos, se mobilizaram para custear o atendimento de Pintada. Apesar disso, o hospital não aceitou o pagamento e informou que cobrirá os custos gerados pelo tratamento.

Os agentes que atenderam à ocorrência serão homenageados, nesta terça às 15h, no Quartel do 5º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano.

Cachorro morre no Carrefour


No último dia 28 de novembro, um texto publicado no Facebook relatou que um funcionário de uma unidade da rede Carrefour teria envenenado e espancado um cachorro
Reprodução Twitter
No último dia 28 de novembro, um texto publicado no Facebook relatou que um funcionário de uma unidade da rede Carrefour teria envenenado e espancado um cachorro

 Esse é o segundo animal a sofrer violência humana nesta semana.  No último dia 28, um texto publicado no Facebook relatou que um cachorro de rua morreu após ser espancado e envenenado por segurança
de uma unidade da rede de hipermercados Carrefour localizada em Osasco.

O animal costumava ficar no entorno do supermercado e foi agredido depois que um dos funcionários recebeu um pedido de seu superior para retirar o animal do local. O vira-lata chegou a ser socorrido pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), mas não resistiu. 

Em nota oficial, o Carrefour afirmou  estar triste pelo ocorrido com o cachorro
e que “reconhece que um grave problema ocorreu” na loja e que “não vai se eximir de sua responsabilidade”. A rede também informou que o funcionário foi afastado desde o início das investigações.

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Lula é investigado em novo inquérito por invasão do MTST ao tríplex do Guarujá

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Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira
Ricardo Stuckert
Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agora é investigado em mais um inquérito. A Polícia Federal apura se ele influenciou o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) a invadir o tríplex do Guarujá, que é atribuído a ele. As informações são do jornal Folha de S.Paulo
.

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Em abril do ano passado, cerca de 30 manifestantes do MTST invadiram o apartamento para protestar contra a prisão de Lula
. Quem coordenou a ocupação foi Guilherme Boulos (PSOL). “Se o tríplex é dele, então o povo está autorizado a ficar lá. Se não é, precisam explicar por que ele está preso”, afirmou Boulos na época.

Em um discurso antes de ser preso, no dia 7 de abril do ano passado, o ex-presidente afirmou que foi condenado “por um desgraçado de um apartamento” que não pertence a ele e afirmou que já havia pedido que Boulos “mandar o pessoal dele ocupar”.

Agora, a PF investiga se a fala do petista influenciou o MTST
a invadir o tríplex e se houve esbulho processório, ou seja, quando se invade “terreno ou edifício alheio”. A pena é de até seis meses e multa. O ex-presidente será ouvido na próxima terça-feira.

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Nessa quinta-feira, a defesa reiterou um pedido ao STF para que a ação penal sobre o sítio de Atibaia saia da Justiça Federal do Paraná. O pedido já havia sido feito em maio do ano passado e refeito quando ele foi condenado. Agora, a defesa pede “urgência e prioridade” para a questão. 

O principal argumento é de que o STF já havia decidido retirar do Paraná os trechos da delação da Odebrecht sobre o sítio, em abril. A decisão, no entanto, não proibiu a Justiça do estado de usar as informações. A defesa do petista quer que o caso prossiga em Brasília ou em São Paulo, onde os fatos investigados na ação ocorreram.

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Lula
foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, ligado à Operação Lava Jato. A primeira instância considerou que o ex-presidente recebeu propina quando estava reformando o imóvel. 


Fonte: IG Nacional
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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro repassava 60% do salário para Fabrício Queiroz

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Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP
Reprodução/SBT
Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Agostinho Moraes da Silva, afirmou que repassava cerca de 60% de seu salário para Fabrício Queiroz, outro ex-assessor do agora senador. O depoimento foi dado aos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro que investigam movimentações financeiras suspeitas feitas por Queiroz, conforme identificou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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A testemunha, primeira ouvida no caso, afirmou que todos os meses repassava R$ 4 mil dos R$ 6 mil que recebia como seu salário na Alerj  para Fabrício Queiroz
. Agostinho disse que este dinheiro era aplicado em compras e vendas de veículos mediadas pelo “amigo” Queiroz e que os rendimentos, ao final de meses, eram maiores do que o que ganharia se aplicasse em fundos de investimentos de banco.

O ex-assessor apontou que recebia um lucro mensal de 18% das mãos de Queiroz. Na época, ambos trabalhavam no gabinete de Flávio Bolsonaro
na Alerj. Os repasses nunca foram declarados à Receita Federal.

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O caso Queiroz nasceu graças a uma investigação iniciada com a Operação Lava Jato
no Rio de Janeiro, que analisa a ação de deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Alerj) em contratos.

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Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável por identificar movimentações financeiras, Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Nantes Bolsonaro (PSL), recebia sistematicamente transferências bancárias e depósitos feitos por oito funcionários que trabalharam ou ainda trabalham no gabinete do deputado na Alerj. Os valores suspeitos giram em torno de R$ 1,2 milhão. O Ministério Público quer esclarecer essas movimentações.

Entre as movimentações financeiras atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de um cheque de R$ 24 mil pago à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie no mesmo valor dos depósitos suspeitos feitos nas respectivas vésperas.

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Em meio à polêmica, o próprio Flávio Bolsonaro e os familiares de Fabrício Queiroz
, entre eles sua esposa, Marcia Aguiar Queiroz, e suas duas filhas, Evelyn Queiroz e a própria Nathalia Queiroz, também foram convidados pelo Ministério Público a prestarem depoimento, mas não compareceram.

Fonte: IG Nacional
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