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Saúde

Brasil ultrapassa 480 mil mortos pela Covid-19 nesta quinta

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Brasil já tem mais de 480 mil mortos pela Covid-19
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Brasil já tem mais de 480 mil mortos pela Covid-19


O Brasil registrou 2.504 mortes pela Covid-19 nesta quinta-feira (10), segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com a atualização, o Brasil chegou ao número de 482.019 mortes. Já o número de infectados está em 17.210.969, com 88.092 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.

O ranking de estados com mais mortes pela Covid-19 é liderado por São Paulo (116.693), Rio de Janeiro (52.371) e Minas Gerais (42.319). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.672), Acre (1.699) e Amapá (1.745).

Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, ultrapassando 3,4 milhões de casos. Minas Gerais, com mais de 1,6 milhão, e Paraná, com mais de 1,1 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de Covid-19 é o Acre (83.665), seguido por Roraima (105.517) e Amapá (113.549).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Desde o início de junho do ano passado, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacinada com AstraZeneca, Merkel toma 2ª dose da Moderna

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Angela Merkel
Reprodução: iG Minas Gerais

Angela Merkel


Após ter tomado a primeira dose da vacina da AstraZeneca, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, completou nesta terça-feira (22) seu ciclo de imunização, porém com a fórmula da Moderna.

A confirmação foi dada pelo porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert. Merkel, 66 anos, foi vacinada com o imunizante da AstraZeneca em 16 de abril, pouco depois de as autoridades sanitárias da Alemanha terem recomendado esse produto apenas para maiores de 60 anos.

Ainda não há estudos clínicos conclusivos sobre a eficácia de regimes de  vacinação mistos, nos quais a segunda dose é de um produto diferente da primeira.

O imunizante da AstraZeneca se baseia em um adenovírus inativo contendo os genes que codificam a proteína spike, espécie de casca de espinhos do coronavírus Sars-CoV-2.

Já a vacina da Moderna utiliza a tecnologia do RNA mensageiro (mRNA), uma sequência genética sintética que também instrui as células humanas a produzirem a proteína spike, induzindo a resposta do sistema imunológico.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid: taxa de assintomáticos com variante P1 é de 11%, considerada elevadíssima

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Taxa de assintomáticos com variante gama é de 11%
Reprodução/FreePic

Taxa de assintomáticos com variante gama é de 11%


A taxa de assintomáticos contaminados pela variante gama do coronavírus, ou P1, é considerada elevadíssima. Segundo estudo conduzido pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia, em amostra aleatória da população que ia de casa para o trabalho, o percentual de assintomáticos chega a 11%

O estudo deixa ainda mais claro a necessidade do uso de máscara, cuidados com a higiêne e o distanciamento social para combater o crescimento de casos. Atualmente, a gama é a variante predominante no Brasil e é extremamente preocupante que boa parte dos infectados circulem normalmente sem sinais da doença.

Para o levantamento, foram utilizadas amostras de 1.400 pessoas escolhidas aleatoriamente em praças movimentadas e mercado popular de Feira de Santana, a segunda cidade mais populosa da Bahia. O estudo foi realizado de 8 de abril a 18 de maio.

“Esperávamos encontrar 5%, o que já seria elevadíssimo. Mas esse percentual deixa evidente que essa variante fez a pandemia explodir porque é extremamente transmissível. Como muitos dos infectados não adoecem, eles espalham sem saber o vírus que, como nosso gigantesco número de mortos e doentes deixa patente, acaba por encontrar também pessoas mais vulneráveis. É assim que se move a pandemia no Brasil”, afirmou o coordenador do estudo, Luiz Carlos Júnior Alcântara, ao jornal O Globo.

Segundo Alcântara, seria comum encontrar esta taxa em hospitais, mas não nas ruas em pessoas sem sintômas. No entanto, das 1.400 testadas com RT-PCR, 154 estavam positivas.

Os cientistas sequenciaram 122 genomas para investigar qual variante havia infectado as pessoas que participaram do levantamento e só encontraram a gama e uma variação dela chamada de P1.1. Segundo estudos recentes, a gama chega a ser 2,4 vezes mais transmissível do que outras variantes do vírus. 

Fonte: IG SAÚDE

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