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Saúde

Brasil tem novo recorde: 4.249 mortes por Covid-19 em 24 horas

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Foto: Alex Pazuello/Semcom

Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida

O Brasil bateu novo recorde de mortes por Covid-19 em 24 horas nesta quinta-feira (8): 4.249. Com isso, o país chegou ao total de 345.025 óbitos acumulados. A média móvel de mortes voltou a crescer e chegou a 2.820. Os dados são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, já são 13.279.857 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 86.652 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos sete dias foi de 62.859.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 80.742 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 38.657 mortes, seguido por Minas Gerais (26.795), Rio Grande do Sul (21.538) e Paraná (18.492).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

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Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

80 mil mortes em São Paulo

Com 1.229 mortes por Covid-19 registradas nesta quinta-feira (8), o estado de São Paulo chegou a 80.742 vidas perdidas para a doença desde o início da pandemia. Também foram registrados 21.004 novos casos, totalizando 2.597.366 infectados.

Covid-19 no mundo 

Mais de 133 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 2,8 milhões morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

“Situação está longe do fim”, diz presidente da Anvisa

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse nesta quinta-feira (8) que a situação pandêmica está longe do fim no Brasil.

“O entendimento que temos aqui na agência, e não é um entendimento dos mais felizes, é que essa situação que atravessamos está longe do seu fim. Não há entre nós a convicção de que a fase pior tenha passado. Nós temos tido uma série de sinalizações de possibilidades ainda mais desafiadoras estão por vir no curto e no médio prazo”.

Na avaliação de Antônio Barra Torres, toda uma estrutura mundial vai ter que se reorganizar. “Nascerá um novo mundo dessa pandemia. E em setores da economia que, por uma ação fundamentalmente focada no capitalismo, tinham uma justificação, como a terceirização de áreas essenciais de produção em troca de mão de obra mais barata e questão fiscal mais atraente, hoje se dá por comprovado que quem fez essa escolha encontra-se em uma posição de refém diante da oferta de insumos essenciais que vêm do exterior – no caso concreto, basicamente de dois países”.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa começa na semana que vem inspeção de fábricas da Sputnik V na Rússia

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A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/SputnikV

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) marcou para a semana que vem o início da inspeção em duas fábricas que produzem a vacina Sputnik V na Rússia.

O objetivo é certificar os laboratórios por boas práticas de fabricação, levantando dados que ainda faltam para avaliar o uso emergencial do imunizante no Brasil e também para eventualmente aprovar um processo de importação excepcional.

O pedido de uso emergencial f oi feito na Anvisa, mas há documentos pendentes que os representantes da vacina no país ainda não entregaram. As pressões em torno da liberação da Sputnik V se intensificaram nos últimos dias.

O próprio Ministério da Saúde já fechou contrato de compra, que, segundo cronograma, deve começar a ser executado com a entrega de 400 mil doses em abril, chegando a 10 milhões nos próximos meses. Governadores também negociaram aquisições de doses com o Fundo Soberano Russo, representante do laboratório.

Na última terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que conversou por telefone com o presidente russo Vladimir Putin sobre a vacina Sputnik V. Na ocasião, o presidente da Anvisa, Antonio Barra, já tinha dito que enviaria equipes para avaliar as condições sanitárias de fábricas na Rússia.

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A inspeção vai ocorrer em duas fábricas. A primeira deve acontecer entre 15 e 21 de abril com três servidores da Anvisa, que visitarão o local responsável pela produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima usada no imunizante, e da vacina finalizada. A segunda inspeção está prevista para 19 a 23 de abril, na empresa responsável pelas etapas de envase e embalagem, com outros dois servidores.

As equipes verificam os “processos de trabalho, as estruturas físicas das áreas de produção, armazenamento e laboratórios de controle de qualidade, além da documentação do sistema de garantia de qualidade da empresa”, explica a Anvisa.

Mais uma rodada de reuniões foi realizada nesta sexta-feira com representantes da vacina russa, o laboratório União Química e o Fundo Russo. “Durante a reunião, a Agência alinhou os detalhes da ida dos servidores da Anvisa à Rússia e das atividades que serão feitas durante a inspeção nas fábricas”, diz a Anvisa em nota.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacina da Moderna garante produção de anticorpos por pelo menos 6 meses

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A pesquisa aponta ainda que o tempo médio para que a neutralização da Covid-19 após a vacinação pela Moderna caia pela metade é de 202 dias
Foto: Pixabay

A pesquisa aponta ainda que o tempo médio para que a neutralização da Covid-19 após a vacinação pela Moderna caia pela metade é de 202 dias

A vacina da Moderna garante produção de anticorpos em adultos por pelo menos seis meses após tomar a segunda dose, aponta estudo publicado na terça-feira (6) na revista científica The New England Journal of Medicine.

O acompanhamento, realizado junto a 33 voluntários adultos saudáveis, integra a primeira fase de testes para identificar a durabilidade da imunização, elaborada com coleta diária de amostras de taxas de anticorpos.

Pesquisadores apontam que a atividade de defesa dos anticorpos se manteve alta até o dia 209, último avaliado pelo estudo, observação feita a partir de teste específico para detecção de anticorpos específicos que, no caso da Covid-19, inibem a atuação da proteína Spike, que viabiliza a entrada do coronavírus nas células humanas.

A pesquisa aponta ainda que o tempo médio para que a neutralização da Covid-19 após a vacinação pela Moderna caia pela metade é de 202 dias.

A concentração de anticorpos não neutralizantes (responsável por identificar o vírus e recrutar outras células do sistema imune para neutralizá-lo) contra a Covid-19, por outro lado, se reduz à metade em 52 dias, e a de anticorpos neutralizantes (que atuam na neutralização da carga viral), em cerca de 69 dias.

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Os resultados são consistentes com observações feitas de pacientes com Covid-19 até 8 meses depois de apresentarem os primeiros sintomas. Entretanto, os responsáveis pelo estudo vão seguir investigando o efeito da aplicação de uma terceira dose do imunizante para estender a atuação dos anticorpos contra emergentes novas cepas do vírus.

O imunizante da Moderna, assim como a vacina da Pfizer, são as únicas disponíveis no mercado internacional produzidas a partir de RNA mensageiro, uma nova tecnologia para desenvolvimento de vacinas. Neste mês, a Pfizer também apresentou estudos preliminares que avaliam a eficácia da imunização por ao menos seis meses, depois de tomar a segunda dose.

Fonte: IG SAÚDE

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