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Saúde

Brasil tem 71,4 mil mortes pela Covid-19 e 1,83 milhão de casos confirmados

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dois enfermeiros usando roupas impermeáveis dão assistência a paciente da Covid-19
AFP

Confira os dados deste sábados (11) divulgados pelo Ministério da Saúde


O último levantamento do Ministério da Saúde, divulgado neste sábado (11), mostra que o Brasil registrou 1.079 novas mortes  causadas pela Covid-19 em 24 horas. O total agora é de 71.469. O crescimento é de 1,5%. A taxa de letalidade é 3,9% no País.


Já o número de casos confirmados de contaminação pelo  novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi para 1.839.850. Desse total, 39.023 casos só de ontem para hoje. O crescimento é de 2,2%.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O Brasil alcançou ontem (10) a marca de 70 mil mortes causadas pela Covid-19 . De acordo com o levantamento, a pasta registrou 1.214 óbitos e 45.048 casos em 24 horas. Até então, o Brasil tinha 70.398 mortes e 1.800.827 pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Tabela de mortes e casos confirmados de Covid-19 no Brasil
Divulgação/Ministério da Saúde

Tabela de mortes e casos confirmados de Covid-19 no Brasil

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 17.702 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 11.406 mortes.

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (366.890), Ceará (135.945), Rio de Janeiro (129.675), Pará (124.934) e Bahia (104.188).


Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Prefeitura desativa ala de hospital de campanha do Anhembi, em SP

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Agência Brasil

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Redes Sociais /Reprodução

Hospital de campanha do Anhembi tem ala desativada; hospital do Pacaembu já foi desativado

A prefeitura de São Paulo  desativou ontem (31) uma ala do  hospital de campanha do Anhembi, localizado na zona norte da capital. O hospital foi criado em abril, de forma temporária, para atender os casos de baixa e média complexidade no tratamento da Covid-19 (doença provocada pelo novo coronavírus, Sars-Cov-2).

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, anunciou, no dia 16 de julho, de que iria fechar uma parte desse hospital de campanha devido à queda na demanda por leitos.

De acordo com a administração municipal, foi fechada a ala do Pavilhão. A ala era gerenciada pela organização social da saúde Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas) e salvou a vida, segundo o órgão, de 2.718 pessoas. Nesse local foram registradas a morte de 14 pessoas.

Até junho, essa ala tinha 561 leitos e, em julho, administrava 200 leitos devido à queda na demanda. Os materiais e equipamentos que eram utilizados nessa ala, tais como respiradores, serão destinados para o Hospital Municipal da Brasilândia.

A outra ala, que foi instalada no Palácio das Convenções, continuará ativa, com 310 leitos. Essa ala é gerenciada pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (APDM).

Ontem (31) haviam 113 pessoas internadas no hospital de campanha do Anhembi, segundo balanço divulgado pela prefeitura.

A prefeitura tinha dois hospitais de campanha. O primeiro a ser criado foi o do estádio do Pacaembu, fechado no dia 29 de junho. O hospital de campanha do Pacaembu tem 200 leitos, sendo 16 deles para estabilização. Por ele passaram 1.493 pacientes. Já o do Anhembi tinha capacidade para até 1,8 mil leitos de baixa complexidade, mas 929 deles eram de contingência e não chegaram a ser utilizados.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Rússia: vacinação em massa contra Covid-19 começa em outubro

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Serviço de Imprensa/Ministério da Defesa da Rússia

Ministro da Saúde afirmou que em outubro deve começar a imunização em massa

O Ministro da Saúde da Rússia declarou que testes de vacina contra o coronavírus (Sars-Cov-2) foram completados e que o país deverá dar início à vacinação em massa no mês de outubro.  Mikhail Murashko fez as declarações em entrevista ao site Sputnik. 

“Estamos nos preparando para que em outubro comece a vacinação em massa contra o coronavírus”, disse o ministro.

“A vacina contra a infecção pelo coronavírus, desenvolvida pelo instituto Gamalei, completou suas pesquisas clínicas”, afirmou Murashko. Segundo o governo russo, atualmente estão sendo colhidos os documentos necessários para o registro oficial da vacina do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamalei, que precederá seu uso.

No plano, médicos e professores deverão ser os primeiros a ser vacinados. Mas ainda são esperadas pelo menos duas declarações oficiais sobre os testes clínicos de outras vacinas desenvolvidas na Rússia nos próximos 45 dias.

No último dia 29, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, havia dito que a situação do coronavírus na Rússia havia se estabilizado mas que em algumas regiões a situação ainda é complicada.

Nos meses de junho e julho o número de infectados caiu pela metade na Rússia, em comparação com os números recordes em maio, mas a situação ainda pode se agravar.

Fonte: IG SAÚDE

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