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Brasil tem 37 mil contaminados pela Covid-19 em menos de 24h; óbitos são 64 mil

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Seguindo os protocolos de enfrentamento à Covid-19%2C o Sistema Integrado de Saúde do Senado Federal (SIS) realiza testes moleculares para detecção do vírus
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Seguindo os protocolos de enfrentamento à Covid-19, o Sistema Integrado de Saúde do Senado Federal (SIS) realiza testes moleculares para detecção do vírus

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde divulgou, neste sábado (03), dados que apontam que o Brasil alcançou 1,577 milhão de casos e 64 mil óbitos devido à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2). Só nas últimas 16 horas foram 37,9 mil contaminados e 1.091 mil mortes no País. 


De acordo com o órgão, a região Sudeste continua concentrando a maior foco de casos registrados de Covid-19 , sendo São Paulo com 312 mil e Rio de Janeiro 120 mil. 

Ceará, Pará e Maranhão completam o pódio de estados mais afetados pelo novo vírus. No Ceará são 120 mil infectados (assim como no Rio) e 6 mil óbitos, já no Pará são 112 mil contaminados e 5 mil mortos pela doença. Enquanto isso, o Maranhão contabiliza 89 mil doentes de Covid-19 e 2 mil vítimas fatais.

Ainda segundo o órgão, os estados menos atingidos pela pandemia são Acre (14 mil contaminados), Tocantins (12 mil) e Mato Grosso do Sul (9 mil). Ambos tem menos de 1 mil mortes devido à  Covid-19 , contabilizando 391, 215 e 114 óbitos respectivamente. 

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Covid-19 agravou crise sanitária e novas favelas surgiram no Brasil

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Covid-19 expôs crise sanitária e novas favelas surgiram no Brasil
Fernando Frazão/ Agência Brasil – 7.4.14

Covid-19 expôs crise sanitária e novas favelas surgiram no Brasil

A epidemia do novo coronavírus  (Sars-Cov-2) exigiu isolamento e distanciamento social, com os funcionários longe das empresas e cada vez menos demandas, muitos foram demitidos. Como consequência, muitos brasileiros se viram desempregados e sem renda. Entre escolher pagar o aluguel ou alimentar os filhos, muitos se viram obrigados a deixar suas casas e ocupar espaços nas favelas.

Há quatro meses um estacionamento informal para caminhões no Jardim Julieta, em São Paulo, transformou-se em símbolo da devastação que a pandemia de Covid-19 provocou no Brasil. Mais do que isso, a nova comunidade é exemplo do descaso do governo com famílias sem renda em meio a uma crise da saúde.

Priscila Tomás da Silva, 35 anos, é uma das que teve que construir um barraco na nova favela na zona norte de São Paulo. Com um filho pequeno e 8 membros na família, ela explicou à AFP que se viu incapaz de conseguir pagar um aluguel de R$500 mensais. “Meu marido, que é o único que trabalha, foi mandado embora. A gente não tem como pagar o aluguel porque tem seis filhos também. Ficou difícil e aí a gente veio pra cá”, disse.

CRISE SANITÁRIA

No Jardim Julieta as condições são precárias. O que se vê são becos sem pavimentação sendo ocupados por barracos feitos de madeirite, placas de compensado de madeira e telhados improvisados com lonas de plástico. A maioria das casas não tem banheiro.

Em meio a uma pandemia, cerca de 700 famílias que habitam a nova favela enfrentam o desafio de manter uma higiene adequada e o distanciamento social . É inegável a situação de vulnerabilidade das favelas ao novo coronavírus.

Coordenador de políticas urbanas do Observatório das Favelas, o arquiteto Lino Teixeira afirmou à AFP que historicamente as pandemias empurram os pobres para as periferias e influenciam a formação de políticas de remoção . “No Rio de Janeiro, a própria formação da favela está ligada a um conjunto de epidemias urbanas, desde a febre amarela até a gripe espanhola, a varíola, depois o sarampo”, diz.

Sem ter para onde ir, os moradores da favela do Jardim Julieta agora enfrentam outro desafio: as autoridades já emitiram uma ordem de despejo e o prazo vence em 7 de agosto.

DESIGUALDADE

Os mais pobres, que sempre foram os mais afetados economicamente, estão sentindo com ainda mais força os efeitos da pandemia no estado de São Paulo, epicentro da Covid-19 no Brasil , com quase 25% das mais de 90 mil mortes registradas no país .

Os trabalhadores informais foram extremamente prejudicados com o isolamento e as medidas impostas pela quarentena, que os impediu de exercer suas funções. Com uma renda reduzida, se não zerada, muitos desses profissionais – diaristas, ajudantes de pedreiro, microempreendedores etc – se viram incapazes de continuar pagando o valor de seus aluguéis. 

Joyce Pinto, 27 anos, e o marido Gilmar Chaves, 29 anos, chegaram a ser ameaçados pelo proprietário da casa que habitavam quando não conseguiram pagar pelo aluguel. O casal, não conseguiu manter a renda durante a quarentena e a filha de dois anos perdeu a vaga na creche. A entrevista foi dada à AFP.

Para esses casos, países ao redor do mundo suspenderam ordens de despejo de inquilinos, no entanto, no Brasil a situação foi diferente. O presidente Jair Bolsonaro vetou uma lei similar em julho e como resultado vimos a formação de uma nova favela na capital de São Paulo. Segundo o Observatório de Remoções, um grupo de defesa do direito à moradia, mais de 2.500 famílias foram despejadas ou ameaçadas de despejo durante a pandemia.

Novos sem-teto também passaram a ocupar prédios no centro de São Paulo e o MTST chegou a promover a Marcha Contra os Despejos e Pela Moradia , que foi repreendida com bombas de gás.


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Indígenas da Bahia fecham aldeias para diminuir casos de Covid-19

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Indígenas à beira de lago
Funai

Indígenas estão em isolamento para diminuir casos de Covid-19

Lideranças indígenas nas regiões do Sul e extremo Sul do estado da Bahia fecharam as tribos para diminuir os casos de Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Na maioria desses locais, a presença de visitantes está suspensa e só é permitido a entrada de indígenas com máscaras.

De acordo com informações divulgadas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), 90% dos indígenas com Covid-19 na Bahia nessas regiões, sendo que elas concentram as maiores populações de índios de todo o estado.

Ainda segundo informações do DSEI, em toda a Bahia, 119 indígenas foram confirmados com o novo coronavírus. Duas mortes foram registradas.

A coordenadora do Distrito Sanitário da Saúde na Bahia, Luzia Pataxó, disse que quando um indígena apresenta sintomas da doença, o primeiro atendimento é feito nos postos de saúde dos municípios. Se o caso piorar, ele é encaminhado para regulação do estado.

Por causa da pandemia, o turismo na região foi suspenso e muito indígenas que viviam da venda de comidas e artesanato aos visitantes ficaram sem renda.

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