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Saúde

Brasil registra 176 mortes em 24h e tem menor média móvel desde abril de 2020

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Homem internado em leito de UTI
Ministério da Saúde

Homem internado em leito de UTI

Com as 176 mortes relacionadas à covid-19 relatadas nas últimas 24h, o Brasil chegou aos 601.574 óbitos confirmados desde o início da pandemia. A média móvel de casos, que considera os últimos sete dias, ficou em 316, e é a menor desde abril do ano passado.

Com relação aos casos, foram 7.852 novos relatos, totalizando 21.597.494. A média móvel destas infecções também atingiu uma marca importante – é a menor desde maio de 2020.

Vale lembrar que após fins de semana e feriados, os números tendem a ser mais baixos que o normal. A situação deve ser normalizada amanhã (14).

Desde junho de 2020, após uma confusão com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass) informa os dados referentes à pandemia.

O Mato Grosso, que não vinha atualizando os dados desde o último dia 9, incluiu os registros de 9 a 13 de outubro, e por isso, apresentou registros mais altos que o normal.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, 239.047.058 pessoas já se contaminaram com o novo coronavírus, e 4.891.279 foram a óbito.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pandemia afetou ciclo menstrual de 77% das mulheres

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Pesquisa sobre ciclo menstrual na pandemia foi feito pela UFLA
Pixabay

Pesquisa sobre ciclo menstrual na pandemia foi feito pela UFLA

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostrou como a pandemia influenciou no ciclo menstrual das mulheres brasileiras. Entre as entrevistadas, 77% relataram alterações no ciclo menstrual desde março do ano passada.

Para a análise dos sintomas, as mulheres foram divididas em dois grupos: quem já foi infectada pela covid-19, e quem não pegou a doença.

Entre as que não tiveram covid-19, 98% relataram as alterações no ciclo, aumento de estresse, ansiedade, nervosismo e insônia. A maioria esmagadora das mulheres que apresentaram reflexos na saúde mental (90%) apresentaram alterações no ciclo, o que pode indicar relação entre os fatores. Já no grupo das mulheres que teve a doença, 80% tiveram alterações na menstruação.

O efeito, segundo o professor Bruno Del Bianco, que coordena o estudo, foi maior em mulheres de 18 a 24 anos. “É possível que isso se deva ao fato de elas não terem ainda ingressado ou se estabilizado na carreira, nem consolidado outros aspectos da vida, o que traz maior insegurança e incertezas sobre o futuro e o que poderá acontecer após a pandemia”, analisa.

Borges, que também coordena o Programa de Pós-Graduaçãoe m Ciências da Saúde, os dados são preocupantes, pois podem, em um cenário pós-pandemia, interferir na saúde reprodutiva das mulheres.

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“Os efeitos da pandemia sobre a saúde mental, ciclo menstrual e libido sugerem um possível efeito negativo sobre a função reprodutiva da mulher, o que pode interferir na fertilidade, mesmo que em caráter momentâneo. Estudos demonstram que pandemias e epidemias anteriores causaram efeitos adversos sobre o organismo feminino por até dois anos após a crise sanitária”, explica.

“A avaliação mais profunda dos nossos resultados depende de outras investigações, já que várias perguntas surgem a partir desses dados. Estaria havendo um real impacto sobre a fertilidade das mulheres neste momento? É preciso seguir com novos estudos”.

Outro aspecto que chamou atenção do grupo de estudos foi o pouco conhecimento das entrevistadas sobre o próprio ciclo menstrual.

“Percebemos, pelas respostas, que muitas mulheres não conheciam suficientemente seu próprio ciclo. Esse também é um indicador que merece atenção de outras pesquisas e dos programas de saúde da mulher, já que a mulher precisa ter um conhecimento básico de seu corpo para identificar situações anormais que podem afetar sua saúde reprodutiva.”

O estudo é o ponto de partida para investigações que podem subsidiar políticas públicas de saúde para mulheres.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pfizer: Vacina é 91% eficaz em crianças de 5 a 11 anos

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Eficácia da Pfizer está sendo testada em crianças nos EUA
Reprodução: ACidade ON

Eficácia da Pfizer está sendo testada em crianças nos EUA

Um estudo publicado hoje pela Pfizer aponta que a vacina contra covid-19 da farmacêutica é segura em crianças de 5 a 11 anos, e apresentam cerca de 91% de eficácia nessa faixa etária.

Os Estados Unidos estão avaliando abrir a vacinação para esse público, e segundo a Associated Press, a aplicação pode começar já no próximo mês se o imunizante for aprovado pelas autoridades sanitárias.

O FDA, uma espécie de Anvisa do país, vai publicar seu parecer independente sobre os dados de segurança e eficácia da empresa no final do dia.

As evidências apresentadas pela Pfizer serão debatidos publicamente pelos consultores do FDA na próxima semana. Para manter as crianças na escola, a expectativa é de que a faixa etária de vacinação possa ser estendida – atualmente, maiores de 12 anos já podem se vacinar.

Fonte: IG SAÚDE

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