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Economia

Brasil perdeu quase 30 mil indústrias em seis anos, aponta IBGE

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Crise econômica é um dos motivos para fechamento de empresas no país
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Crise econômica é um dos motivos para fechamento de empresas no país

O número de empresas industriais do país chegou a 306,3 mil em 2019, com queda acumulada de 8,5%, ou menos 28,6 mil empresas, desde 2013. Essas empresas ocupavam 7,6 milhões de pessoas, contingente que vem recuando há seis anos, acumulando queda de 15,6%, com menos 1,4 milhão de trabalhadores.

Os dados constam da Pesquisa Industrial Anual Empresa 2019 (PIA Empresa), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) .

As indústrias movimentaram R$ 3,6 trilhões de receita líquida de vendas e pagaram um total de R$ 313,1 bilhões em salários e outras remunerações. A atividade gerou um total de R$ 1,4 trilhão de valor de transformação industrial (VTI), sendo 90,1% decorrentes das indústrias de transformação.

Esse total é resultado da diferença entre um valor bruto da produção industrial de R$ 3,3 trilhões e os custos de operações industriais, de R$ 1,9 trilhão.

O faturamento bruto total das empresas em 2019 alcançou R$ 4,8 trilhões, sendo 82,5% da venda de produtos e serviços industriais, 8,3% decorrentes da receita gerada por atividades não industriais, e 9,2% por outras receitas, como rendas de aluguéis, juros relativos a aplicações financeiras, variações monetárias ativas e resultados positivos de participações societárias.

As oito maiores empresas industriais concentravam 24,7% do VTI. A participação das indústrias extrativas no VTI subiu de 11,7% para 15,2% em dez anos. A indústria de transformação perdeu participação, mas ainda concentra 84,8% do VTI das atividades industriais do país.

A participação da fabricação de veículos no ranking do VTI nacional caiu da 3ª para 6ª posição entre 2010 e 2019. A Região Sudeste perdeu participação desde 2010, mas ainda concentrava 57,7% do VTI em 2019.

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A indústria pagava, em média, 3,2 salários mínimos em 2019. As indústrias extrativas tinham a maior média salarial (4,6 salários mínimos), enquanto as indústrias de transformação pagavam, em média, 3,1 salários mínimos.

O porte médio da indústria era de 25 pessoas ocupadas por empresa. As indústrias extrativas ocupavam 30 trabalhadores por empresa e as indústrias de transformação, 25.

Receita de vendas

O IBGE também divulgou a Pesquisa Industrial Anual Produto 2019 (PIA Produto) que apontou que o valor da receita de vendas em 38,5 mil unidades locais industriais das 32 mil empresas, com 30 ou mais pessoas ocupadas, totalizou R$ 2,8 trilhões.

Entre as maiores participações na receita de vendas, a liderança continuava com óleos brutos de petróleo, com R$ 106,2 bilhões e participação de 3,8%. Em seguida, vêm minérios de ferro, óleo diesel, automóveis, carnes bovinas frescas ou refrigeradas, etanol para fins carburantes, gasolina automotiva, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja, pastas químicas de madeira e adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio.

Segundo o IBGE, somados, os dez principais produtos industriais concentraram 21,5% do valor das vendas em 2019, participação superior à registrada em 2018, com 20,9%.

Entre os 100 principais produtos, os que mais ganharam posições frente a 2018 foram o álcool etílico (etanol) desnaturado para fins carburantes, que ganhou 43 posições (de 86ª para 43ª) e carnes de suíno frescas ou refrigeradas (da 123ª para 94ª).

Já entre os que mais perderam, destacam-se serviço de manutenção e reparação de aeronaves, turbinas e motores de aviação, que perdeu 25 posições (de 41ª para 66ª) e biscoitos e bolachas, da 37ª para 58ª posição.

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Economia

Vale registra lucro R$ 38 bi segue a ação mais recomendada da Bolsa

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Vale (VALE3) atinge lucro líquido de quase US$ 7,6 bi e reforça seu posto de ação mais recomendada da Bolsa
Sophia Bernardes

Vale (VALE3) atinge lucro líquido de quase US$ 7,6 bi e reforça seu posto de ação mais recomendada da Bolsa

A mineradora Vale (VALE3) registrou um lucro líquido de US$7,586 bilhões no segundo trimestre de 2021. Desse modo, a empresa obteve uma alta de 658% em comparação com o mesmo período no ano passado, quando lucrou US$ 995 milhões, de acordo com relatório divulgado pela mineradora esta quarta-feira (28).

No entanto, os resultados de 2020 vieram em um momento em que a Vale enfrentava os efeitos da queda da barragem em Brumadinho, no estado de Minas Gerais.

A mineradora obteve um lucro extraordinário nesse período mesmo com a tragédia. Por conseguinte, o bom desempenho da companhia no último segundo trimestre se justifica pelo forte aumento no custo do minério de ferro.

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Acréscimo no 2T21 da Vale (VALE3)

De acordo com a Vale, no intervalo de um ano, o custo médio mais que dobrou, avançando para US$ 182,8 por tonelada. Visto que, o cenário de aumento nos preços cooperou para um avanço de 117% na receita da mineradora, indo para R$ 87,85 bilhões.

Leia a matéria completa no  site do 1Bilhão. 

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Dívida pública aumenta 3,07% em junho e chega a R$ 5,33 trilhões

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Dívida pública aumenta 3,07% em junho, chegando a quase R$ 5,5 trilhões
Fernanda Capelli

Dívida pública aumenta 3,07% em junho, chegando a quase R$ 5,5 trilhões

Na última quarta-feira (28) a Secretaria do Tesouro Nacional informou que a dívida pública do Brasil, que inclui os débitos do governo no Brasil e no exterior, aumentou em 3,07% no mês de junho. Portanto, atualmente a dívida está avaliada em R$ 5,33 trilhões.

O débito público é emitido pelo Tesouro Nacional com o objetivo de financiar o déficit orçamentário do governo federal. Dessa forma, a dívida se apresenta como um empréstimo, feita para pagar despesas que excedem a arrecadação do país com impostos e tributos.

Problemas com o orçamento

Junto com a atualização da dívida pública, a equipe econômica tenta buscar soluções para o déficit financeiro de 2022 , avaliado em R$ 170,5 bilhões.

De acordo com a equipe econômica, o objetivo é reduzir esse orçamento entre R$ 60 bilhões e R$ 70 bilhões, com melhorias na arrecadação tributária e um freio no ímpeto do Congresso de ampliar o rol de bondades para evitar a perda de receita.

Leia a matéria completa no  site do 1Bilhão.

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