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Economia

BossaBank prevê R$ 1 bilhão no primeiro ano

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BossaBank prevê R$1 bi no primeiro ano
Fabrizio Gueratto

BossaBank prevê R$1 bi no primeiro ano

Depois de alcançar o marco de mil startups investidas, a companhia de venture capital Bossanova Investimentos lança o próprio banco digital, o BossaBank, com o objetivo de ampliar a oferta de produtos que buscam democratizar o investimento em startups no país e fomentar o ecossistema de tecnologia.

Por meio da infraestrutura white label do banco Modal, possibilitada pela estratégia Modal as a Service — que oferece soluções e produtos customizados de banking, seguros, investimentos e crédito, etc –, a solução contará com a funcionalidade de investback, uma forma de cashback em que 1% dos valores das taxas inerentes às operações é revertido em recursos para investimento em startups. A expectativa é que a plataforma movimente R$1 bilhão durante o primeiro ano e que mais de 850 startups possam ser beneficiadas.

O modelo segue a premissa do Silicon Valley Bank, referência para as startups americanas. Pela plataforma, pessoas físicas e jurídicas conseguirão abrir uma conta de forma totalmente gratuita, podendo realizar transferências bancárias, PIX, pagar boletos e ter acesso a todos os serviços financeiros de um banco tradicional, só que com um cartão de crédito pré-pago. Para empresas, logo será possível também a antecipação de recebíveis.

Segundo João Kepler, CEO da Bossanova, o objetivo é fazer com que mais pessoas possam investir em startups e não apenas instituições. “Depois que atingimos a missão de investir em mil startups, seguimos buscando fazer mais pelo ecossistema. Queremos ajudar tanto quem quer investir como startups que procuram aportes. Por isso, o BossaBank conta com DNA de startup, onde a pessoa consegue abrir uma conta de forma segura, rápida e ágil, enquanto impacta positivamente o ecossistema”, explica Kepler.

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André Lauzana, CFO e diretor-executivo do Modal, explica que o Modal as a Service é um modelo inédito no mercado, que oferece um conjunto de soluções inteligentes por meio de uma estrutura robusta e completa.

“Com o Modal as a Service, vamos disponibilizar aos investidores e empreendedores do Bossanova uma experiência cada vez mais fluida e hiperpersonalizada dentro o nosso ecossistema de bem-estar financeiro”, afirma Lauzana.

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Outro diferencial será a possibilidade da instituição financeira se conectar com soluções desenvolvidas por fintechs que integram o portfólio de investidas da companhia. “Ao mesmo tempo que poderemos expandir a oferta de produtos financeiros para os clientes do Bank, poderemos ser um laboratório de iniciativas e soluções para o mercado nacional de startups”, destaca Kepler. Transfeera e Inco são exemplos de startups que já estão validando integrações, possibilitando serviços como automatização de rotina de gestão e processamento de pagamentos e emissão eletrônica de Cédulas de Crédito Bancário para startups.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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