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Bolsonaro toma chá e caminha pelo corredor do hospital

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Agência Brasil

Bolsonaro caminhando em hospital arrow-options
Reprodução
Presidente retirou sonda nasogástrica que estava sendo usada para alimentação

O presidente Jair Bolsonaro ingeriu 650 ml de chá ao longo desta sexta-feira (13). Ele também caminhou mais de 2.000 metros pelo corredor do Hospital Vila Nova Star, onde está internado desde o último sábado (7). Ele foi operado no domingo (8) para correção de uma hérnia incisional no abdome.

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Segundo a assessoria de imprensa da Presidência da Presidência da República, nesta sexta, Bolsonaro fez também fisioterapia respiratória. Ainda de acordo com a assessoria, o presidente apresenta boa condição de saúde, está se sentindo bem e não fez queixas de dor.

A previsão da equipe médica é que Bolsonaro possa ter alta em três ou quatro dias , dependendo da evolução do quadro de saúde . Para isso, o intestino do presidente precisa ser capaz de suportar ao menos a dieta cremosa ou pastosa, com alimentos mais consistentes e que fornecem a quantidade de calores necessárias para as atividades cotidianas.

Na manhã desta sexta, foi retirada a sonda nasogástrica do presidente, que havia sido colocada na quarta-feira (11). O tubo entrava pelo nariz e ia até o sistema digestivo para retirar o excesso de gás e líquido. Com a resposta do intestino, voltou a ser administrada, gradualmente, a dieta líquida.

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À tarde, a assessoria da Presidência divulgou um vídeo em que Bolsonaro aparece caminhando, orientado pela equipe médica, no corredor do hospital.

Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, Bolsonaro está “muito bem”. O cirurgião-chefe da equipe que acompanha Bolsonaro, Antônio Luiz Macedo, passou pelo hospital hoje, por volta de 12h, e voltará no fim da noite para nova visita a Bolsonaro. O presidente está acompanhado pela esposa, Michele Bolsonaro, e pelo filho, o vereador Carlos Bolsonaro.

Os planos de viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos para participar da abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) estão mantidos. A previsão é de ida no dia 22 deste mês e volta no dia 25, disse Rêgo Barros. O porta-voz informou que, antes da viagem, a equipe médica que assiste o presidente vai a Brasília para sua condição de saúde.

Ontem (12), foi estendido o prazo de afastamento de Bolsonaro da Presidência por quatro dias, a partir de uma decisão da equipe médica. A previsão inicial era de que ele reassumisse o cargo hoje (13). No entanto, a recuperação sofreu uma “intercorrência” na quarta-feira, quando foi introduzida a sonda nasogástrica.

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Desde a segunda-feira (9), Bolsonaro recebia a dieta líquida. Porém, devido ao trauma e à presença de gases, o intestino do presidente deixou de funcionar adequadamente, levando à necessidade de que a alimentação voltasse a ser feita de forma endovenosa. Assim, o vice-presidente, Hamilton Mourão, continua no exercício da Presidência por este novo período.

Fonte: IG Nacional
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Trump diz que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita

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Divulgação/Official White House/Shealah Craighead
Trump disse que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita, mas que ‘não quer guerra’

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a levantar suspeitas contra o Irã pelos ataques do último sábado contra duas das principais instalações de produção e processamento de
petróleo da Arábia Saudita.

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Trump , no entanto, mais uma vez não chegou a acusar diretamente o país persa pela ação que levou a uma disparada nos preços do petróleo nesta segunda e elevaram as tensões em
uma já complicada situação na região do Golfo Pérsico, afirmando apenas que no momento o Irã “parece ser” o responsável pelos ataques, mas que quer “evitar” um conflito na
região.

“Claramente parece assim neste momento. É o que parece”, disse o presidente americano em entrevista no Salão Oval da Casa Branca, acrescentando ainda querer determinar “com
certeza” o responsável pelos ataques e “evitar” uma guerra com o Irã. “Queremos determinar com certeza quem fez isto. Dito tudo isto, certamente gostaria de evitar (uma guerra).
Não quero guerra com ninguém”, acrescentou.

Mais cedo, no Twitter, Trump já havia declarado duvidar da afirmação do Irã, na véspera, de que não teve envolvimento nos ataques. “Lembram de quando o Irã derrubou um drone,
dizendo que ele estava em seu ‘espaço aéreo’ quando, na verdade, não estava nem perto. Eles defenderam essa versão mesmo sabendo que era uma grande mentira. Agora eles dizem que
nada têm a ver com o ataque à Arábia Saudita. Veremos?”, escreveu.

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Outras lideranças políticas dos EUA , porém, não se mostraram tão cautelosas em acusar o Irã pela ação. A integrantes do Gabinete de Trump como o secretário de Estado, Mike
Pompeo, e o secretário de Energia, Rick Perry, se juntaram nesta segunda figuras de destaque do Congresso, em especial parlamentares republicanos alinhados ao Trump.

“O Irã continua a responder à diplomacia com violência e demonstrar a recusa do regime de agir como um integrante responsável da comunidade internacional”, afirmou o senador
republicano Jim Risch, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Casa, em um comunicado, alertando que os EUA retaliariam a qualquer ataque contra suas tropas na região.

“O Irã não deve subestimar a determinação dos Estados Unidos. Qualquer ataque contra as forças dos EUA mobilizadas no exterior terá uma resposta avassaladora. Nenhum alvo está
fora da mesa”, acrescentou.

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Outros parlamentares americanos, no entanto, se apressaram em destacar que cabe ao Congresso, e não ao presidente, declarar guerra, e alertaram contra qualquer ação militar
precipitada.

“Por que devem os EUA serem arrastados para um conflito que tem mais a ver com o poder saudita e iraniano no Oriente Médio do que com o poder americano?”, questionou o senador
democrata Chris Murphy, que também integra a Comissão de Relações Exteriores da Casa.


Neste sentido, mesmo políticos republicanos pedem cautela antes de os EUA deflagrarem qualquer ação na região em resposta aos ataques. Em entrevista á rede de TV CNN , o senador
republicano Rand Paul, mais um integra a Comissão de Relações Exteriores da Casa, afirmou que qualquer ataque ao Irã neste momento constituiria uma “escalada desnecessária” da
situação.

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Fonte: IG Nacional
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Justiça de SP rejeita denúncia contra Lula e seu irmão por corrupção passiva

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Theo Marques / FramePhoto / Agência O Globo – 15.8.19
Justiça de SP rejeitou denúncia contra Lula e seu irmão Frei Chico por corrupção passiva

A 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo rejeitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva , seu irmão, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, além de Marcelo, Emílio Odebrecht e o executivo Alexandrino Alencar.

Lula e seu irmão respondiam por corrupção passiva e os executivos da empreiteira por corrupção ativa. Para o juiz federal Ali Mazloum, os fatos da denúncia não possuem todos os elementos legais exigidos para a configuração do delito, não havendo pressuposto processual e nem justa causa para a abertura da ação penal.

“A denúncia é inepta. Não seria preciso ter aguçado senso de justiça, bastando de um pouco de bom senso para perceber que a acusação está lastreada em interpretações e um amontoado de suposições”, escreveu o juiz.

Essa é a segunda denúncia contra o ex-presidente feita pela Lava Jato de São Paulo. Em dezembro, a Justiça Federal tornou o líder petista réu por lavagem de dinheiro devido ao pagamento de R$ 1 milhão feito pelo Grupo ARG para o Instituto Lula. A empresa contaria com a influência de Lula para obter negócios junto ao governo de Guiné Equatorial.

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Militante sindical histórico, Frei Chico foi responsável por incentivar Lula a iniciar a sua atuação no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo o MPF, entre 2003 e 2015, Frei Chico teria recebido mais de R$ 1 milhão de reais por meio do pagamento de mesadas que variaram de R$ 3 mil a R$ 5 mil e que era parte de um pacote de propinas oferecidas a Lula, em troca de benefícios diversos obtidos pela Odebrecht junto ao governo federal.

Segundo os procuradores, entre os anos de 1992 e 1993, Lula teria sugerido que a Odebrecht contratasse seu irmão para intermediar um diálogo entre a construtora e trabalhadores. Ao final do contrato, em 2002, quando Lula assumiu a presidência, Frei Chico teria continuado a receber uma mesada para manter uma relação favorável aos interesses da empresa.

Para a acusação, diversos indicativos evidenciaram a ciência de Lula a respeito da mesada a Frei Chico, pois tinha origem no setor de propinas da Odebrecht.

O juiz Ali Mazloum ressalta que, para a caracterização do delito de corrupção passiva ou ativa, é essencial haver o dolo do agente público, o qual deve ter ciência inequívoca da ocorrência de comércio de sua função pública.

“Não se tem elementos probatórios de que Lula sabia da continuidade dos pagamentos a Frei Chico sem a contrapartida de serviços, muito menos que tais pagamentos se davam em razão de sua novel função”, afirma o juiz.

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Em outro trecho da decisão, o magistrado pontua que “nada, absolutamente nada existe nos autos no sentido de que Lula, a partir de outubro de 2002 pós-eleição foi consultado, pediu, acenou, insinuou, ou de qualquer forma anuiu ou teve ciência dos subsequentes pagamentos feitos a seu irmão em forma de ‘mesada’ – a denúncia não descreve nem mesmo alguma conduta humana praticada pelo agente público passível de subsunção ao tipo penal”.

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Para Mazloum, “a denúncia não pode ser o fruto da vontade arbitrária da acusação, baseada em suposições ou meras possibilidades. A imputação deve ter lastro probatório sério e verossímil”.


Outro ponto destacado é que, considerando o lapso temporal e o período em que os supostos delitos foram cometidos, os crimes de corrupção passiva e ativa já estariam prescritos em relação à Lula , seu irmão e a outros dois executivos da Odebrecht, pelo fato de terem mais de 70 anos e o prazo prescricional ser reduzido à metade.

Fonte: IG Nacional
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