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Política Nacional

Bolsonaro quer reconduzir ex-presidente afastado da Fundação Palmares

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Sérgio Camargo arrow-options
Reprodução

Sérgio Camargo já disse que existe “racismo nutella” no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter nesta sexta-feira (13) para dizer que pretende reconduzir o jornalista Sérgio Camargo à presidência da Fundação Palmares caso o recurso a favor dele seja aprovado.

A suspensão de Camargo foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta quarta após decisão do juiz Emanuel José Matias Guerra, da 18ª Vara Federal do Ceará.

Na mesma publicação, o DOU tornou sem efeito a indicação da arquiteta Luciana Rocha Feres para o comando do Iphan, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Antes de assumir a presidência da Fundação Palmares, em 27 de novembro, Camargo já chegou a publicar em suas redes sociais que há “racismo nutella” no Brasil e que “racismo real” só existe nos Estados Unidos.

Leia também: “Cultura não é para minorias”, diz Bolsonaro sobre nomeado à Fundação Palmares

Já na terça-feira, Camargo voltou a chamar após dizer que contra o Dia da Consciência Negra. Ele ainda afirmou que o órgão federal responsável por promover a cultura de matriz africana no País não apoiará a data comemorativa na gestão dele.

“Claro que tem que acabar o Dia da Consciência Negra, que é uma data que a esquerda se apropriou para propagar vitimismo e ressentimento racial. Isso não é data do negro brasileiro, mas das minorias empoderadas pela esquerda que propagam ódio, ressentimento e divisão racial. No que depender de mim, a Fundação Palmares não dará suporte algum a essa data”, disse.

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Política Nacional

Collor desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, diz PF

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Collor
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Fernando Collor (Pros-AL)

Ex-presidente e senador desde 2007, Fernando Collor de Mello (PROS-AL) desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, de acordo com um relatório da Polícia Federal (PF) divulgado nesta segunda-feira (3) pelo jornal Folha de S. Paulo .

A Polícia Federal suspeita que Collor tenha cometido crimes de lavagem de dinheiro e de peculato – desvio de recursos por agente público. Na época, Collor era filiado ao PTB, então partido de apoio aos governos petistas.

A PF investiga contratos de R$ 2,55 milhões entre as estatais e o  Instituto Arnon de Mello de Liberdade Econômica com inexigilbilidade de licitação – contratação que ocorre sem processo de licitação, devido à inviabilidade ou desnecessidade. 

Os contratos se referem ao desenvolvimento de projetos culturais entre 2010 a 2016. Do dinheiro, R$ 2,3 milhões teria vindo da Petrobras , entre 2010 e 2015, e R$ 250 mil da Caixa , em 2013.

O instituto, que seria uma entidade sem fins lucrativos, leva o nome do pai de Collor e faz parte da Organização Arnon de Mello – que também integra um grupo de comunicação que tem Collor como seu sócio.

O relatório da PF aponta que o dinheiro foi levado para empresas privadas do senador, como o jornal e a TV Gazeta de Alagoas, e para pessoas físicas próximas dele, como um de seus ex-assessores.

O documento mostra que o recurso era “a mando e no interesse” do senador. Depois do valor ser recebido, havia movimentações bancárias sucessivas e fracionadas, em que este era transferido para empresas de Collor e ao ex-assessor. Dessa forma, “desvinculados do objeto dos contratos culturais de patrocínio”.

Collor e o instituto negam. Eles afirmam que os valores eram transferidos para reembolsar as empresas do senador por gastos com os projetos culturas.

“Como se sabe, no poder público só se paga ao fornecedor do bem ou do serviço quando se executa [o projeto]. Os projetos culturais foram desenvolvidos e executados com recursos das empresas do grupo. Posteriormente à entrega das obras culturais, o instituto foi indenizado. Portanto era por demais justo que as empresas fossem reembolsadas com os recursos oriundos dos patrocínios”, alega a defesa de Collor .

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Política Nacional

Governo federal de Bolsonaro tem uma denúncia de assédio moral por dia

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Em um ano e sete meses da gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do governo federal, 680 denúncias de assédio moral foram realizadas por funcionários públicos federais à Controladoria-Geral da União (CGU), segundo divulgou nesta segunda-feira (3) o jornal Folha de S. Paulo .

O número equivale a uma média de um pouco mais de uma denúncia de assédio moral por dia. Até o dia 30 de julho – ou seja, nos primeiros 211 dias do ano – foram registradas 254 denúncias. Nos 365 dias de 2019 foram feitas 426 ocorrências.

Em comparação com 2018, quando houve 356 denúncias, no ano passado houve um aumento de 20%. Já em relação há 2017, 285 ocorrências, foi registrado um aumento de 49% em 2019.

A CGU, que recebe as denúncias , alega que, em parte, o aumento de denúncias ocorreu devido à obrigatoriedade do uso da plataforma chamada de Fala.br (ferramenta para realizar ocorrências), imposta em 2018, que levou ao amento de usuários.

A Universidade Federal de Goiás lidera como instituição com mais registro de denúncias durante o governo Bolsonaro. Foram um total de 44 registros. Ela é seguida pela Controladoria-Geral da União, onde foram feitas 41 ocorrências de assédio moral , e do ministérios da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 22 casos.

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