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Política Nacional

Bolsonaro indica assessor especial de Queiroga para cargo na Anvisa

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Bolsonaro indica assessor de Queiroga para Anvisa
Foto: Isac Nóbrega/PR – 04/04/2022

Bolsonaro indica assessor de Queiroga para Anvisa

O presidente Jair Bolsonaro indicou nesta segunda-feira o assessor especial do ministro Marcelo Queiroga, Daniel Meirelles Fernandes Pereira, para ocupar uma vaga na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Pereira já esteve no centro do noticiário em 2020, quando indicou Isabela Braga Netto, filha do Ministro da Defesa, Braga Netto, para a Agência Nacional de Saúde (ANS).

A simples indicação do presidente, no entanto, não é suficiente para assumir o cargo na Anvisa. Antes, Pereira precisa passar por sabatina no Senado. Caso seu nome seja aprovado pelo Senado, Pereira ocuparia a vaga da diretora  Cristiane Jourdan, cujo mandato termina no dia 24 de julho. A Anvisa é composta por cinco diretores, desses um ocupa o posto do presidente. Atualmente, Antonio Barra Torres está à frente da agência.

Pereira é formado em direito e especialista em regulação de saúde suplementar.  O advogado já atuou como diretor-adjunto de Desenvolvimento Setorial da ANS. Em 2020, ele indicou Isabela Braga Netto a um cargo na agência. Na época, Braga Netto ocupava o cargo de Ministro da Casa Civil, e o nome de Isabel chegou a ser autorizado pela pasta.

Na ocasião, ministros do Supremo afirmaram reservadamente ao GLOBO que o caso poderia ser enquadrado como nepotismo. Após a repercussão, Isabela Braga Netto acabou recusando o cargo.

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Desde o ano passado, a relação do presidente com a Anvisa foi ficando cada vez mais conturbada. Embora tenha sido indicado por Bolsonaro, o diretor-presidente da agência travou embates após ataques do Planalto contra a instituição.

O ponto alto da tensão entre os dois ocorreu após a aprovação pela Anvisa do uso da vacina da Pfizer em crianças. Em resposta a acusações feitas por Bolsonaro de que haveria “interesse” por trás do ato,  Barra Torres divulgou uma carta na qual pedia para que o presidente apresentasse provas sobre a questão.

“Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa (…) “Agora, se o senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate”, disse na ocasião.

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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