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Política Nacional

Bolsonaro elogia Pazuello e diz que gestão de Mandetta na Saúde foi “desgraça”

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Bolsonaro em transmissão ao vivo
Reprodução/Facebook

Bolsonaro disse que o general faz um “excelente trabalho” no Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou nesta quinta-feira (30) o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e disse que a gestão dele à frente da pasta da Saúde foi uma “desgraça”. O comentário foi feito pelo presidente em sua tradicional live semanal realizada no Facebook. Bolsonaro também elogiou o general Eduardo Pazuello, que comanda interinamente o ministério.

Nesta quinta, o  Brasil chegou à marca de 91 mil mortos pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas ele não fez comentários sobre os óbitos. Bolsnaro se limitou a dizer que Pazuello faz um “excelente trabalho”.

Ao falar sobre ter um militar à frente do ministério da Saúde, Bolsonaro criticou Mandetta, que foi demitido no dia 16 de abril após ir contra a recomendação da cloroquina e defender o isolamento no combate à Covid-19. “Tivemos um médico e olha a desgraça que foi”, disparou.

Para Bolsonaro, o general da ativa que assumiu após a saída de Nelson Teich é um bom gestor e isso justifica sua permanência. “Sem ele, a Olimpíada do Rio não teria acontecido”, avaliou o presidente. “Ele também organizou a operação Acolhida em Roraima, com quem fugiu da ditadura venezuelana”, completou.

Cloroquina

Bolsonaro também falou sobre como a cloroquina foi importante no seu processo de recuperação e voltou a associá-la diretamente a sua cura da Covid-19. Ele agradeceu “primeiro a Deus e depois à medicação que foi dada, que foi a hidroxicloroquina”.

Segundo o presidente, após tomar o medicamento, ele “já estava bom”. “Se foi coincidência ou não, eu não sei, mas funcionou”, afirmou Bolsonaro.

Ele ainda complementou dizendo que outros ministros que também foram diagnosticados com a Covid-19 fizeram uso do medicamento e apresentaram melhora no quadro clínico.

“Acabei de fazer um exame de sangue, né? Estava com um pouco de fraqueza ontem. Acharam até um pouco de infecção também. Estou agora no antibiótico, deve ser… agora depois de 20 dias dentro de casa, a gente pega outros problemas. Eu peguei mofo, mofo no pulmão”, disse o presidente.

Ainda durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro fez elogios à vacina de Oxford, que está sendo desenvolvida na Inglaterra. Parte da pesquisa está sendo desenvolvida aqui, com testes em pacientes, pois o governo entrou em um consórcio para o desenvolvimento da vacina.

“Se fala muito sobre a vacina da Covid-19. Nós entramos naquele consórcio de Oxford, e pelo que tudo indica (a vacina) vai dar certo e 100 milhões de unidades chegarão para nós. Não é daquele outro país, não. Tá ok, pessoal?”, disse o presidente, fazendo referência à vacina chinesa.

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Alckmin vira réu por caixa 2, corrupção e lavagem de dinheiro

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Alckmin
Denis William/PSDB – 22.5.19

Justiça Eleitoral aceita denúncia e Alckmin vira réu por caixa 2, corrupção e lavagem de dinheiro

A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou, nesta quinta-feira (30), a denúncia do Ministério Público (MP) contra o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa dois, num processo que envolve um suposto esquema ilegal com a empreiteria Odebrecht.

Segundo o MP, os valores negociados entre o ex-governador e a empreiteria giram na casa de R$ 11,3 milhões. Os repasses ilegais teriam acontecido entre em 2010 e 2014, para a campanha eleitoral de Alckmin ao governo de SP.

Os investigadores apuraram que Alckmin recebia os valores usando codinomes, como “pastel”, “pudim” e “bolero”. No total, 3 ex-membros da empreiteria delataram o tucano.

Para o MP, Alckmin sabia que o dinheiro que reberia para a campanha de 2014 era ilegal, porque a Odebrecht mantinha contratos com o governo na época, que impedia a empreiteira de fazer qualquer tipo de doações para campanhas. Por isso, o dinheiro foi dado a Alckmin via caixa 2.

Na campanha de 2010, o cunhado do ex-governador teria o ajudado a receber os valores da empreiteira. Adhemar Cesar Ribeiro, seu cunhado, só não foi processado também pois o crime já prescreveu por conta da idade dele.

O juiz Marco Antonio Martin Vargas, titular da 1ª Zona Eleitoral da capital, acatou a denúncia do MP. No documento, ele afirmou haver “indícios suficientes de materialidade” dos crimes.

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Alckmin vira réu por caixa 2, corrupção e lavagem de dinheiro

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Denis William/PSDB – 22.5.19

Justiça Eleitoral aceita denúncia e Alckmin vira réu por caixa 2, corrupção e lavagem de dinheiro

A Justiça Eleitoral de São Paulo aceitou, nesta quinta-feira (30), a denúncia do Ministério Público (MP) contra o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa dois, num processo que envolve um suposto esquema ilegal com a empreiteria Odebrecht.

Segundo o MP, os valores negociados entre o ex-governador e a empreiteria giram na casa de R$ 11,3 milhões. Os repasses ilegais teriam acontecido entre em 2010 e 2014, para a campanha eleitoral de Alckmin ao governo de SP.

Os investigadores apuraram que Alckmin recebia os valores usando codinomes, como “pastel”, “pudim” e “bolero”. No total, 3 ex-membros da empreiteria delataram o tucano.

O juiz Marco Antonio Martin Vargas, titular da 1ª Zona Eleitoral da capital, acatou a denúncia do MP. No documento, ele afirmou haver “indícios suficientes de materialidade” dos crimes.

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