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Nacional

Bolsonaro diz que STF propaga “fake news” e atribui crimes à Suprema Corte

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Em meio à queda de popularidade, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira. Ele rebateu uma nota publicada pelo tribunal em suas redes sociais que desmentia a tese defendida por Bolsonaro de que a Corte teria tirado poderes do presidente sobre as medidas de restrição de mobilidade durante a epidemia de Covid-19. Segundo ele, o STF divulgou uma “fake news”.

“Vou rebater logo mais a nota do Supremo Tribunal Federal de ontem dizendo que não tirou poderes meus. Isso é fake news. Uma decisão que acho que é de março ou de abril, o Supremo decidiu que as medidas restritivas impostas por governadores e prefeitos não poderiam ser modificadas por mim”, disse Bolsonaro, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada.

Desde o ano passado, Bolsonaro repete que o STF tirou os poderes dele para combater a pandemia. Na realidade, o que o tribunal decidiu, em abril do ano passado, foi que estados e prefeituras também teriam autonomia para tomar decisões relacionadas à Covid-19.

“O STF, na verdade, cometeu crime ao dizer que prefeitos e governadores, de forma indiscriminada, poderiam simplesmente suprimir todo e qualquer direito previsto no inciso 5º da Constituição, inclusive o ir e vir, mais que Estado de Sítio, porque Estado de Sítio, se eu decretar, só entra em vigor depois que o Congresso aprovar e se der problema, eu respondo”, ratificou o presidente.

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Na mesma decisão, contudo, o STF deixou claro que o governo federal também pode tomar medidas para conter a pandemia, mas em casos de abrangência nacional.

Bolsonaro se opôs a medidas que restringem a circulação de pessoas, recomendadas por especialistas para diminuir a proliferação do novo coronavírus. Ao longo da epidemia, ele também defendeu a utilização de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19.

Na quarta-feira, em uma publicação em redes sociais, o STF afirmou mais uma vez que jamais proibiu o governo federal de agir no combate à pandemia. O vídeo explica que, conforme decisão do plenário, União, estados e municípios têm “competência concorrente” para agir na pandemia”.


Nos últimos meses, Bolsonaro tem intensificado seus ataques ao Poder Judiciário. Nas últimas semanas, ele voltou a atacar a Justiça Eleitoral dizendo, sem apresentar provas, que o sistema eleitoral eletrônico do país seria passível de fraudes.

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Nacional

Paraisópolis ganha parque municipal no dia em que celebra 100 anos

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Parque de Paraisópolis
Marcelo Pereira/Secom

Parque de Paraisópolis



Neste sábado, a Prefeitura entregou à população, o Parque Municipal Lourival Clemente da Silva, em Paraisópolis, antiga da comunidade da zona sul da capital. A entrega fez parte das comemorações dos 100 anos do bairro. Com a abertura hoje dessa área verde, já são 110 parques municipais na cidade de São Paulo, sendo dois entregues neste ano.

Segundo o prefeito, Ricardo Nunes, a capital terá mais ainda. “Essa marca é importante, porque a população precisa de área verde e de lazer. Por isso, em outubro entregaremos o Parque Augusta- prefeito Bruno Covas e faremos mais seis até o final da gestão”, completou.

A cidade de São Paulo tem 48,13% de área permeável, com cobertura vegetal e pode aumentar nos próximos anos. “O nosso desafio é manter ou aumentar essa área, pois a população precisa de parques e área de lazer. Além da preservação ambiental, beneficiamos a comunidade, com crianças brincando, jovens e idosos desfrutando do lazer, fazendo atividades e respirando ar puro. Vamos entregar uma cidade bem melhor a cada dia”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

Já o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo de Castro, destacou a importância de área verde para a população. “A entrega desse parque é importante para a cidade, para o meio ambiente e para a comunidade local que ganha uma área de Mata Atlântica muito rica com a presença de uma flora muito rica e uma fauna na qual já identificamos 24 espécies de aves”, disse Castro.

Parque Paraisópolis

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Em maio de 2008 foi publicada a lei de criação do Parque e seu nome complementado em janeiro de 2020, em homenagem a Lourival Clemente da Silva, o “Louro” – morador por quase 50 anos e muito popular no bairro. Ele foi um agricultor e dono de um bar (hoje mercado). Faleceu em 2014, vítima de infarto.

A área total do Parque de Paraisópolis tem 68 mil metros quadrados, equivalente a quase 10 campos de futebol. O investimento para a abertura do Parque foi de R$ 2.922.488,80, provenientes do FMSAI – Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura. A inauguração do espaço faz parte das ações de melhoria em Paraisópolis tomada em conjunto entre a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo em 2019.

O espaço conta com nascentes, curso d´água e vegetação de grande porte, além de um pergolado, deck, estares, edifício administrativo, área de exercício e parquinhos.

Dentre as espécies nativas, encontram-se ali cabuçu, capinxigui, figueira-branca, pau-jacaré, pixirica, sapopemba, suinã, tapiá-guaçu e tucum. Já entre as exóticas destacam-se a árvore-do-papel-de-arroz, o cinamomo, além de eucaliptos. Uma das espécies registradas é o pinheiro-do-paraná, que está em perigo de extinção no Brasil. Como compensação ambiental, foram plantadas 202 mudas nativas.


Bairro

Originado cem anos atrás em um loteamento destinado à construção de residências na antiga Fazenda do Morumbi, Paraisópolis começou a ser ocupado a partir de 1950 em terrenos de caráter semi-rural, por famílias de baixa renda, em sua maioria migrantes nordestinos atraídos pelo emprego na construção civil. Em 1970 já residiam irregularmente cerca de 20 mil pessoas, hoje são 100 mil.

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Nacional

Rio: baleia jubarte de 1 tonelada é encontrada morta na Praia do Leblon

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Equipe da Comlurb faz a remoção de baleia morta
Divulgação / Comlurb

Equipe da Comlurb faz a remoção de baleia morta

Uma jovem  baleia jubarte, com peso estimado em cerca de 1 tonelada, foi retirada da areia da Praia do Leblon , no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (18). A equipe da Comlurb chegou ao local, na altura do canal do Jardim de Alah, por volta das 11h00, e usou uma retroescavadeira, apoiada por um trator esteira, um caminhão basculante e uma pá carregadeira para retirar o animal.

Baleia é retirada da Praia do Leblon
Maria Eduarda Gramado / Divulgação

Baleia é retirada da Praia do Leblon

Segundo a companhia de limpeza urbana, dez garis trabalharam na remoção. A empresa municipal acionou os técnicos do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), da UERJ, que passaram no local e retiraram materiais do mamífero para análise.


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Baleia jubarte morta chega à Praia do Leblon
Redes sociais / Reprodução

Baleia jubarte morta chega à Praia do Leblon


O corpo será levado depois para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR-Rio), em Seropédica. 

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