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Economia

Bolsonaro diz que economia vai “muito bem” e descarta trocas no ministério

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Bolsonaro em evento da Roda da Fruticultura
Reprodução/redes sociais

Bolsonaro em evento da Roda da Fruticultura

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse neste sábado (18) que economia do país vai “muito bem” e afastou a ideia de trocar peças no Ministério. A fala foi feita durante o Fórum da Rota da Fruticultura da RIDE/DF (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno), em Brasília.

“Nossa economia não pode e não vai parar. [Quero] dizer a vocês, a gente faz analogia com futebol, quando um time não está indo bem, a gente pensa logo em trocar o técnico. O meu time está indo muito bem”, disse o chefe do Executivo. 

Além de Bolsonaro, o evento contou com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes; o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho; da ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF); o deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF); o advogado-geral da União, Bruno Bianco e o presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães;

A Rota da Fruticultura é responsável pela cadeia produtiva da fruta no Distrito Federal e em 33 municípios de Goiás e Minas Gerais. 

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Economia

Caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar greve

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Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação
Reprodução/Twitter

Greve dos caminhoneiros: governo marca reunião com líderes para evitar paralisação

Diante da promessa de uma greve pelos caminhoneiros, com início marcado a partir do dia 1º de novembro, o governo resolveu agir para evitá-la. Em 28 de outubro, os ministros Ciro Nogueira, da Casa Civil, e Tarcísio de Feitas, da Infraestrutura, devem se reunir com líderes da categoria e com o presidente da Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas, deputado Nereu Crispim (PSL-RS). A informação é do colunista Chico Alves do  UOL .

Até poucos dias atrás, o governo não acreditava em uma adesão significativa à paralisação . Porém, desde que foi marcada a greve, caminhoneiros têm demonstrado cada vez mais insatisfação, sobretudo, com a escalada nos preços do diesel. Inclusive, já há manifestações desde ontem em seis estados brasileiros , o que tem provocado um desabastecimento de combustíveis nos postos do país . Esses fatores têm preocupado o Palácio do Planalto.

Para compensar a alta do diesel, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na última quinta-feira (21) que o governo pagaria uma “ajuda” de R$ 400 para caminhoneiros autônomos . Mas a declaração repercutiu mal entre a categoria, que considerou o benefício uma espécie de “esmola”.

Na reunião, os líderes caminhoneiros devem negociar com os ministros o fim da paridade do preço do petróleo com o mercado internacional, a criação de uma tarifa fixa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a instituição do Piso Mínimo de Frete e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

“Se eles não sabem como baixar o preço dos combustíveis, os caminhoneiros sabem”, afirmou deputado Nereu Crispim (PSL-RS) ao UOL .

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Economia

Após reunião, Guedes e Bolsonaro se entendem e ministro permanecerá no governo

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Paulo Guedes, Ministro da Economia
Edu Andrade/ Ascom ME

Paulo Guedes, Ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, continuará no governo federal pelo menos até os próximos meses. A confirmação aconteceu em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (22), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, na sede do Ministério da Economia. 

Até o começo desta sexta, havia especulação sobre a possibilidade de saída do ministro, após a debandada de sua equipe na última quinta-feira (21). Dois de seus principais secretários, Bruno Funchal (Orçamento) e Jeferson Bitencourt (Tesouro Nacional), deixaram a pasta. Outros dois secretários adjuntos também pediram demissão. 

A saída dos secretários aconteceu após desavenças sobre o pagamento do novo programa social do governo federal. A ala política quer o benefício em R$ 400 enquanto a equipe econômica diz que poderá gastar apenas R$ 300.

Uma das sugestões de apoiadores de Bolsonaro era usar os R$ 300 dentro do Orçamento do Bolsa Família e um auxílio temporário de R$ 100 até dezembro de 2022 contabilizado fora do teto de gastos. A proposta causou reboliço no mercado financeiro e culminou na demissão dos secretários de Paulo Guedes. 

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Na coletiva, Bolsonaro e Guedes fizeram um histórico sobre o Auxílio Brasil e valor dos combustíveis. O ministro da Economia lembrou que as negociações precisariam pesar entre os desejos políticos e a possibilidade de gasto da União em 2022. 

Mas logo Guedes fez questão de minimizar as saídas de Funchal e Bitencourt e afirmou ser ‘normal’ o pedido de demissão deles.

*Reportagem em atualização

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