conecte-se conosco

  • powered by Advanced iFrame free. Get the Pro version on CodeCanyon.


Nacional

Bolsonaro determina à Polícia Federal reforço na investigação do caso Adélio

Publicado

Adélio Bispo
Reprodução
Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral


O presidente Jair Bolsonaro determinou à Polícia Federal (PF) que reforce as investigações sobre o ataque a faca sofrido por ele, no início de setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora (MG). Em fevereiro, a PF indicou que o autor da facada, Adélio dos Bispo dos Santos , agiu só. Preso em Campo Grande (MS),o agressor também foi considerado inimputável pela Justiça.

Leia também: Em vídeo compartilhado por Bolsonaro, advogado de Adélio fala sobre quem o paga

O caso de Adélio Bispo dos Santos foi tratado durante um almoço, nesta terça-feira, em um encontro com o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o diretor da PF, Maurício Valeixo, informou o porta-voz Otávio Rêgo Barros.  Na audiência, segundo o Planalto, eles também conversaram sobre o vazamento das supostas mensagens entre Moro e integrantes do Ministério Público Federal (MPF).

“Os dois assuntos tratados, isso sim declarado textualmente por Bolsonaro , foram o do próprio vazamento e dos eventos relacionados ao ataque criminoso contra o nosso presidente no dia 6 de setembro”, disse o porta-voz.

Leia também: Adélio diz que, quando for solto, “cumprirá missão” de matar Bolsonaro e Temer

Questionado se o pedido de reforço está relacionado a uma insatisfação do presidente com os rumos das investigações, o porta-voz negou e justificou que a busca por elucidação do caso “é natural.”


“Tem a ver com com o interesse do presidente de que de fato seja completamente elucidada a tentativa de assassinato de um candidato a presidente da República que liderava as pesquisas e, por obra e graça de Deus, veio a vencer. Então, é muito natural que se busque uma completa elucidação e assim o presidente vem se comportando. Ele não foge desta indicação de que deseja sim, o mais rápido possível, a elucidação do fato e da situação de Adélio “, finalizou.

Leia mais:  Livro que trata dos motivos para confiar em Bolsonaro tem 188 páginas em branco

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Volta do Caixa dois acaba com melhora da opinião pública com a Câmara

Publicado

por

source

IstoÉ

Plenário Câmara arrow-options
Daniel Marenco / Agência O Globo
Projeto foi aprovado com pouca discussão e abre a possibilidade de uso do caixa 2 para bancar eleições de 2020.

O Congresso vinha nos últimos meses assumindo maior protagonismo político, ocupando o vácuo deixado pelo governo. Também havia a expectativa de que a renovação ocorrida nas últimas eleições aumentasse o zelo dos parlamentares com o dinheiro público. Essa imagem positiva ruiu nos últimos dias, quando o Congresso tentou passar à sorrelfa, driblando a opinião pública, um projeto de lei que representaria o maior retrocesso no combate à corrupção e à lisura das campanhas políticas nos últimos 20 anos.

Leia também: De metrô a presídio: veja projetos que já pediram dinheiro devolvido à Lava Jato 

Com a péssima repercussão do projeto , que chegou a ser aprovado em primeiro turno na Câmara e quase foi votado a toque de caixa no Senado, na calada da noite, houve um recuo. Mas essa verdadeira minirreforma partidária e eleitoral acabou passando na noite da quarta-feira 18 na Câmara numa versão “light”, com vários retrocessos. Ela permite que os partidos políticos usem o fundo partidário para comprar imóveis, contratar advogados e consultoria contábil sem limite de valor e pagar multas aplicadas por infração à legislação eleitoral e partidária. Além disso, retoma o horário eleitoral obrigatório, permite que os partidos gastem a verba do fundo partidário para impulsionar conteúdo na internet e abre brecha para que o fundo eleitoral das próximas eleições seja ampliado.

Os deputados recuaram em quatro pontos. Eliminaram o item que acabava com a padronização da prestação de contas. Outra proposta suprimida permitia que todos os dados das eleições fossem consolidados apenas na prestação anual dos partidos. Também caiu a possibilidade de corrigir erros formais, omissões ou atrasos na divulgação de contas de campanha até o julgamento da prestação de contas. Por fim, não é exigida a comprovação de dolo para aplicar multas eleitorais — uma das pegadinhas do texto original, que dificultava a punição dos desvios. 

Leia mais:  MP vai pedir quebra do sigilo fiscal e bancário de Flávio Bolsonaro e Queiroz

Leia também: Temer é impedido de viajar por conta de acusações na Lava Jato

“Com relação à transparência, impedimos quase todos os retrocessos”, afirma Marcelo Issa, da Transparência Partidária. Com relação à integridade das contas eleitorais, segundo ele, “ainda há vários pontes que preocupam”. Ele cita a possibilidade de se transferir recursos para institutos privados. Além disso, ficou a possibilidade de pagamento de honorários advocatícios sem que sejam contabilizados dentro do teto de gastos da campanha e sem limite de valor para pessoas físicas. “A avenida para o Caixa 2 continua aberta”, diz.

O projeto foi maquinado por deputados e senadores na surdina para ser aprovado sem que a sociedade pudesse reagir, e apadrinhado pelos presidentes da Câmara e do Senado , Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. Maia chegou a afirmar que não haveria nenhum desgaste para os parlamentares. Disse que eles não tinham dúvidas do que havia sido votado, “o melhor para o processo eleitoral e partidário”. Tudo começou como um projeto que estava em tramitação na Câmara e limitava os vencimentos dos dirigentes partidários. Por meio de um substitutivo, foram introduzidas as novas regras. O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) definiu-o como um projeto “malandro”. “O substitutivo foi votado com pouquíssimas horas de tramitação.

“Os parlamentares não têm dúvida sobre o que foi votado. É o melhor para o processo partidário e eleitoral” Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

Leia mais:  Flávio e PSL definem Rodrigo Amorim como candidato à prefeitura do Rio em 2020

Estava dormente há 10 meses”, diz Issa. No Senado, a tramitação foi ainda mais escandalosa. O presidente da Casa tentou levar o projeto à votação na noite de quarta-feira 11, antes que ele aparecesse oficialmente na Casa e sem passar por nenhuma comissão — desrespeitando acordo com líderes das agremiações. “O projeto quase foi votado sem passar pela CCJ. É uma barbaridade”, disse o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), que apresentou um voto em separado suprimindo nove itens do PL. No final, Alcolumbre recuou e o projeto foi aprovado apenas com o item que abre a possibilidade de o fundo eleitoral ser ampliado de R$ 1,7 bilhão para até R$ 3,7 bilhões, ao eliminar o limite de 30% na destinação das emendas de bancada para o fundo eleitoral.

Leia também: No Japão, João Doria garante R$ 1 bilhão em investimentos para São Paulo


Na Câmara, o centrão ficou irritado com o desfecho no Senado, porque iria transferir aos deputados o ônus de retomar as regras antipopulares. O presidente da Câmara negou qualquer desentendimento com Alcolumbre e disse que são “irmãos siameses”. Maia defendeu que o fundo eleitoral tivesse o mesmo valor de 2018. Já Alcolumbre disse que seria “um erro”. A resolução sobre o valor ficou postergada para a votação do Orçamento de 2020. Mas o risco de que a conta fique salgada para a sociedade é grande. A decisão final sobre a lei ficará com o presidente Jair Bolsonaro, que poderá vetar alguns itens. A norma precisa ser sancionada até 4 de outubro para surtir efeito para as próximas eleições. “Cabe a Bolsonaro ser coerente com o discurso de campanha e com o posicionamento do seu partido e vetar ao menos os pontos que mantém abertas as portas para o Caixa 2”, diz Issa.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Padre é estrangulado durante assalto em igreja no Distrito Federal

Publicado

por

source
Padre Casemiro arrow-options
Paróquia Nossa Senhora da Saúde/Reprodução da internet
Padre Casemiro, como era conhecido, já havia informado às autoridades policiais que se sentia inseguro na região

Um padre morreu estrangulado na noite deste sábado (21) durante um assalto a uma igreja, na 702 Norte, em Brasília. O padre Kazimerz Wojn, 71 anos, que é polonês, foi assassinado por bandidos, que invadiram a casa paroquial da igreja Nossa Senhora da Saúde e roubaram diversos objetos, incluindo de dentro do cofre, conforme informou a Polícia Militar do Distrito Federal.

Leia também: Mulher é degolada na frente do filho de 2 anos no Piauí; suspeito foi preso

O corpo do padre  Kazimerz foi encontrado do lado de fora da casa paroquial, localizada nos fundos da igreja. A suspeita é de que ele tenha sido morto dentro da residência e arrastado até o lado de fora posteriormente.

Ele estava com os pés e as mãos amarrados, com uma lesão na cabeça e um arame farpado envolto ao pescoço. Até o momento, não há informações sobre os suspeitos do crime.

O caseiro que cuidava da reforma de um terreno da paróquia José Gonzaga da Costa, de 39 anos, foi quem pediu socorro e avisou a corporação. Ele também foi feito refém pelos criminosos e sofreu escoriações nos braços e mãos, mas conseguiu fugir. 

Conhecido como padre Casemiro pela comunidade local, antes do assassinato , o pároco já havia alertado as autoridades policiais do DF sobre sua sensação de insegurança na região. Em abril deste ano, no Domingo de Páscoa, ladrões teriam invadido a igreja e roubado o sacrário do altar que tem valor estimado em R$ 20 mil.

Leia mais:  Bolsonaro diz que Brasil e Argentina podem ter uma moeda em comum

Leia também: Morre criança de 8 anos baleada no Complexo do Alemão


Antes, no fim do ano passado, caixas de som também haviam sido roubadas e o padre teria ordenado que fossem instaladas em um ponto mais alto, para evitar novos assaltos.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana