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Brasil

Bolsonaro convida Mauro para novo partido

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, convidou pessoalmente o governador Mauro Mendes (DEM) para se filiar ao Aliança pelo Brasil, sigla lançada há uma semana, mas não está oficializada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A conversa ocorreu na semana passada quando Mendes estava em Brasília e participou de uma agenda com Bolsonaro.

O governador de Mato Grosso disse que iria analisar o convite do presidente, já que o processo de criação da legenda nem se iniciou ainda.  “Vou agradecer e me sinto honrado, mas não pretendo sair do DEM”, disse Mendes nesta quarta-feira (27).

A articulação para filiação de novas lideranças tem sido desenvolvida pelo próprio presidente, tanto que o convite feito a Mauro Mendes não passou pelo deputado federal Nelson Barbudo (PSL), considerado o principal representante do ‘bolsonarismo’ no Estado.

O Aliança pelo Brasil, partido em processo de criação por Bolsonaro, foi lançado no último dia 5 de novembro após o presidente ter se desfiliado do PSL, após uma disputa interna para o controle da legenda com o deputado federal Luciano Bivar, que preside nacionalmente a sigla. Bolsonaro aguarda uma consulta feita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber se as assinaturas para a criação do novo partido podem ser feita eletronicamente. Durante o lançamento, Bolsonaro avisou os seus seguidores que a legenda poderá não estar apta para a disputa eleitoral de 2020, e que os pretensos candidatos podem concorrer pelo PSL.

Ainda durante o lançamento Bolsonaro também apresentou trechos do manifesto do Aliança aos presentes. Entre os princípios estão o “respeito a Deus e à religião; respeito à memória, à identidade e à cultura do povo brasileiro; defesa da vida, da legítima defesa, da família e da infância; e garantia da ordem, da representação política e da segurança”.

 

FONTE: Folhamax

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Seguro-desemprego poderá ser recebido em conta bancária

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A partir desta sexta-feira (24), o trabalhador poderá solicitar o seguro-desemprego e informar dados da conta bancária de sua titularidade e preferência para receber o benefício. A nova possibilidade de pagamento abrange o seguro-desemprego nas modalidades formal, bolsa de qualificação profissional, empregado doméstico e trabalhador resgatado.

Para solicitar o benefício na conta bancária própria, o trabalhador precisará informar, no ato da solicitação do benefício, o tipo de conta (corrente ou poupança), o número e o nome do banco, o número da agência com o respectivo dígito verificador (DV), e o número da conta de titularidade do trabalhador com DV.

A Secretaria de Trabalho, do Ministério da Economia, destaca que não devem ser informados dados de contas salários, pois nessas somente podem ser feitos depósitos e transferências de empregadores cadastrados, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central.

A solicitação do seguro-desemprego pode ser feita no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou no portal gov.br e também está disponível para quem buscar atendimento presencial nas unidades de atendimento ao trabalhador.

Antes da medida, o benefício somente podia ser pago por meio de depósito em conta poupança ou conta simplificada para correntistas da Caixa Econômica Federal; por uso do Cartão Cidadão, com saque nos caixas eletrônicos de autoatendimento desse banco; ou ainda presencialmente, nas agências da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação civil.

Essas opções continuam disponíveis, mas, a partir da mudança, passa a ser permitido o pagamento por qualquer banco integrante do sistema financeiro brasileiro, por meio de transferência eletrônica bancária (TED) para depósito em conta corrente ou poupança de titularidade do beneficiado.

A ampliação na forma de recebimento do seguro-desemprego se tornou possível por meio da Resolução nº 847/2019, do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), que admitiu o novo canal de pagamento sem qualquer ônus para o beneficiário.

De acordo com a secretaria, a mudança foi operacionalizada em trabalho conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Caixa Econômica Federal e Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev).

 

 

 

 

Fonte:AgênciaBrasil

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Vacina de Oxford deve ser fabricada no Brasil entre dezembro e janeiro de 2021

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Nesta terça-feira (21), o ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello, afirmou que a vacina de Oxford, que será testada e desenvolvida no Brasil , deve começar sua fabricação nacional em dezembro ou em janeiro de 2021.

“Estamos agora discutindo a transferência dos recursos do contrato feito pela Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro] e da Bio-Manguinhos, e essa contratação prevê transferência de tecnologia e recebimento dos insumos para fabricação nesses lotes em grande quantidade”, explicou o ministro interino.

Pazuello afirma que, atualmente, a AstraZeneca e o Ministério da Saúde estão negociando condições de pagamento. No entanto, ele reforça que o protocolo de intenções e o acordo já estão feitos.

“O tempo disso aí é no final do ano. A previsão é que no final do ano, dezembro, janeiro [de 2021], já tenhamos fabricando a vacina com a AstraZeneca. A solução é a vacina”, explicou Pazuello.

Além de contar com parte do desenvolvimento final da vacina, o Brasil também participará da Fase 3 de testes. “Adquirimos a planta necessária para a produção e os lotes de insumos para fabricação já de um lote de grande quantidade, [cerca de] 30, 40 milhões de doses. Isso já está pactuado”, destacou.

Além da vacina de Oxford , o ministro também citou os acordos firmados com a empresa Moderna, nos Estados Unidos, e o acordo do Governo do Estado de São Paulo com a chinesa Sinovac, também prevista para comercialização em 2021.

Pazuello afirma que a vacina da Sinovac, também uma das mais promissoras no mundo, é importante para “complementar as quantidades” das vacinas produzidas pela Fiocruz.

Em relação a vacina da Moderna, dos EUA, Pazuello afirmou que empresa usa uma tecnologia de fabricação não dominada pelo Brasil, que é a partir do uso da molécula do novo coronavírus . “Nesse caso, a gente tá pactuando a possibilidade de compra com prioridade”, destacou.

O ministro interino afirmou ainda que a distribuição da vacina de Oxford deverá seguir a logística usada na distribuição das vacinas da Influenza, por exemplo.

 

 

 

Fonte:Ig

 

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