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Política Nacional

Bolsonaro afirma que vai incluir policiais condenados em indulto natalino

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Carolina Antunes/PR – 25.11.19

Bolsonaro também defendeu ação da polícia e disse que policiais não devem ser ‘criminalizados’

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O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (14) que pretende incluir policiais condenados como beneficiários do indulto natalino, a ser publicado no fim do ano por seu governo. Publicado todo ano, o indulto dá o perdão da pena a pessoas condenadas que se enquadrarem nos critérios estabelecidos.

Uma minuta de proposta de indulto feita pelo Ministério da Justiça deixou os policiais de fora, mas Bolsonaro declarou que irá incluí-los. A publicação do indulto é de responsabilidade do presidente da República.

“Vai ter policial sim, vai ter civil, vai ter todo mundo [no indulto]. Agora sempre tão esquecendo dos policiais, sempre. Não é justo isso aí. Policial que tá preso aí por abuso porque dá dois tiros num vagabundo de madrugada, ele deu três, aí foi preso por abuso. Abuso é por parte de quem prendeu, no meu entender, não por parte dele que tava cumprindo sua missão de madrugada”, afirmou ao sair do Palácio da Alvorada.

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Ainda durante a entrevista aos jornalistas, o presidente defendeu o trabalho dos policiais e afirmou que eles não podem ser “criminalizados”. “Não podemos continuar cada vez mais criminalizando os policiais no Brasil. Eles fazem por regra um excelente trabalho. Ou tem indulto pra todo tipo de gente ou não tem pra ninguém”, disse.


Questionado sobre possíveis vetos ao projeto de lei anticrime, aprovado nesta semana no Congresso Nacional Bolsonaro disse que conversou rapidamente com o ministro da Justiça Sergio Moro sobre o assunto e que deve vetar um aumento da pena pros crimes de calúnia e difamação. Também disse que ainda vai estudar outros possíveis vetos.

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Sobre o fundo eleitoral de R$ 3,8 bilhões, afirmou que não fez nenhum acordo e vai decidir sobre o assunto “quando chegar em minha mesa”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Moro faz reunião com juiz Marcelo Bretas e diretor-geral da PF no Rio

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Ministério da Justiça

Sergio Moro, Maurício Valeixo e o juiz Marcelo Bretas

Em visita ao Rio de Janeiro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, se reuniu na manhã desta terça-feira com o juiz Marcelo Bretas, na 7ª Vara Federal Criminal, na região portuária da cidade. Acompanhado do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, Moro passou cerca de duas horas com o juiz relator da Lava-Jato no Rio em uma visita institucional ao magistrado.

Antes do encontro com Bretas, Moro participou da abertura de um seminário promovido pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em um hotel em Copacabana, na Zona Sul do Rio. No evento, o ministro falou sobre cooperação internacional para combater o crime organizado e a corrupção.

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O encontro com Valeixo e Bretas vem após mais um episódio de fritura de Moro pelo presidente Jair Bolsonaro, que na semana passada afirmou, em reunião com secretários estaduais de Segurança Pública, que iria estudar a recriação de um ministério para a área, uma das reivindicações dos secretários. No dia seguinte, Bolsonaro confirmou que estudava a ideia, mesmo admitindo que Moro “deve ser” contrário. 


Um dia depois, contudo, Bolsonaro recuou e disse que a chance de recriar a pasta era “zero”. O recuo ocorreu após Moro sinalizar que deixaria o governo caso o Ministério da Segurança Pública fosse recriado, o que significaria um enfraquecimento da sua pasta.

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Valeixo, que acompanhou Moro na visita ao juiz Bretas, foi superintendente da Polícia Federal no Paraná no período em que Moro era o juiz que analisava os casos da Lava-Jato. Com a ida dele para o ministério da Justiça, Valeixo foi alçado a posição de diretor-geral.

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A permanência de Valeixo — nome de confiança de Moro — também já foi posta em dúvida por Bolsonaro logo no primeiro ano de mandato. No ano passado, o presidente ameaçou tirar Valeixo do comando da PF. A resistência de Moro impediu a troca.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Por respeito a Haddad, Lula nega que Flávio Dino vá voltar ao PT

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Reprodução/Twitter

Flávio Dino e Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (28), que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), não vai voltar para o PT.  A declaração ocorreu após uma matéria do jornal O Globo , que informou que Dino  poderia ser candidato pelo partido em 2022.

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De acordo com o jornal, Lula teria dito ao governador para que “voltasse para casa”, seu antigo partido.  O ex-presidente, no entanto, afirmou em sua conta do Twitter que não convidaria Flávio Dino para se filiar a sigla por respeito a ele, ao PCdoB e a Fernando Haddad, provável candidato do PT às eleições de 2022. 

“Pelo profundo respeito que eu tenho pelo PCdoB, pelo PT, pelo @FlavioDino e pelo @Haddad_Fernando, jamais convidaria um membro do PCdoB para se filiar ao PT “, escreveu Lula. 


Fonte: IG Política
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