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BOI/CEPEA: Menor preço do boi magro deve favorecer confinador em 2019

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Cepea, 14/3/2019 – O preço do boi magro neste ano está inferior ao observado em 2018. De acordo com levantamento do Cepea, considerando-se quatro praças paulistas (Araçatuba, Bauru/Marília, Presidente Prudente e São José do Rio Preto), o preço médio do boi magro está em R$ 2.011,08/cabeça nesta parcial de março, 1,47% inferior ao de mar/18, em termos reais – valores deflacionados pelo IGP-DI de jan/19. No geral, o animal tem sido negociado entre R$ 1.893,92 e R$ 2.263,27 neste mês, dependendo da região. Considerando o primeiro trimestre deste ano, a média do boi magro está em R$ 1.955,73, contra R$ 2.023,42 no mesmo período de 2018, ou seja, queda de 3,34%, em termos reais. Segundo colaboradores do Cepea, os preços em patamares inferiores aos verificados no ano passado tendem a estimular pecuaristas a aumentar o número de animais que devem ser terminados em sistema de confinamento em 2019. Além disso, os valores de importantes insumos da alimentação, como farelo de soja e milho, também estão inferiores aos observados no ano passado, em termos reais, favorecendo o confinador. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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Mapa recebe a ministra da Indústria, Comércio e Investimento da Nigéria

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O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Leite Ribeiro, recebeu, na manhã desta terça-feira (26), a ministra da Indústria, Comércio e Investimento da Nigéria, Hajiya Aisha Abubakar. No encontro, foram apresentadas formas de intensificar a cooperação bilateral, com foco na internacionalização de empresas brasileiras e na integração de cadeias produtivas de valor. Foram discutidas possíveis aberturas de mercado para produtos que poderão ser usados como insumos na Nigéria.

A ministra Abubakar estava acompanhada do embaixador de seu país, além de outras autoridades que vieram do país africano a fim de se encontrar com representantes do Governo Federal. Do lado brasileiro, também estavam presentes os secretários adjuntos de Comércio e Relações Internacionais, Flávio Bettarello, e de Agricultura Familiar e Cooperativismo, e Sérgio Benevides, Chefe da Divisão da África Central e Ocidental do Ministério das Relações Exteriores, entre outras autoridades.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Evento internacional sobre seguro agropecuário vai tratar da fruticultura

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O diretor de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Loyola, estará nos dia 3 e 4 de abril, em Curitiba (PR), para o seminário técnico e internacional da Associação Latino Americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário (Alasa), focado em seguro rural para frutas.

No dia 3 (quarta-feira), Loyola participa da abertura do evento e do painel “Políticas Públicas de Subsídio ao Seguro Agrícola no Brasil”. “O Ministério da Agricultura tem interesse em disseminar a cultura da gestão de riscos agropecuários no país e o seminário técnico da Alasa é uma oportunidade para que os participantes adquiram conhecimento dos modelos e experiências internacionais em relação ao seguro agrícola de frutas, que tem condições especiais de cobertura e na avaliação de perdas dessas atividades”, salienta o diretor.

No Brasil, as apólices de seguro rural contratadas para as frutas no último ano totalizaram R$ 66,84 milhões, correspondendo a 18% do valor total subvencionado pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). As frutas representaram 18% das apólices contratadas (11,6 mil, no total de 63,5 mil apólices), 1% da área segurada (48,9 mil ha, no total de 4,7 milhões de ha) e 11% do valor segurado pelo PSR (R$ 1,43 bilhão, no total de R$ 12,59 milhões).

As frutas que mais demandaram subvenção de apólices de seguro rural foram maçã (R$ 33,39 milhões ou 50%) e uva (R$ 25,54 milhões ou 38%), principalmente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O evento, além de servir de encontro para empresas de seguros e resseguros, é uma importante ferramenta para promover o seguro agrícola como um insumo básico para o produtor rural, que permite proteger e tem apoio financeiro contra as diversas contingências que podem ameaçar a lavoura.

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Mais informações à Imprensa
Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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