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Saúde

“Bastava ter mantido a paciente aqui, onde ela estava internada. Há leitos”, rebate o prefeito em rede social

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Como de praxe, o prefeito Fábio Martins Junqueira (MDB) tem usado a rede social, para esclarecer e justificar as ações executadas pela Secretaria de Saúde, em combate ao coronavírus em Tangará da Serra.

Prefeito se posiciona em rede social sobre o não uso de UTIs do Hospital Municipal. Imagem/Reprodução Facebook

Em uma postagem na página dele, no Facebook, na tarde deste sábado (30) Junqueira, após divulgar o boletim diário, com a confirmação de dois novos casos da doença no município, foi questionado por seguidores, sobre a situação dos leitos de UTI, considerando os casos de internação, regulados para hospital de Cuiabá. Rebatendo a crítica de uma seguidora, ao mencionar preocupação pelo tempo necessário até o encaminhamento do paciente a Capital, o prefeito, disse: “Bastava ter mantido a paciente onde ela estava internada. Há os leitos. Todos com oxigênio. Há respiradores. E se precisasse de UTI, era a hora de por para funcionar. Contratei médicos, enfermeiras, técnicos e temos nossos médicos e enfermeiros do quadro que estão no hospital”, salienta.

Ainda, em debate com os internautas, ressaltou que muitos profissionais teriam sido contaminados em um hospital particular e que uma paciente da unidade privada, e outra da Unimed, foram encaminhadas à Cuiabá, por decisão médica. “Um paciente da UNIMED, foi regulada para o Santa Rosa (hospital) em Cuiabá e uma outra foi encaminhada por decisão de médico do Hospital Santa Ângela, mas que poderia ter sido atendida no hospital municipal. O Hospital Santa Ângela, recebeu notificação para sanitinizar, pois muitos profissionais da UTI do hospital foram considerados positivos e como também, atuam no hospital municipal, foram isolados e por isso, decidiram ‘enviar’ para Cuiabá”, defende.

Imagem/ Reprodução Facebook

Em visita na última sexta (29) ao Hospital Municipal Arlete Daisy Cichetti de Brito, os vereadores Wilson Verta (PSDB), Vagner Constantino (PSDB), e Claudinho Frare (Republicanos), constaram que a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não está em operação por falta de equipe.

“As UTIs, do hospital foram instaladas, porém, os respiradores fixos, faltam umas válvulas para chegar, mas não compromete o atendimento por ter respiradores móveis, o problema é que não tem equipe. O prefeito não contratou as equipes com médico, fisioterapeuta, enfermeiros, técnicos de enfermagem, e de limpeza. Então, essas equipes de plantão ainda não foram formadas, e se tiver que internar alguém ali hoje, tem que mandar pra Cuiabá, não há equipe para prestar suporte aos pacientes, essa é a nossa realidade hoje. Não adianta estar pronto, estar equipado, se a UTI não vai atender ninguém, por não ter equipe contratada, precisamos urgente que o Fábio contrate equipes. O hospital não está apto para esse atendimento. Nós apuramos a situação, após protocolarmos requerimento na prefeitura, e não recebermos resposta da administração municipal. Por isso, fomos até o local e levantamos a real situação, apesar dos funcionários terem receio de retaliação por parte da administração”, destaca o vereador Vagner Constantino.

Diante da situação, o grupo de vereadores protocolou no Ministério Público, um inquérito, denunciando o problema. O documento, foi elaborado, após as fiscalizações feitas, nas unidades e através de denúncia de pacientes e acompanhantes.

Quanto a denúncia apresentada, os órgãos de imprensa, têm buscado insistentemente um parecer técnico da secretaria de Saúde e Vigilância Epidemiológica, para esclarecer à comunidade, o impasse, porém, a única ferramenta utilizada pela atual gestão, para se comunicar com a sociedade é a rede social do prefeito Fábio Martins Junqueira, limitando o acesso a informação e restringindo o público do direito de escolha, por meio de outros mídias, além dos veículos ligados ao próprio gestor municipal.

 

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Saúde

Religioso que zombava de vacinas nas redes morre por covid-19 nos EUA

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BBC News Brasil

Um homem da Califórnia que zombava das vacinas contra a covid-19 em redes sociais morreu após uma batalha de um mês contra o vírus.

Stephen Harmon, membro da igreja Hillsong, era um oponente vocal das vacinas, e publicava uma série de piadas sobre não não tomá-las. “Tenho 99 problemas, mas a vacina não é um deles”, tuitou o jovem de 34 anos para seus 7.000 seguidores em junho.

Ele recebeu tratamento para pneumonia e covid-19 em um hospital nos arredores de Los Angeles, onde morreu na quarta-feira (21). Nos dias que antecederam a morte, Harmon documentou sua luta para permanecer vivo, postando fotos de si mesmo em sua cama de hospital. “Por favor, orem todos vocês, eles realmente querem me entubar e me colocar em um respirador”, disse ele.

Em seu último tuíte, na quarta-feira, Harmon disse que seria intubado. “Não sei quando vou acordar, por favor, orem”, escreveu ele.

Apesar de sua luta contra o vírus, Harmon ainda dizia que rejeitaria ser vacinado, afirmando que sua fé religiosa o protegeria.

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Antes de sua morte, ele brincou sobre a pandemia e as vacinas, compartilhando memes dizendo que confiava na Bíblia, e não no mais conhecido especialista em doenças dos EUA, o médico Anthony Fauci.

O fundador da igreja Hillsong, Brian Houston, confirmou a notícia de sua morte em um tuíte. “Ben acaba de nos transmitir a notícia devastadora de que nosso querido amigo, Stephen Harmon, faleceu da Covid. É de partir o coração”, disse Houston.

Pelo Instagram, ele prestou homenagem a Harmon. “Ele era uma das pessoas mais generosas que conheço e tinha muito pela frente”, escreveu Houston. “Ele sempre comparecia aos jogos de futebol de nossos netos e fará falta para muitos. Descanse em paz.”

Ele acrescentou que a igreja incentiva seus membros “a seguirem as orientações de seus médicos”. A Califórnia viu um aumento nos casos de Covid-19 nas últimas semanas, sendo a maioria dos casos levados a hospitais de não vacinados.


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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Entenda a grave Covid-19 de Luciano Szafir, que recebeu alta neste sábado

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Entenda a grave Covid-19 de Luciano Szafir, que recebeu alta neste sábado
Instagram/Reprodução

Entenda a grave Covid-19 de Luciano Szafir, que recebeu alta neste sábado

Após pouco mais de um mês internado, o ator e ex-modelo Luciano Szafir venceu a batalha contra a Covid-19. Ele teve alta do hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, neste sábado, após ficar entre a vida e a morte, como antecipou o colunista Ancelmo Gois.

“O ator e apresentador Luciano Szafir recebeu alta neste sábado, dia 24 de julho, do hospital Copa Star, no Rio de Janeiro. Luciano e sua família agradecem o carinho e energia positiva do público e da imprensa”, confirmou a assessoria de imprensa.

Aos 52 anos, Szafir foi contaminado um dia antes de receber a vacina contra o coronavírus, de acordo com sua faixa etária. Mas esta não foi a primeira vez que o ator sofreu com a doença. Em fevereiro ele teve sintomas leves, mas desta vez teve uma reação mais agressiva, com febre persistente.

No dia 7 de julho,  internado na UTI, ele precisou ser submetido a uma cirurgia para retirada de hematoma e segmento do cólon, que é última parte do intestino grosso. Durante o tratamento contra o coronavírus, o ator sofreu uma complicação no intestino grosso gerada por hematomas, sangramentos que causam acúmulos de sangue em determinado local do organismo. Especialistas ressaltam que todos os pacientes internados em estado grave são medicados com anticoagulantes, o que — em casos raros — pode ocasionar hematomas em quaisquer partes do corpo.

Quatro dias depois da cirurgia, Szafir publicou em vídeo em sua conta no Instagram direto da UTI, afirmando “estar vivo”. “Gente, resolvi fazer esse vídeo para mostrar que estou vivo e para agradecer”, diz o artista, emocionado.

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O boletim publicado naquele dia, 11 de julho, apontava que o quadro clínico era estável e que a melhora era “evolutiva”. Na véspera, Szafir havia sido extubado, ou seja, deixou de precisar de ventilação mecânica e passou a receber apenas suplementação de oxigênio.

Na última segunda-feira, o ator deixou a UTI do Copa Star e foi transferido para um quarto do hospital.

Entenda o caso

Mestre em epidemiologia, o médico Danilo Klein explica por que um problema no intestino pode estar relacionado ao coronavírus. Ele lembra que todos os pacientes internados em estado grave são medicados com anticoagulantes, o que — em casos raros — pode gerar hematomas em quaisquer partes do corpo, como o cólon. Grosso modo, hematomas são sangramentos que causam acúmulos de sangue em determinado local do organismo.

“Todo paciente internado e imoblizado em leito, e que não se movimenta, tem um risco aumentado de fazer trombose. Para evitar a trombose e o tromboembolismo pulmonar, que é a trombose no pulmão, são utilizados medicamento profiláticos. O perigo é que, em alguns casos, isso pode evoluir para o contrário e o anticoagulante causar um hematoma”, esclarece o médico. “O hematoma pode acontecer em qualquer lugar do corpo: nos membros, no local de injeções ou até mesmo em órgãos internos”.

Klein ressalta, por outro lado, que a forma grave da Covid-19 pode ocasionar, por si só, um distúrbio intenso de coagulação no organismo, o que também resulta em hematomas.

“Por isso, sem analisar o caso, não dá para saber se o problema do ator (Luciano Szafir) surgiu por um efeito do anticoagulante ou devido à própria gravidade do caso. É preciso lembrar que não só a Covid, mas qualquer doença grave pode evoluir para a complicação de distúbrio de coagulação e sangramento”, frisa Klein.

Fonte: IG SAÚDE

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