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Economia

Auxílio emergencial: veja quem recebe até R$ 375 neste domingo

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Os valores do auxílio 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família)
Sophia Bernardes

Os valores do auxílio 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família)

Neste domingo (26), a  sexta parcela do auxílio emergencial 2021 será depositada para os trabalhadores nascidos em junho sem direito ao Bolsa Família. A quantia será creditada em contas poupanças sociais digitais pela Caixa Econômica Federal. O saque, porém, somente estará liberado no dia 6 de outubro, conforme o calendário abaixo.

Até lá, o dinheiro poderá ser movimentado pelo Caixa Tem. O app permite o pagamento de boletos (como contas de água, luz, gás e telefone) e de compras feitas em farmácias, supermercados e lojas (via cartão virtual gerado na hora ou QR Code).

Os valores do auxílio 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

CALENDÁRIO DA SEXTA PARCELA – TRABALHADORES EM GERAL

Datas de depósito

  • Nascidos em janeiro – 21 de setembro
  • Nascidos em fevereiro – 22 de setembro
  • Nascidos em março – 23 de setembro
  • Nascidos em abril – 24 de setembro
  • Nascidos em maio – 25 de setembro
  • Nascidos em junho – 26 de setembro
  • Nascidos em julho – 28 de setembro
  • Nascidos em agosto – 29 de setembro
  • Nascidos em setembro – 30 de setembro
  • Nascidos em outubro – 1º de outubro
  • Nascidos em novembro – 2 de outubro
  • Nascidos em dezembro – 3 de outubro.

Datas de saque

  • Nascidos em janeiro – 4 de outubro
  • Nascidos em fevereiro – 5 de outubro
  • Nascidos em março – 5 de outubro
  • Nascidos em abril – 6 de outubro
  • Nascidos em maio – 8 de outubro
  • Nascidos em junho – 11 de outubro
  • Nascidos em julho – 13 de outubro
  • Nascidos em agosto – 14 de outubro
  • Nascidos em setembro – 15 de outubro
  • Nascidos em outubro – 18 de outubro
  • Nascidos em novembro – 19 de outubro
  • Nascidos em dezembro – 19 de outubro.

Bolsa Família

Os beneficiários do Bolsa Família com Número de Identificação Social (NIS) de final 6 também terão o depósito da sexta parcela nesta sexta-feira, mas neste caso o saque já estará liberado em agências da Caixa, casas lotéricas ou correspondentes bancários.

Vale reforçar que os beneficiários do programa de transferência de renda têm direito ao pagamento de maior valor: o auxílio emergencial ou o benefício social anterior, o que for mais vantajoso.

Os pagamentos do Bolsa Família referentes a esse mês serão feitos até o dia 30, para um grupo de beneficiários por dia. Os últimos a sacar serão os que têm NIS de final 0. Veja abaixo.

Passo a passo para retirada

1) Para trabalhadores com ou sem Bolsa Família, para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”.

2) Depois, basta inserir a senha para ter acesso ao código de saque na tela do celular, o qual tem validade de uma hora e deve ser informado nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Somente no caso de quem tem Bolsa Família, os recursos também podem ser sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.

CALENDÁRIO DA SEXTA PARCELA – BOLSA FAMÍLIA

  1. NIS de final 1 – 17 de setembro
  2. NIS de final 2 – 20 de setembro
  3. NIS de final 3 – 21 de setembro
  4. NIS de final 4 – 22 de setembro
  5. NIS de final 5 – 23 de setembro
  6. NIS de final 6 – 24 de setembro
  7. NIS de final 7 – 27 de setembro
  8. NIS de final 8 – 28 de setembro
  9. NIS de final 9 – 29 de setembro
  10. NIS de final 0 – 30 de setembro.

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Economia

Após reunião, Guedes e Bolsonaro se entendem e ministro permanecerá no governo

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Paulo Guedes, Ministro da Economia
Edu Andrade/ Ascom ME

Paulo Guedes, Ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, continuará no governo federal pelo menos até os próximos meses. A confirmação aconteceu em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (22), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, na sede do Ministério da Economia. 

Até o começo desta sexta, havia especulação sobre a possibilidade de saída do ministro, após a debandada de sua equipe na última quinta-feira (21). Dois de seus principais secretários, Bruno Funchal (Orçamento) e Jeferson Bitencourt (Tesouro Nacional), deixaram a pasta. Outros dois secretários adjuntos também pediram demissão. 

A saída dos secretários aconteceu após desavenças sobre o pagamento do novo programa social do governo federal. A ala política quer o benefício em R$ 400 enquanto a equipe econômica diz que poderá gastar apenas R$ 300.

Uma das sugestões de apoiadores de Bolsonaro era usar os R$ 300 dentro do Orçamento do Bolsa Família e um auxílio temporário de R$ 100 até dezembro de 2022 contabilizado fora do teto de gastos. A proposta causou reboliço no mercado financeiro e culminou na demissão dos secretários de Paulo Guedes. 

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Na coletiva, Bolsonaro e Guedes fizeram um histórico sobre o Auxílio Brasil e valor dos combustíveis. O ministro da Economia lembrou que as negociações precisariam pesar entre os desejos políticos e a possibilidade de gasto da União em 2022. 

Mas logo Guedes fez questão de minimizar as saídas de Funchal e Bitencourt e afirmou ser ‘normal’ o pedido de demissão deles.

*Reportagem em atualização

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Economia

Bolsonaro ressalta confiança em Guedes: ‘Não faremos nenhuma aventura’

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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira que confia no ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro estava pressionado pela decisão do governo de aceitar mudar o teto de gastos para pagar um Auxílio Brasil (novo Bolsa Família) de R$ 400.

“Eu tenho confiança absoluta nele. Ele entende as aflições que o governo passa”, disse, no Ministério da Economia, ao lado de Guedes.

Bolsonaro também defendeu o auxílio de R$ 400 e disse que não haverá aventuras.

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“Esse valor decidido por nós tem responsabilidade. Não faremos nenhuma aventura, não queremos colocara em risco nada no tocante à economia”.

Depois da saída de quatro secretários do Ministério da Economia no começo da noite desta quinta-feira por discordarem de mudanças no teto de gastos, a permanência de Guedes no cargo se tornou dúvida.

Além da discordância em relação à revisão do teto de gastos, o receio de se tornarem alvo de investigações de órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público também motivou a nova debandada da equipe de Paulo Guedes. O temor de ligar seus CPFs a decisões polêmicas como essa é um receio frequente entre os técnicos, já que os órgãos de controle podem questionar atos até anos depois.

Bruno Funchal, que pediu demissão nesta quinta-feira do cargo de Secretário do Tesouro e Orçamento, era um dos que mais resistiam à ideia da revisão do teto. Além dele, também pediram afastamento o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, e os secretários adjuntos de Funchal e de Bittencourt, respectivamente Gildenora Dantas e Rafael Araujo.

O teto de gastos é uma regra fiscal que limita o crescimento de despesas da União à inflação do ano anterior. Ou seja, na prática, não há aumento real de despesas. Para viabiliar o pagamento do novo Auxìlio Brasil de R$ 400, essa fórmula foi alterada na PEC dos Precatórios, aprovada em comissão especial da Câmara dos Deputados ontem.

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