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Auxílio emergencial: Mais de 600 pessoas são investigadas por fraude no RS

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Auxílio emergencial
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Auxílio emergencial já foi pago indevidamente a 73 mil militares no Brasil

Autoridades estaduais e federais investigam fraudes na concessão do  auxílio emergencial a pelo menos 602 pessoas no estado do Rio Grande do Su l — a averiguação, conduzida pelas polícias Civil e Federal e pelo Ministério Público,  está no começo e o número de fraudes deve ser ainda maior. Outros órgãos, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Tribunal de Contas da União (TCU) também devem realizar auditorias administrativas.

O auxílio emergencial é destinado pelo governo federal a pessoas prejudicadas economicamente pela pandemia de Covid-19. Um dos principais indícios sobre a sobre a existência de fraudes nesse tipo de benefício foi aberta por uma série de reportagens do Grupo de Investigação da RBS (GDI) veiculada no final de junho. O material mostrou a rotina de 35 pessoas com bom padrão de vida e bens que receberam o benefício federal (de R$ 600 a R$ 1,2 mil mensais) mesmo sem se enquadrarem nos critérios exigidos pela Caixa Econômica Federal.

Entre os que burlaram as regras, estão servidores públicos, construtores, dentistas, fisioterapeutas, comerciantes, industriais, jornalistas e radialistas. Foi revelado também que o benefício foi concedido até para pessoas mortas.

Todas as 35 pessoas denunciadas na reportagem do GDI já estão na mira da Polícia Federal, informa o delegado regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF, Alessandro Lopes. Uma primeira triagem será feita pela Corregedoria da PF e, depois, delegados das regiões onde os auxílios foram sacados checarão se os beneficiados se enquadravam nos critérios elaborados pela Caixa.

Mas as investigações não serão restritas apenas aos revelados pela RBS. Segundo Dornelles, a prioridade é identificar quadrilhas que realizam fraudes de forma sistemática, como os grupos que furtam dados de cidadãos. Ao tentar sacar o benefício, os verdadeiros merecedores do auxílio são informados de que seu nome foi usado por estranhos. Em outros casos, os criminosos acessam o benefício usando a identidade de mortos.

Operações anteriores

Uma das maiores investigações realizadas até agora foi pela Polícia Civil, que identificou e prendeu 207 fraudadores do auxílio emergencial. A checagem continua, para verificar como cada um deles conseguiu burlar o sistema da Caixa.

O TCU já abriu investigação para verificar como, no Brasil, 73 mil militares das Forças Armadas sacaram o benefício (que é vetado a servidores públicos). Não se sabe quantos desses atuam no RS. Já o TCE também averigua como 12 mil funcionários públicos municipais e estaduais do RS sacaram o benefício.

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Home office será mantido pela maioria das empresas de Minas Gerais

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Home office será adotado por muitas empresas em Minas Gerais
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Home office será adotado por muitas empresas em Minas Gerais

65% das empresas mineiras pretendem manter o regime de home office após a pandemia do novo coronavírus (Sars-coV-2), seja em modelo híbrido ou permanente. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seção Minas Gerais (ABRH-MG) com 131 empresas de diversos setores, que contabilizam, juntas, mais de 60 mil empregados.

Segundo o levantamento, 70% dos negócios já analisam como será a retomada das atividades nas unidades, em um processo que deve ser gradativo.

De acordo com as companhias ouvidas, as maiores dificuldades para a adoção do regime são a gestão da equipe, a infraestrutura de trabalho, a autogestão, a cultura e o aumento de carga horária. Na avaliação da presidente da ABRH-MG , Eliane Ramos de Vasconcellos, os líderes têm um papel fundamental para minimizar esses desafios.

“O líder deve abrir mão de um pouco do controle. Ele precisa ter muito mais confiança quando o funcionário está em casa. É importante que a liderança se faça mais presente de forma virtual, escutando muito mais as pessoas e cuidando mais delas”, diz.

Além disso, para ela, “os líderes têm que encorajar os outros a cuidarem melhor de si próprios e da família, porque todos estão sofrendo mais neste momento. Se o funcionário estiver bem, consegue trabalhar melhor”, completa. 

Elaine também acredita que o melhor modelo para a implantação definitiva do home office é o híbrido “Com o home office, há redução de custos – várias empresas estão repensando se precisam de um escritório tão grande. O processo de tomada de decisão está mais rápido, e algumas pessoas estão se achando muito mais produtivas, além de terem mais tempo para se dedicarem às coisas de que gostam e estar perto da família. Ao mesmo tempo, o cafezinho, a conversa no almoço e o momento de trocar uma ideia no corredor são importantes e fazem falta”, avalia ela.

Por fim, a presidente declara que é necessário que as empresas ouçam o que os funcionários têm a dizer – o levantamento aponta que um terço das companhias entrevistadas realizou pesquisas internas com os colaboradores para entender melhor o momento atual. Com informações de O Tempo .

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Bolsonaro detona governadores e diz que auxílio permanente quebraria o país

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Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, de máscara
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, de máscara

O presidente  Jair Bolsonaro voltou a criticar os governadores, neste domingo (02), em razão das medidas adotadas para combate à pandemia do novo coronavírus  (Sars-coV-2), e por defenderem a criação de um ” auxílio emergencial permanente” de R$ 600 a trabalhadores informais.

Em conversa com jornalistas em uma padaria do Lago Norte de Brasília, o presidente , que estava passeando de moto, disse ainda que o isolamento social e o fechamento do comércio prejudicaram a economia . Sem citar nomes, ele disse que o mesmo governador que defende a medida quebrou seu estado.

“Alguns [governadores] estão defendendo o auxílio emergencial indefinido. Esses mesmos governadores que quebraram seus estados. Só que por mês dá R$ 50 bilhões. Vou arrebentar com a economia do Brasil”, disse.

Bolsonaro também afirmou que autorizou o ministro da Economia , Paulo Guedes, a propor um novo imposto, mas sem aumento de carga tributária. Segundo ele, o novo tributo tem que ser compensado com a extinção de outro imposto ou desoneração. A declaração foi dada em uma padaria do Lago Norte, bairro nobre da capital federal. O presidente saiu de moto do Palácio da Alvorada, parou no comércio e depois retornou à residencia oficial.

— O que eu falei com o Paulo Guedes é que pode ser o imposto que você quiser. Tem que ver do outro lado o que vai deixar de existir, se vai diminuir o IR (Imposto de Renda), desonerar a folha de pagamento, acabar com o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) — disse o presidente.

Como o jornal Extra informou na semana passada, Bolsonaro deu aval para Guedes testar a aceitação do novo imposto sobre pagamentos, nos moldes da antiga CPMF, embora o presidente não deva fazer nenhum movimento de apoio público ao tributo.

Ainda ontem, Bolsonaro afirmou que o novo presidente do Banco do Brasil (BB), “a princípio”, é André Brandão, ex-presidente do HSBC Brasil. A confirmação deve ser feita após nova conversa com Paulo Guedes .

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