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Economia

Auxílio emergencial: Caixa fará depósitos na quarta-feira; veja quem recebe

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A Caixa irá realizar o depósito do auxílio emergencial em contas digitais a partir da próxima quarta-feira (5) para os nascidos em maio no Ciclo 1 . Veja o calendário completo de todos os depósitos.

Auxílio emergencial: Caixa depositará pagamentos em contas digitais na quarta; confira o calendário
Agência Senado

Auxílio emergencial: Caixa depositará pagamentos em contas digitais na quarta; confira o calendário



Confira as datas dos ciclos

CICLO 1

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a terceira parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho ou até 4 de julho de 2020 – receberá a segunda parcela
  • Quem se cadastrou entre 17 de junho e 2 de julho de 2020 – receberá a primeira parcela


Depósito do dinheiro

  • 5 de agosto – nascidos em maio
  • 7 de agosto – nascidos em junho
  • 12 de agosto – nascidos em julho
  • 14 de agosto – nascidos em agosto
  • 17 de agosto – nascidos em setembro
  • 19 de agosto – nascidos em outubro
  • 21 de agosto – nascidos em novembro
  • 26 de agosto – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 8 de agosto – nascidos em abril
  • 13 de agosto – nascidos em maio
  • 22 de agosto – nascidos em junho
  • 27 de agosto – nascidos em julho
  • 1º de setembro – nascidos em agosto
  • 5 de setembro – nascidos em setembro
  • 12 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 17 de setembro – nascidos em dezembro

CICLO 2

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em abril de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a terceira parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a segunda parcela

Depósito do dinheiro

  • 28 de agosto – nascidos em janeiro
  • 2 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 4 de setembro – nascidos em março
  • 9 de setembro – nascidos em abril
  • 11 de setembro – nascidos em maio
  • 16 de setembro – nascidos em junho
  • 18 de setembro – nascidos em julho
  • 23 de setembro – nascidos em agosto
  • 25 de setembro – nascidos em setembro
  • 28 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 30 de setembro – nascidos em dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 19 de setembro – nascidos em janeiro
  • 22 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 29 de setembro – nascidos em março
  • 1º de outubro – nascidos em abril
  • 3 de outubro – nascidos em maio
  • 6 de outubro – nascidos em junho
  • 8 de outubro – nascidos em julho
  • 13 de outubro – nascidos em agosto
  • 15 de outubro – nascidos em setembro
  • 20 de outubro – nascidos em outubro
  • 22 de outubro – nascidos em novembro
  • 27 de outubro – nascidos em dezembro

CICLO 3

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em maio de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a quarta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a terceira parcela

Depósito do dinheiro

  • 9 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 16 de outubro – nascidos em março e abril
  • 23 de outubro – nascidos em maio e junho
  • 30 de outubro – nascidos em julho e agosto
  • 6 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 13 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 29 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 3 de novembro – nascidos em março e abril
  • 10 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 12 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 17 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 19 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

CICLO 4

  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em junho de 2020 – receberá a quinta parcela
  • Quem recebeu o crédito da primeira parcela em julho de 2020 – receberá a quarta e a quinta parcelas

Depósito do dinheiro

  • 16 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 18 de novembro – nascidos em março e abril
  • 20 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 23 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 27 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 30 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Liberação de saque e transferência

  • 26 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 1º de dezembro – nascidos em março e abril
  • 3 de dezembro – nascidos em maio e junho
  • 8 de dezembro – nascidos em julho e agosto
  • 10 de dezembro – nascidos em setembro e outubro
  • 15 de dezembro – nascidos em novembro e dezembro

Confira os calendários do auxílio para inscritos no Bolsa Família

4ª parcela  já foi paga para os beneficiários do Bolsa Família durante o mês de julho.

5ª Parcela

  • NIS com final 1 – 18 de agosto;
  • NIS com final 2 – 19 de agosto;
  • NIS com final 3 – 20 de agosto;
  • NIS com final 4 – 21 de agosto;
  • NIS com final 5 – 24 de agosto;
  • NIS com final 6 – 25 de agosto;
  • NIS com final 7 – 26 de agosto;
  • NIS com final 8 – 27 de agosto;
  • NIS com final 9 – 28 de agosto;
  • NIS com final 0 – 31 de agosto.

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Economia

PIB per capita cai em sete anos e Brasil fica 11% mais pobre

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PIB
Agência Brasil/Antônio Cruz

Pobreza piora no Brasil no período atual

De acordo com cálculos da consultoria LCA, em sete anos o brasileiro ficará 11% mais pobre. A recessão observada entre o fim de 2014 e 2016, a retomada lenta da economia nos anos seguintes e a recente  crise provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) são os fatores que fazem a queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.


O último ano de crescimento mais robusto da economia brasileira foi 2013. De lá para cá (2020) o PIB per capita passará de R$ 8.519 para R$ 7.559 e terá encolhido 11,3% no período.

O PIB per capita é a soma de tudo o que país produz dividido pela população. É um indicador que avalia a riqueza de um país. O PIB sobe quando a atividade econômica avança num ritmo mais rápido do que o crescimento populacional. 

A pesquisa da LCA leva em conta estimativas para o PIB trimestral e utiliza a média móvel de quatro trimestres, o que faz uma comparação mais justa.

“A realidade é muito mais triste do que apenas esse dado. Nesse período, a média de crescimento do mundo foi de 4% ao ano”, afirma o economista da LCA, Cosmo Donato. “É preciso levar em conta também o que o país deixou de crescer, sobretudo na comparação com os emergentes. O buraco é mais embaixo.”

A economia brasileira teve muitas dificuldades nos últimos anos. Entre o fim de 2014 e 2016, o Brasil observou forte recessão causada por vários desequilíbrios macroeconômicos e pela instabilidade política no governo Dilma Rousseff. 

Nos três anos seguintes, houve uma pequena retomada. Atualmente, a crise da pandemia se tornou mais um fator complicado.

A queda do Brasil também fica evidente quando se analisa o comportamento socioeconômico do país. Depois do “boom” classe C no final da década passada e no início desta, o país tem registrado uma leve piora da mobilidade social nos últimos anos, mostra pesquisa feita pela Kantar.

No ano de 2014, 27,5% dos lares brasileiros eram das classes A e B . Ao fim de 2020, esse grupo deve recuar para 26,3%. A classe E vai passar de 24,7% para 25,2% dos lares.

O desemprego tem sido uma das mais fortes consequências do desempenho ruim da economia e ajuda a explicar o empobrecimento do país.

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Economia

Poupança está fazendo você perder dinheiro; entenda

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Poupança está fazendo você perder dinheiro; entenda
Arquivo/Agência Brasil

Poupança está fazendo você perder dinheiro; entenda

Desde dezembro de 2019, quando o Banco Central ( BC ) anunciou uma queda na taxa Selic para 4,5% ao ano, a poupança rende menos e perde da inflação. Com os recentes cortes que fizeram a taxa chegar aos 2,25% ao ano, quem opta por guardar o dinheiro na caderneta de poupança pode estar perdendo mais dinheiro do que imagina.

De acordo com a economista, planejadora financeira CFP e professora de economia comportamental da ESPM  Paula Sauer, “a caderneta de poupança ainda é, de longe, o instrumento preferencial de investimentos de entrada no Brasil. Atualmente deixar suas economias na caderneta de poupança é perder dinheiro”.

“Isso é especialmente cruel para a população de baixa renda, que muitas vezes iniciam uma poupança e depositam na caderneta seus planos futuros”, afirma. 

Caderneta antiga x Caderneta nova

“É preciso dizer que existem no país dois cálculos, um da caderneta antiga (para depósitos efetuados até maio de 2012) e outra modalidade para depósitos posteriores que são válidos até o momento”, disse Sauer. 

A professora explicou que “a primeira tem uma remuneração atraente, maior que a atual taxa Selic , contudo não permite depósitos. Desta forma, para qualquer novo depósito, vigora a nova regra que remunera ao investidor 70% da Selic após 30 dias sem movimentar o saldo”. 

“Na regra atual, a remuneração, que já não era atraente com as sequenciais quedas na taxa Selic , agora passa a ser proibitiva, já que é abaixo da taxa de inflação. Assim, deixar de consumir e guardar dinheiro na caderneta representa ter ao fim do investimento um valor que compra menos do que se comprava antes”, argumentou Sauer

Exemplo prático 

A professora inicia sua explicação dizendo: “por exemplo, se fosse feito um depósito de R$100,00 na caderneta de poupança no dia 26/07/2019 e um ano depois você retirasse, no dia 27/07/2020, seu saldo seria de R$ 103,18, uma rentabilidade de 3,18% no ano ou R$ 3,18, ao passo que a inflação neste mesmo período foi de 7,31%”. 

“Contudo, a conta não para por aí, se você descontar da rentabilidade da caderneta a inflação do período, ou seja, diminuir da rentabilidade a inflação, verá que deixou seu dinheiro parado e a rentabilidade líquida, descontada a inflação, foi negativa”, ressaltou Sauer .

Simplificando

“De maneira simples, seu dinheiro guardado, um ano depois, compra menos do que comprava antes. De modo prático, os R$100,00 investidos em 2019, equivale a R$ 95,87 um ano depois. Esse é o grande problema da inflação. Utilizamos a inflação IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), por espelhar a inflação da cesta básica e reajuste de aluguel, despesas que impactam bastante as famílias de menor renda”, explicou.

Consequências 

“Isso é especialmente cruel para as populações com baixa instrução, já que muitos não tem noção de que isso acontece. Outras pessoas até desconfiam que não vale a pena “guardar” dinheiro na caderneta, mas não se sentem seguras para conversar sobre alternativas de investimentos “, afirmou a professora. 

Paula Sauer finalizou a entrevista dizendo que: “Desta forma, aquela pessoa que tem vontade de guardar dinheiro e investir para a realização de um sonho, de um objetivo que precisa de um volume maior de dinheiro não se sente mais estimulada e acaba se voltando para o consumo, ou ainda, antecipa o consumo pagando parcelado e se prejudicando com uma taxa de juros muito maior”. 

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