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Autora de “After” espera que filme ajude jovens mulheres a assumir sexualidade

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 “Fallen” (2016), “Dezesseis Luas” (2013) e “Se Eu Ficar” (2014) são produções que miram o público infanto-juvenil e que tentaram reproduzir o grande fenômeno cultural que foi “Crepúsculo”. A série cinematográfica adaptada da obra de Stephenie Meyer gerou algumas fanfics – como são conhecidas as histórias criadas por fãs inspiradas por uma determinada obra. Assim nasceu “50 Tons de Cinza”, outro gigantesco fenômeno cultural que migrou dos livros para os cinemas e que agora suscita comparações com “After”, fanfic que rendeu quatro livros e cujo filme estreia em 11 de abril no Brasil.


A autora Anna Todd no centro com os protagonistas de After, Hero Fiennes Tiffin e Josephine Langford
Divulgação
A autora Anna Todd no centro com os protagonistas de After, Hero Fiennes Tiffin e Josephine Langford

Em “After”
, Tessa Young (Josephine Langford) é uma estudante dedicada, filha obediente e namorada fiel, em seu primeiro semestre na faculdade, experiência que irá descortinar uma série de novas possibilidades para ela. É lá, por exemplo, que ela conhece Hardin Scott (Hero Fiennes-Tiffin), um encantador e rebelde garoto que a leva a questionar tudo o que ela pensava que sabia sobre si mesma e sobre o que ela quer para sua vida.

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No Brasil para promover o filme e seu novo livro “Stars – As Estrelas Entre Nós”, o primeiro volume de uma nova trilogia protagonizada por uma jovem mulher, a autora Anna Todd
bateu um papo com o iG Gente
 sobre as expectativas para o lançamento, como é escrever sobre sexo para jovens mulheres no mundo de hoje e como ela se parece mais com o rebelde Hardin do que com a heroína de sua obra mais famosa.

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Anna Todd, em passagem anterior pelo Brasil, quando veio para a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo para divulgar After
Reprodução/Instagram
Anna Todd, em passagem anterior pelo Brasil, quando veio para a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo para divulgar After

“Eu não me incomodo com as comparações com ’ 50 Tons de Cinza
’, observa de pronto a americana de 29 anos, casada e mãe de um garoto. “Eu adoro escrever sobre questões que envolvem sexo e eu absolutamente amo ‘50 tons’. Amo o que ele fez pelas mulheres.  Eu não teria esse trabalho como escritora e não veria meu livro virar filme se não fosse por ele”.

Todd argumenta que apesar de perpassar temas de natureza sexual o filme não tem tantas cenas de sexo como o teaser sugere. “Isso é uma coisa do marketing”, revela ela. Todd diz que já assistiu ao filme e está muito feliz com o resultado. Ela admite que possa haver uma ou outra mudança em relação à versão que ela já assistiu e aquela que chegará às telas de cinema em alguns meses.

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A americana diz que sua obra e o filme, no qual ela participou ativamente desde o processo de roteirização até a escolha do elenco, tem o objetivo de ser progressista em relação à maneira como as meninas lidam com sua sexualidade. “Hollywood e toda a indústria cultural sempre permitiram que os meninos fossem meninos, mas geralmente recrimina um comportamento sexual mais liberal das garotas”, explica Todd novamente evocando os efeitos positivos de um best-seller como o dela e o de E.L James. 

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A autora reconhece que há sim elementos autobiográficos em Tessa, mas diz ser mais parecida com Hardin do que com a protagonista da série. “Eu simplesmente tenho muito da impulsividade dele e de sua inquietação”.


Cena do filme After, que estreia em 11 de abril nos cinemas
Divulgação
Cena do filme After, que estreia em 11 de abril nos cinemas

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Todd argumenta que tinha consciência de que muita coisa do livro seria deixada de fora ou adaptada para o cinema, mas que ficou muito feliz de participar da produção do filme e de ser ouvida. “After”
, que também é dirigido por uma mulher, Jenny Gage, representa uma das maiores expectativas da Diamond Films, distribuidora independente de filmes independente em países latinos, para 2018. A série já vendeu mais 11 milhões de exemplares em todo mundo.

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Repórter da Globo é xavecado durante parada LGBT e fica constrangido

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Marcelo Poli, que cobriu a Parada LGBT pela Globo, passou por uma situação inusitada na tarde de domingo (23) em São Paulo. O repórter foi xavecado por uma entrevistadora e se mostrou constrangido já que é casado há um mês.

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Marcelo Poli
Reprodução/Instagram
Marcelo Poli


“Você é meu número”, disse a entrevistada. Envergonhado, Marcelo Poli mostrou a aliança para a câmera e disse: “Você quer me complicar”. A mulher, no entanto, não perdeu o bom humor. “Não, não, não. Sorte da sua esposa. Rezou direitinho”, disse.

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Apesar da situação constrangedora com o repórter , a matéria foi exibida nesta segunda-feira (25) no “SPTV”, na Globo . “A dona Soraia vem há quatro anos consecutivos para curtir a Parada, olhar o movimento, dar uma paquerada… afinal, ela está na pista, né?”, disse Marcelo Poli

Fonte: IG Gente
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Madonna acredita que Jesus seja pró-aborto e planeja falar com o Papa sobre isto

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Como de costume, Madonna está dando o que falar, mas dessa vez a polêmica está ligada aos pensamentos religiosos. Em uma recente entrevista para Andrew Denton, reproduzida pela Fox News , a cantora fez algumas observações sobre a relação da Igreja Católica com o aborto. 

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Madonna
Reprodução/ Instagram
Madonna

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Durante a conversa, Madonna sugeriu acreditar que Jesus seja a favor desta prática. “Vamos falar sobre o ponto de vista de Jesus sobre as mulheres. Você não acha que Jesus concordaria que uma mulher tem o direito de escolher o que fazer com o seu corpo? Eu acho que o Papa Francisco deve estar aberto a ter essa conversa comigo”, declarou a pop star.

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Vale ressaltar que Madonna luta pelas causas feministas e se declara católica , religião esta que sempre foi contra o aborto, mesmo com o atual Papa adotando medidas mais liberais nos últimos anos. 

Fonte: IG Gente
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