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Assinatura do Spotify já pode ser paga no cartão de débito pelos brasileiros

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Novo modelo de pagamento de assinatura do Spotify deve ampliar número de usuários brasileiros
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Novo modelo de pagamento de assinatura do Spotify deve ampliar número de usuários brasileiros

O Spotify lançou um novo método de pagamento para os usuários brasileiros nessa quinta-feira (2). Agora, será possível pagar a assinatura do Spotify Premium
no cartão de débito. Até o anúncio da novidade, a mensalidade do app podia ser paga somente por meio do cartão de crédito ou de boleto bancário.

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Entretanto, ainda não são todos os bancos e as bandeiras de cartão que estão mediando a operação, desse modo, somente pessoas com cartão Bradesco (com bandeira Visa), Santander (com bandeira Mastercard), Inter e Original poderão optar, por enquanto, pelo novo meio de pagamento de assinatura do Spotify
.

Vale destacar que a Worldline, empresa especializada em soluções de pagamento, e o EBANX, que oferece diferentes soluções de pagamento e o próprio Spotify, já estão trabalhando para expandir a integração para outras instituições financeiras.

“A opção de cartão de débito permitirá que o Spotify alcance novos usuários no País. Por exemplo, pessoas que não têm cartão de crédito ou que não querem comprometer o limite do cartão de crédito
”, disseram as parceiras da plataforma de streaming
.

Como pagar a assinatura do Spotify Premium no débito?


Assinatura do Spotify será cobrada por meio de débito automático
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Assinatura do Spotify será cobrada por meio de débito automático

O usuário que quiser pagar o  Spotify no cartão de débito
deverá preencher uma série de dados sobre o cartão. Atenção! Durante o processo, a plataforma não pede números de autenticação ou senha.

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Sendo assim, no momento em que a operação for aprovada, a cobrança será feita na conta bancária do cliente por meio do débito automático.

Versão gratuita mais próxima do Spotify Premium


Novo modo de pagamento de assinatura do Spotify deve chegar para outros bancos e bandeiras de cartão
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Novo modo de pagamento de assinatura do Spotify deve chegar para outros bancos e bandeiras de cartão

Outra estratégia
 da empresa sueca para conquistar o público foi anunciada em abril deste ano. Na ocasião, o Spotify declarou que a versão gratuita do serviço seria mais parecida com a paga. A ideia, na linguagem popular, nada mais é do que “dar um gostinho” aos seus 86 milhões de usuários não pagantes.

Isso porque, segundo os dados divulgados pelo chefe de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Gustav Soderstrom, mais de 60% das pessoas que fizeram a assinatura do Spotify
foram, inicialmente, usuários da versão gratuita.

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Bloqueio de celulares piratas chega a todo o país neste domingo

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São considerado celulares piratas aqueles sem selo de certificação da Anatel
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São considerado celulares piratas aqueles sem selo de certificação da Anatel

bloqueio de celulares piratas
em mais 15 estados do país começou neste domingo (24). Vão deixar de funcionar os aparelhos que não têm o selo de certificação da agência, que garante a compatibilidade com as redes de telefonia no Brasil.

Celulares piratas
deixaram de funcionar em São Paulo e Minas Gerias, nos nove estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe); e em quatro estados da Região Norte (Amapá, Amazonas, Pará e Roraima).

O bloqueio nesses estados é a última fase do cronograma do Projeto Celular Legal, iniciado em setembro. A Anatel
enviou 531 mil mensagens de aviso de desligamento a celulares irregulares. Até o momento, foram bloqueados mais de 244 mil celulares em todo o país.

O estado com mais celulares desligados é Goiás: 85,9 mil, conforme planilha da Anatel. O selo da Anatel é colado atrás da bateria do aparelho ou no manual do telefone.

Segundo a agência, “o celular sem certificação não passou pelos testes necessários” e “pode aquecer, dar choques elétricos, emitir radiação, explodir e causar incêndio”.

Além da segurança dos usuários, a Anatel assinala que o bloqueio reduz o número de roubos e furtos de celulares, combatendo a falsificação e clonagem de IMEIs (número de identificação do aparelho), que é único e global.

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Identificando celulares piratas: para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#
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Identificando celulares piratas: para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#

O IMEI (do inglês International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação do celular. É composto por um código de 15 números, utilizado internacionalmente, que permite identificar a marca e modelo. Todas as mensagens são enviadas pelo número 2828.

Para saber se o número de IMEI
é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com a que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de ser irregular.

Nestes casos, a Anatel informou aconselha que  o usuário de serviço móvel com situação irregular deve procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho pirata e buscar seus direitos como consumidor.

Aparelhos móveis comprados no exterior vão continuar funcionando no Brasil, desde que sejam certificados por organismos estrangeiros equivalentes à agência reguladora. Um celular só é considerado irregular quando não tem número IMEI registrado no banco de dados da GSMA, associação global de operadoras.

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Mesmo que ainda não tenham sido certificados no Brasil, os aparelhos adquiridos por pessoas físicas no exterior que tenham fabricantes legítimos como origem não são considerados  celulares piratas
.

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Fonte: IG Tecnologia
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Senhas de usuários do Facebook e do Instagram foram lidas por funcionários

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Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa
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Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa


O Facebook confirmou, nesta quinta-feira (21), que usuários de suas redes sociais tiveram suas senhas expostas aos funcionários da empresa. Segundo a companhia administrada por Mark Zuckerberg, senhas do Facebook, Facebook Litte (a versão mais leve do aplicativo, para quem utiliza celulares antigos e com pouca memória) e do Instagram puderam ser lidas.

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“Como parte de uma revisão da rotina de segurança em janeiro, descobrimos que algumas senhas de usuário estavam armazenadas em um formato legível dentro de nossos sistemas de armazenamento de dados”, diz a nota oficial do Facebook
, assinada pelo vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade Pedro Canahuati.

Segundo ele, a falha que permitia que as senhas fossem guardadas de forma legível para os funcionários já foi resolvida, e não é necessário que os usuários troquem de senha. Apesar disso, o vice-presidente diz que a empresa vai “notificar todos cujas senhas
foram encontradas armazenadas dessa forma.”

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Canahuati também afirmou que, até o momento, a investigação não descobriu nenhum trabalhador que tenha abusado do acesso a esses dados
. “Essas senhas nunca estiveram visíveis a qualquer pessoa de fora do Facebook, e até o momento não foram encontradas evidências de que alguém de dentro as acessou ou fez mau uso delas”, escreveu,

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Falha do Facebook atingiu milhões de usuários


De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema
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De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema


Apesar de o comunicado evitar grandes repercussões, afirmando que o problema já foi resolvido e que não é preciso alarde, muitos usuários das plataformas ( Instagram
, Facebook e Facebook Lite
) foram atingidos. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, avisa a nota.

Envolvido com  diversas polêmicas de vazamento de dados
ao longo do ano passado, o Facebook
disse, ainda, que vai trabalhar para evitar que problemas como esse se repitam. “Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, informou.

Fonte: IG Tecnologia
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