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Política Nacional

Assembleia Legislativa de São Paulo aprova extinção da Dersa

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Reprodução/Dersa
Votação foi finalizada com 64 votos a favor da extinção e apenas 15 contrários

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou nesta terça-feira (10) a extinção da Empresa de Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) por 64 votos a favor e 15 contra, além de duas abstenções. Gestores do órgão estiveram envolvidos em casos de corrupção nos governos do PSDB em obras viárias e do Rodoanel.

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O Projeto de Lei 727/2019, aprovado pela Alesp, é de autoria do governador João Doria. Agora o texto segue para o gabinete do governador para sanção ou veto. Esta era uma das prioridades de Doria, que teve como primeira medida de seu mandato, no dia 1º de janeiro deste ano, a assinatura de um projeto de lei que permitia ao governo do estado extinguir, fundir ou incorporar diversas empresas estatais, incluindo a Dersa . No entanto, a Dersa foi retirada da pauta e voltou a ser discutida no segundo semestre.

A deputada Carla Morando (PSDB), que foi favorável à aprovação do texto, disse que “a Dersa foi muito boa enquanto ela existiu, mas agora é um novo modelo, que são as concessões”, segundo publicou a Alesp .

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Para o deputado Carlos Giannazi (PSOL), contrário à extinção, esse projeto significa a entrega de um patrimônio público importante em um momento em que a Dersa está sendo investigada. “Nós queremos instaurar a CPI, então é um absurdo privatizar justamente agora”.


*Com informações da Assembleia Legislativa de São Paulo

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Eduardo Bolsonaro diz que comunismo matou mais do que nazismo

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Jorge William / Agência O Globo
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criou mais uma polêmica nas redes sociais nesta segunda-feira (14), ao afirmar que o comunismo matou mais pessoas do que o nazismo. 

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Em sua conta do Twitter, Eduardo Bolsonaro comparou os ex-primeiros-ministros do Reino Unido, Neville Chamberlein e Winston Churchill. “Chamberlain, primeiro min. Reino Unido, se reuniu com Hitler e voltou para Inglaterra com um papel: o pacto de não agressão e disse ‘trago tempos de paz. Um ‘louco’ gritava que aquilo não daria certo. Hitler ignorou o pacto, vivemos a 2ªGM e o ‘louco’ Churchill venceu Hitler”, escreveu o deputado. 

“O comunismo matou mais do que o nazismo, ambos sistemas nefastos. Hoje pessoas parecem ter esquecido nosso passado recente e querem dialogar com aqueles que estavam nos botando nos mesmo caminho da Venezuela. Vc prefere ser um isentão como Chamberlain ou um louco como Churchill?”, completou. 




Durante o holocausto, dos nove milhões de judeus que residiam na Europa, cerca de seis milhões foram mortos. 

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Lava Jato usou denúncia contra Lula para criar distração de críticas sobre Janot

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Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena/Agência O Globo
Procurador da República e coordenador da Força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol

Procuradores da Operação Lava Jato programaram a divulgação de uma denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para “criar distração” na população e na imprensa das críticas que atingiam a Procuradoria-Geral da República, em 2017. É o que revela mais uma série de mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil  nesta segunda-feira (14).

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A denúncia contra Lula  no caso do sítio de Atibaia estava pronta para ser apresentada em 17 de maio de 2017. No entanto, nesse mesmo dia, uma reportagem do jornal O Globo mostrou o vazamento de um áudio entre o executivo da JBS, Joesley Batista, e Michel Temer, em que o ex-presidente dava o aval para a compra do silêncio do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

O procurador-geral da República Rodrigo Janot se tornou alvo de críticas por conta do vazamento e havia suspeitas de que o material tinha sido editado. Sendo assim, o chefe da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, resolveu adiar a divulgação da denúncia. 

Quatro dias depois, procuradores discutiam sobre o áudio de Temer e Joesley em um grupo de Telegram, incomodados com a repercussão da suposta edição do conteúdo e esperando que viesse a público um laudo da PF sobre a gravação.  “Quem sabe não seja hora de soltar a denúncia do Lula. Assim criamos alguma coisa até o laudo”, escreveu o então procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. 

Deltan, por sua vez, concordou. “Acho que a hora tá ficando boa tb. Vou checar se tem operação em BSB, que se tiver vai roubar toda a atenção”. Logo depois, enviou uma mensagem a outro grupo, intitulado “Conexão Bsb-Cwb” para se certificar de que não haveria nenhuma operação de busca e apreensão contra investigados em Brasília. 

Com a confirmação, voltou ao grupo da força-tarefa: “Nesta semana não tem op de BSB (mantenham aqui óbvio). Dá pra soltar a denúncia Lula Cf acharmos melhor”, escreveu Deltan. “Vamos criar distração e mostrar serviço”, respondeu Santos Lima. 

A denúncia foi apresentada à Justiça e divulgada para a imprensa no dia seguinte, 22 de maio. O laudo sobre os áudios de Temer foi divulgado mais de 1 mês depois e concluiu que havia cortes, mas não adulteração no conteúdo da gravação. O material foi uma das provas usadas na primeira denúncia contra o ex-presidente. 

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Procurado pelo The Intercept , o Ministério Público Federal do Paraná afirmou que “quando nenhuma questão legal (como a existência de prazo ou risco de prescrição) ou razão de interesse público determina o momento de apresentação de uma denúncia ou manifestação, a força-tarefa ouve a equipe de comunicação quanto ao melhor momento para sua divulgação”.


O ex-procurador Santos Lima e a Procuradoria-Geral da República não quiseram se manifestar. 

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Fonte: IG Política
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