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Assaltante acaba morto pela PM após fazer idosa refém no Rio; assista

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Idosa foi feita refém por assaltante, que acabou morto pela PM no Rio de Janeiro; a vítima não se feriu no episódio
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Idosa foi feita refém por assaltante, que acabou morto pela PM no Rio de Janeiro; a vítima não se feriu no episódio

Um assaltante foi morto pela Polícia Militar do Rio de Janeiro depois de roubar a joalheria Barra Joias e fazer uma idosa refém, na manhã desta quarta-feira (5), no centro de Valença, município que fica a 160 km da capital fluminense. Um vídeo que registrou a ação da polícia está sendo amplamente compartilhado nas redes sociais. 

De acordo com as informações da Polícia Civil, o assaltante – que não teve o nome revelado – teria fugido em direção ao Mercado Municipal logo após assaltar a joalheria. No entanto, flagrado pela polícia, o criminoso fez refém uma idosa
que andava na rua. As imagens mostram que a senhora ficou assustada com o momento, mas que não reagiu. 


Enquanto estava com a vítima na mira do seu revólver, o assaltante foi abordado por policiais, mas se negou a soltá-la. Nas imagens, é possível notar que o criminoso usa a mulher de escudo, quando um dos policiais se aproxima dele.

Em um momento durante o sequestro, porém, a senhora acaba tropeçando na rua. O instante de tal acontecimento é ideal para os policiais que estavam acompanhando a ação reagirem e, assim, libertar a vítima do assaltante. Em meio a uma troca de tiros, o criminoso acabou morto e a senhora conseguiu fugir. 

Segundo as informações oficiais da Polícia Militar, o assaltante chegou a fazer uma menção de atirar nos policiais e ‘em ato de defesa, os policiais efetuaram o disparo contra ele’. O corpo do criminoso, porém, ficou no local do crime por horas. 

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Identificada como Tereza de Jesus Ferreira Sacramento, a senhora envolvida no caso não conhecia o assaltante. Ela recebeu atendimento médico e deve prestar depoimentos nos próximos dias na 91ª Delegacia de Polícia, em Valença.

De acordo com testemunhas, o homem anunciou o assalto na joalheria no mesmo momento em que colocava as joias na mochila. Neste instante, a dona do estabelecimento saiu do local e acionou a polícia. Diante da perseguição policial, o criminoso abordou a senhora que passava na rua, fazendo-a refém.

Nas imagens, é possível notar que os moradores de Valença se sensibilizaram com a situação da idosa
. Por diversas vezes, pedestres que estavam no local torceram pela ação policial, pedindo para os policiais atirarem no criminoso. Quando o assaltante caiu ao chão, o público do episódio aplaudiu sua morte e elogiou a Polícia Militar. 

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Lula é investigado em novo inquérito por invasão do MTST ao tríplex do Guarujá

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Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira
Ricardo Stuckert
Lula deverá ser ouvido pela PF na próxima terça-feira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agora é investigado em mais um inquérito. A Polícia Federal apura se ele influenciou o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) a invadir o tríplex do Guarujá, que é atribuído a ele. As informações são do jornal Folha de S.Paulo
.

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Em abril do ano passado, cerca de 30 manifestantes do MTST invadiram o apartamento para protestar contra a prisão de Lula
. Quem coordenou a ocupação foi Guilherme Boulos (PSOL). “Se o tríplex é dele, então o povo está autorizado a ficar lá. Se não é, precisam explicar por que ele está preso”, afirmou Boulos na época.

Em um discurso antes de ser preso, no dia 7 de abril do ano passado, o ex-presidente afirmou que foi condenado “por um desgraçado de um apartamento” que não pertence a ele e afirmou que já havia pedido que Boulos “mandar o pessoal dele ocupar”.

Agora, a PF investiga se a fala do petista influenciou o MTST
a invadir o tríplex e se houve esbulho processório, ou seja, quando se invade “terreno ou edifício alheio”. A pena é de até seis meses e multa. O ex-presidente será ouvido na próxima terça-feira.

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Nessa quinta-feira, a defesa reiterou um pedido ao STF para que a ação penal sobre o sítio de Atibaia saia da Justiça Federal do Paraná. O pedido já havia sido feito em maio do ano passado e refeito quando ele foi condenado. Agora, a defesa pede “urgência e prioridade” para a questão. 

O principal argumento é de que o STF já havia decidido retirar do Paraná os trechos da delação da Odebrecht sobre o sítio, em abril. A decisão, no entanto, não proibiu a Justiça do estado de usar as informações. A defesa do petista quer que o caso prossiga em Brasília ou em São Paulo, onde os fatos investigados na ação ocorreram.

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Lula
foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, ligado à Operação Lava Jato. A primeira instância considerou que o ex-presidente recebeu propina quando estava reformando o imóvel. 


Fonte: IG Nacional
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Ex-assessor de Flávio Bolsonaro repassava 60% do salário para Fabrício Queiroz

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Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP
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Fabrício Queiroz foi citado em depoimento de ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao MP


O ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Agostinho Moraes da Silva, afirmou que repassava cerca de 60% de seu salário para Fabrício Queiroz, outro ex-assessor do agora senador. O depoimento foi dado aos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro que investigam movimentações financeiras suspeitas feitas por Queiroz, conforme identificou relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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A testemunha, primeira ouvida no caso, afirmou que todos os meses repassava R$ 4 mil dos R$ 6 mil que recebia como seu salário na Alerj  para Fabrício Queiroz
. Agostinho disse que este dinheiro era aplicado em compras e vendas de veículos mediadas pelo “amigo” Queiroz e que os rendimentos, ao final de meses, eram maiores do que o que ganharia se aplicasse em fundos de investimentos de banco.

O ex-assessor apontou que recebia um lucro mensal de 18% das mãos de Queiroz. Na época, ambos trabalhavam no gabinete de Flávio Bolsonaro
na Alerj. Os repasses nunca foram declarados à Receita Federal.

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O caso Queiroz nasceu graças a uma investigação iniciada com a Operação Lava Jato
no Rio de Janeiro, que analisa a ação de deputados estaduais da Assembleia Legislativa (Alerj) em contratos.

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Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável por identificar movimentações financeiras, Queiroz, ex-assessor parlamentar de Flávio Nantes Bolsonaro (PSL), recebia sistematicamente transferências bancárias e depósitos feitos por oito funcionários que trabalharam ou ainda trabalham no gabinete do deputado na Alerj. Os valores suspeitos giram em torno de R$ 1,2 milhão. O Ministério Público quer esclarecer essas movimentações.

Entre as movimentações financeiras atípicas registradas pelo Coaf, há também a compensação de um cheque de R$ 24 mil pago à primeira-dama, Michelle Bolsonaro, além de saques fracionados em espécie no mesmo valor dos depósitos suspeitos feitos nas respectivas vésperas.

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Em meio à polêmica, o próprio Flávio Bolsonaro e os familiares de Fabrício Queiroz
, entre eles sua esposa, Marcia Aguiar Queiroz, e suas duas filhas, Evelyn Queiroz e a própria Nathalia Queiroz, também foram convidados pelo Ministério Público a prestarem depoimento, mas não compareceram.

Fonte: IG Nacional
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