conecte-se conosco


Tecnologia

Apple, Xiaomi e Huawei: veja quem ganha na disputa de câmeras

Publicado

source

Olhar Digital

iPhone 11 Pro arrow-options
Divulgação/Apple
Os iPhones 11 Pro têm três câmeras.


De acordo com os últimos reviews do site DxOmark , publicados nesta quinta-feira (07), o iPhone 11 Pro Max perdeu no quesito câmeras para o Mi CC9 Pro Premium Edition , da Xiaomi , e para o  Mate 30 Pro , da Huawei . O último smartphone da Apple empatou com o Samsung Galaxy Note 10+ , com 117 pontos. Já os primeiros colocados, ambos de empresas chinesas, somaram um total de 121 pontos nos testes. 

Leia também: Não são só as três câmeras: inteligência artificial dá a Apple as melhores fotos

Segundo o DxOmark, o iPhone apresenta um bom desempenho em todas as áreas, mas pode melhorar em alguns aspectos. A qualidade de zoom do aparelho foi elogiada, mas não está no mesmo nível do Mate 30 Pro e do P30 Pro , por exemplo.


A Apple dedicou três câmeras traseiras ao iPhone 11 Pro Max, além de uma tela Pro Super Retina XDR OLED, que tem 5,8 polegadas e está na proporção 19.5:9. O aparelho também se destacou pelo nível de brilho emitido, que é bem alto.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Leia mais:  Xiaomi anuncia o Mi 9 Pro, o smartphone 5G mais barato atualmente

Tecnologia

Publicado

por

source

Olhar Digital

motorola razr arrow-options
Reprodução
Design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


A Motorola lançou, na última quinta-feira (14), o primeiro celular com tela dobrável da marca, o Motorola Razr , em evento em Los Angeles, Estados Unidos. A boa notícia para os brasileiros é que o aparelho terá produção nacional e será vendido no Brasil , a partir de janeiro do ano que vem; o preço ainda não foi divulgado.

O Razr vai custar US$ 1.500 nos Estados Unidos, aproximadamente R$ 6.500, mas é de se imaginar que, por ser produzido nacionalmente, custe menos que isso nas lojas brasileiras.

O dispositivo traz um display que dobra ao meio no padrão flip e resgata o design do antigo e popular Motorola V3 , um dos maiores sucessos da empresa.

Leia também: O flip está de volta! Motorola Razr é lançado com tela dobrável e design saudoso

O novo Razr possui três câmeras. Uma delas está localizada na parte traseira do telefone; a segunda se encontra na parte interna e pode ser acessada com o dispositivo aberto; a última, curiosamente, está na parte frontal e é acessível com o smartphone fechado. 

O design do aparelho chama atenção quando comparado com outras propostas de celulares dobráveis, como o Samsung Galaxy Fold e o Huawei Mate X . O Razr não se torna um tablet quando aberto, mas sim, fica mais compacto quando está fechado.

Leia também: Celulares da Black Friday: confira os melhores modelos para adquirir na data

Leia mais:  Facebook cria nova logo para unificar os produtos da empresa

O Motorola Razr terá uma pequena tela na parte externa do aparelho, com resolução de 800 por 600 pixels. O espaço é reservado para a exibição de notificações de aplicativos, alertas de chamadas, SMS e para tirar selfies com o aparellho fechado.


O ponto negativo do celular fica por conta da bateria, de apenas 2.730 mAh, um valor muito baixo se levarmos em conta os padrões dos smartphones atuais. A justificativa para isso está na espessura do aparelho.

motorola razr arrow-options
Reprodução
O design do Motorola Razr lembra os antigos celulares flip


Confira a ficha técnica do Motorola Razr

  • Tela OLED dobrável de 6,2 polegadas e resolução de 2142 x 876 pixels
  • Snapdragon 710
  • 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento
  • Bateria de 2.730 mAh
  • Sistema operacional Android 

Globalmente, o Razr também fará uma pré-encomenda em alguns países europeus já em dezembro, com uma data de vendas para janeiro. Além do Brasil , países como Austrália, Argentina, México e mercados asiáticos selecionados também encomendarão o telefone.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Publicado

por

source

Olhar Digital

aplicativos arrow-options
shutterstock
Aplicativos nativos do Android apresentam vulnerabilidades


Um estudo divulgado pela Kryptowire, empresa especializada em segurança digital , afirma que 146 vulnerabilidades foram encontradas em aplicativos que vêm pré-instalados no sistema  Android  de 29 fabricantes de celulares, entre elas a Asus , Samsung e Xiaomi .

A pesquisa foi financiada pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. O estudo encontrou aplicativos que estão alterando configurações do smartphone sem permissão , gravando áudios de forma secreta e concedendo permissões de forma autônoma sem o consentimento do usuário.

Leia também: Celulares podem ser invadidos através de vídeo no WhatsApp; saiba como evitar

Angelos Stravou, CEO da Kryptowire, diz que a maior parcela de culpa é do Google , afirmando que a empresa tem o maior poder para demandar mudanças das fabricantes. “O Google pode exigir uma análise mais minuciosa dos códigos e da responsabilidade do fabricante pelo software contido nos produtos que entram no ecossistema do Android . Os legisladores e criadores de políticas deveriam demandar que as empresas sejam responsabilizadas por colocar a segurança e a informação pessoal dos usuários em risco”.

Desde o ano passado, o Google lançou um sistema chamado Build Test Suite (BTS) para identificar aplicativos pré-instalados potencialmente perigosos em versões personalizadas do Android para dispositivos fornecidos com seus serviços. A própria empresa explica em seu relatório “Android Security 2018 Year in Review”, lançado no início de março:

Leia mais:  Xiaomi anuncia o Mi 9 Pro, o smartphone 5G mais barato atualmente

“As OEMs (fabricantes) enviam suas imagens de compilação novas ou atualizadas ao BTS. O sistema então executa uma série de testes para procurar e identificar problemas de segurança. Um desses testes de segurança verifica as aplicações potencialmente danosas pré-instaladas incluídas na imagem do sistema. Quando encontrada, trabalhamos com o parceiro OEM para corrigir e remover o problema da construção antes que ele possa ser oferecido aos usuários”, explica o Google.

Leia também: Falha grave de segurança atinge o Linux; veja como se proteger

Mas, apesar dessas verificações de segurança , os aplicativos maliciosos continuam aparecendo, como evidenciado pela pesquisa de Kryptowire. 

Os apps considerados perigosos, encontrados pela equipe da Kryptowire, são pequenas peças de software , geralmente sem uma marca por trás, mas que são encontradas em smartphones de grandes fabricantes.

Esses apps costumam ser bem difícieis de remover. Eles são mais perigosos do que aqueles baixados pelos próprios usuários, já que têm mais liberdade para operar as funções do smartphone .


Em 2017, na conferência de segurança digital Black Hat, a Kryptowire apontou vulnerabilidades similares em smartphones de baixo custo da Shanghai Adups Technology.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana