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Política Nacional

Após Twitter, Instagram e Youtube também bloqueiam páginas de Allan dos Santos

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Blogueiro bolsonarista Allan dos Santos
Alessandro Dantas/ PT no Senado

Blogueiro bolsonarista Allan dos Santos


Após o  Twitter tirar os perfis do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos e do blog dele, Terça Livre, do ar, o Youtube e o Instagram adotaram a mesma medida nesta terça-feira (12). O ato obedece a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

O magistrado é relator do inquérito sobre a existência de milícias digitais que promovem ataques às instituições e à democracia. Santos é um dos investigados. 

Segundo a Folha de S. Paulo, os encontros dele com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) são analisados pela Polícia Federal (PF) . Eles estiveram juntos no mês passado durante a viagem da comitiva presidencial à Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nos Estados Unidos.


Santos mora no país desde que passou a ser investigado por Moraes. Ele também é alvo no inquérito das fake news.

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Política Nacional

PEC de Alcolumbre permite políticos em embaixadas no exterior sem perder mandato

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Presidente da CCJ, Davi Alcolumbre
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Presidente da CCJ, Davi Alcolumbre

O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, se aprovada, passa a permitir que deputados federais e senadores assumam o comando de embaixadas sem perder o mandato. A medida pode aumentar a pressão do Congresso por cargos, tendo em vista que, além dos próprios políticos interessados em assumir representações, seria aberta brecha para que os mesmos levassem assessores para o exterior.

Aliados de Davi Alcolumbre, que presidiu o Senado na última legislatura, afirmam que o texto já conta com apoio de mais de 20 senadores. A medida, no entanto, gera desconfiança fora do Congresso, uma vez que cabe ao próprio Senado sabatinar os embaixadores indicados pelo presidente da República. Pessoas contrárias à medida argumentam que não haveria isenção em uma sabatina promovida pelo Senado para chancelar o nome de um senador para uma embaixada.

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Ao GLOBO, a presidente da Associação de Diplomatas do Brasil (ADB), embaixadora Maria Celina de Azevedo Rodrigues, disse ter recebido “com surpresa” a notícia da PEC de Alcolumbre e que teme “abusos”. Ao todo, existem 133 embaixadas brasileiras espalhadas por todos os continentes.

— A ADB vai se manifestar concretamente em uma nota. O que posso falar no momento é que tomei conhecimento com grande surpresa e que essa pode PEC pode ensejar abusos — disse a embaixadora.

Para ser aprovada no Senado, a PEC precisa do apoio de ao menos 49 parlamantares, do total de 81. Antes disso, precisa ser aprovada em comissões internas da Casa, como a de Constituição e Justiça (CCJ). Para que ente em vigor, precisaria ainda ser aprovada na Câmara dos Deputados por 308 votos, do total de 514.

Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro demonstrou interesse em indicar seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o posto de embaixador nos Estados Unidos. Se a PEC de Alcolumbre já estivesse em vigor, teria beneficiado as pretensões da família presidencial. Após a repercussão negativa da intenção de indicar Eduardo, Bolsonaro recuou da medida.

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Política Nacional

Bolsonaro liberou emenda milionária a Aziz próximo do fim da CPI, diz revista

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Senador Omar Aziz (PSD-AM) ao telefone
Divulgação/Agência Senado/Edilson Rodrigues

Senador Omar Aziz (PSD-AM) ao telefone

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) liberou uma superemenda de R$ 220 milhões do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), às vésperas da votação do relatório final da comissão parlamentar de inquérito . As informações são da revista Crusoé.

A revista diz que os recursos foram repassados pelo ministério do Desenvolvimento Regional, e serão destinados “à reconstrução de uma rodovia estadual do Amazonas, a AM-010”. Apesar de a liberação ter sido dada apenas agora, a negociação foi feita em 2019.

O relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que ainda passará por votação após ajustes , pede o indiciamento do chefe do Executivo pelo cometimento de 9 crimes : epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; charlatanismo; incitação ao crime; falsificação de documento particular; emprego irregular de verbas públicas; prevaricação; crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos; e crimes de responsabilidade.

Aziz nega relação entre liberação dos recursos e CPI da Covid

O parlamentar disse à revista que a liberação da emenda não tem relação com o relatório da CPi da Covid.

“Nada a ver isso aí. Depois do dinheiro depositado, vira uma questão técnica. A minha briga foi lá atrás para colocar o dinheiro. Depois que está lá, mano, esquece”, declarou Aziz.

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