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Política Nacional

Após reclamações, Weintraub admite inconsistência em gabarito de provas do Enem

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Agência Brasil

Abraham Weintraub

BRASÍLIA — O ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiu falhas no gabarito das provas de candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio ( Enem ) de 2019. Em postagem publicada no Twitter, Weintraub diz que essa “inconsistência” teria afetado um número “baixo” de candidatos e que até o dia 20 o problema seria resolvido.

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A publicação feita por Weintraub aconteceu horas depois de diversos grupos de candidatos e candidatas do Enem terem reportado problemas na contagem dos pontos de suas provas. Segundo eles, apesar do número elevado de questões certas, as suas pontuações teriam sido muito abaixo do normal.

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“Houve inconsistência no gabarito de algumas provas do Enem 2019 e, por isso, candidatos foram surpreendidos com os resultados de suas notas. O número é muito baixo. Até segunda-feira, dia 20, tudo será resolvido. Pedimos desculpas aos participantes do exame pelo transtorno”, escreveu Weintraub .

Uma entrevista coletiva foi convocada para este sábado na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização da prova. Weintraub deverá participar da entrevista.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“É o momento da igreja ocupar a nação”, diz Damares Alves

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Damares Alves

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que “é o momento da igreja ocupar a nação” em entrevista ao veículo jornalístico Deutsche Welle (DW). Ela, que é pastora evangélica, defendeu o papel social das igrejas de sua religião no Brasil.

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“Temos falta de casas de abrigo para mulheres vítimas de violência . Por que essas igrejas não fazem uma parceria conosco, cedendo o seu espaço físico para abrigar essas mulheres?”, perguntou Damares , afirmando que a igreja pode colaborar para transformar a nação. A ministra também levando essa lógica para situação da vinda de refugiados da Venezuela para o Brasil: “se cada igreja trouxesse um venezuelano e cuidasse, nós resolveríamos o problema da fronteira”.

Durante a entrevista, a pastora responsável pelo Ministério dos Direitos Humanos também criticou a esquerda. “Se você observar, quem está fazendo essas denúncias genéricas [de direitos humanos] é a esquerda. Eu acho que só pelo fato de ser a esquerda que está denunciando, já poderíamos desconfiar que tem alguma coisa errada”.

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Damares ainda defendeu sua campanha sobre prevenção da gravidez na adolescência por meio de abstinência sexual, em vez de métodos contraceptivos – muitas igrejas são contra esses métodos. Mas ela afirmou que “eu teria que ir para a cadeia ou para um hospício se eu dissesse que vou combater a gravidez precoce apenas com a abstinência.”

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Feliciano defende Bolsonaro e diz que estão armando “narrativa golpista”

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Carolina Antunes/PR – 27.8.19

Jair Bolsonaro e Marco Feliciano

O deputado federal Marco Feliciano (sem partido) defendeu Jair Bolsonaro (sem partido) após o presidente ter compartilhado, em seu WhatsApp nesta terça-feira (25), um vídeo convocando a população a participar de uma manifestação contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).

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“O presidente nada fez a não ser compartilhar com um grupo privado de amigos. Ele não publicou em suas redes sociais, portanto, não convocou!”, afirmou Feliciano à coluna da Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

Feliciano afirma que o Congresso precisa “parar de tentar reescrever a Constituição via projeto de lei” e respeitar os limites das instituições. O deputado defende que se a Câmara e o Senado querem decidir o orçamento de recursos públicos eles estão atentando contra a separação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Recentemente, o ministro Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro, afirmou que a Câmara dos Deputados estaria fazendo chantagem por querer ser responsável por parte do orçamento. 

“Diante disso, [é] natural que os apoiadores do presidente saiam às ruas para protestar contra aquilo que acham errado”. Na visão de Feliciano, a manifestação compartilhada por Bolsonaro não é contra o Congresso ou o STF, mas uma forma da população se posicionar contra a maneira que essas instituições têm agido – ao não apoiarem o presidente.

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Marco Feliciano acredita que as críticas a Bolsonaro sejam uma “narrativa golpista” contra o presidente. “Querem paz? Que comecem então a ter responsabilidade e parem de atacar as instituições republicanas”, afirmou o deputado.

Fonte: IG Política
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