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Após problemas de saúde, Bella Falconi faz alerta sobre  próteses de silicone

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Quando falamos sobre procedimentos estéticos, é sempre importante mostrar todos os lados da história. E Bella Falconi fez exatamente isso ao compartilhar uma foto sua no Instagram para falar da experiência que teve com próteses de silicone e por que precisou substituí-las. 

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Bella Falconi fez alerta nas redes sociais sobre um problema de saúde que pode ter sido causado por próteses de silicone
Reprodução/Instagram/bellafalconi
Bella Falconi fez alerta nas redes sociais sobre um problema de saúde que pode ter sido causado por próteses de silicone

Segundo relato nas redes, a nutricionista teve a saúde prejudicada por causa do tamanho das próteses de silicone
 e decidiu fazer um alerta para seus 3,8 milhões de seguidores. “Mulheres, prestem atenção nisso que vou compartilhar. Prótese mamária é coisa séria e tem que ser muito bem pensada e bem discutida”, escreveu na legenda da imagem.

“Eu convivi 10 anos com uma prótese de 425 ml submuscular e não me dava conta do quão prejudicial ela estava sendo para minha respiração. (…) Segundo o meu médico, as próteses me causaram afundamento torácico, além de estarem lateralizadas (literalmente saindo por escanteio hahaha). Era quase 1 kg de prótese. Louco né? A base da minha ex-prótese era maior que a de um pires grande, agora imagina uma do lado da outra?”

Bella Falconi
também compartilhou como “é bom respirar fundo e sentir o ar ‘vindo’” depois da remoção das antigas próteses, já que uma das condições causadas pelo afundamento torácico é a interferência no funcionamento dos pulmões. 

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O que dizem os especialistas sobre as próteses de silicone?


Segundo médico, é raro que as próteses de silicone causem problemas como o de Bella Falconi, mas é preciso ter cuidado
shutterstock
Segundo médico, é raro que as próteses de silicone causem problemas como o de Bella Falconi, mas é preciso ter cuidado

Ao Delas
, Wendell Uguetto, cirurgião plastico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Hospital Albert Einstein, afirma que é bem raro uma prótese de silicone causar problemas como um afundamento torácico.

“Nesse caso, não é possível saber se o implante foi a causa principal ou se já havia uma deformidade, mas ele pode ter favorecido esse afundamento por ser submuscular, ou seja, abaixo do músculo e em contato direto com as costelas.” 

Assim, o profissional explica que é preciso tomar alguns cuidados para que a mulher não se arrependa depois do implante e não seja preciso fazer uma  cirurgia plástica reparadora
 . “A primeira coisa é fazer a escolha adequada do tamanho. O principal arrependimento das pacientes que têm silicone no seio é ter colocado volume muito grande.”

Ele afirma que, quanto maior o tamanho, maior o peso nos seios
e isso pode deixar as mamas caídas, a pele flácida e até mesmo causar problemas de coluna. “Já quando o erro é colocar um implante menor, é fácil de ser resolvido trocando por um tamanho maior”, diz.

Outras questões que devem ser analisadas são o formato, vias de acesso e posição, ou seja, se é em cima ou embaixo do músculo. Tudo isso deve ser orientado pelo médico responsável pelo procedimento, assim como todas as complicações possíveis e cuidados pós-operatórios. 

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Segundo o especialista, os cuidados depois da cirurgia também precisam ser bem feitos para evitar problemas no futuro, inclusive obrigando a mulher a trocar o implante antes do “prazo de validade” de 10 anos indicados pela ANVISA. 

Entretanto, a recomendação para as pacientes que não estão  confortáveis com o tamanho
da mama é sempre fazer a troca — considerado um procedimento simples. “Se a insatisfação é que os seios estão muito pequenos, você pode aumentar esse volume com próteses de silicone
ou se acha que elas estão muito grandes, pode fazer uma redução”, finaliza o cirurgião plástico. 

Fonte: IG Delas
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Pedido de casamento é feito em livro com ilustrações de momentos do casal

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O pedido de casamento
 é um momento marcante por si só, mas pensar em um pedido que tenha a cara do casal pode tornar tudo ainda mais especial. Foi exatamente isso que Iara Fonseca, 26 anos, fez quando planejou pedir a namorada em casamento.


A ilustradora fez o pedido de casamento à namorada em um livro com desenhos de momentos marcantes do casal
Reprodução/Twitter
A ilustradora fez o pedido de casamento à namorada em um livro com desenhos de momentos marcantes do casal

A ilustradora decidiu fazer o pedido de casamento
à namorada, Isabella, de um jeito diferente. Iara criou um livro com todos os desenhos que já fez para ela, além de outros que encomendou com artistas, retratando os momentos que viveram juntas. No final do livro, Iara colocou a aliança
e fez o pedido.

Em entrevista ao Delas
, Iara conta que está com a noiva há cinco anos. O casal se conheceu na internet e a ilustradora começou a desenhar para Isabella quando ainda eram amigas. Depois de alguns anos, assumiram um relacionamento. “Criar desenhos nossos era um hobby e sempre foi uma das formas que encontrei de demonstrar o meu carinho”, fala.

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O pedido de casamento


Iara não queria um pedido de casamento convencional, por isso, pensou em algo que tivesse a cara das duas
Reprodução/Twitter
Iara não queria um pedido de casamento convencional, por isso, pensou em algo que tivesse a cara das duas

Iara fala que não queria fazer um pedido convencional. “Não sou muito boa com palavras e não queria simplesmente chegar e pedir ela em casamento sem nem falar ou fazer algo significativo para aquele momento, então resolvi fazer isso da melhor forma que sei, com desenhos”, diz.

A ilustradora ainda conta que no começo a ideia era fazer um quadrinho contando a história do casal. Porém, a produção levaria um tempo que ela não tinha disponível, por conta do trabalho e da faculdade.

“Então, resolvi fazer uma coletânea de todos os desenhos
que já fiz pra ela desde que nos conhecemos, junto com desenhos novos feitos por outros artistas”, diz. Para planejar todo o pedido
, Iara levou cerca de um ano. E para o livro ficar pronto, quatro meses.


O livro do pedido de casamento também contou com ilustrações de outros artistas, além dos desenhos feitos por Iara
Reprodução/Twitter
O livro do pedido de casamento também contou com ilustrações de outros artistas, além dos desenhos feitos por Iara

Depois de tanto planejamento, chegou a hora de fazer o pedido à namorada. Iara conta que no primeiro momento Isabella pensou que era um presente comum, já que havia sido seu aniversário alguns dias atrás.

Para não estragar a surpresa, Iara pediu para a namorada não folhear o livro
de qualquer jeito, pois eram desenhos novos que deveriam ser vistos com calma. “Quando ela chegou à parte do pedido, ficou em choque e eu acabei chorando mais que ela, já que estava muito nervosa”, conta.

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Isabella aceitou o pedido de casamento
e logo depois o casal anunciou para os parentes e amigos. Iara compartilhou o momento em sua conta no Twitter e mais de 17,8 mil pessoas curtiram a história.

Fonte: IG Delas
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Mulheres que dizem fazer exercícios sentem menos os efeitos do ciclo menstrual

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Entre os inúmeros benefícios que fazer exercícios com regularidade pode trazer, uma pesquisa global mostrou que as mulheres que se praticam uma atividade física, além de levarem uma vida mais saudável, também são menos afetadas pelos sintomas do ciclo menstrual.

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78% das mulheres entrevistadas acham que fazer exercícios diminui os efeitos do ciclo menstrual
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78% das mulheres entrevistadas acham que fazer exercícios diminui os efeitos do ciclo menstrual

Das 14 mil mulheres que participaram do estudo, incluindo mais de 2 mil brasileiras, 78% acham que fazer exercícios
com frequência ajuda a minimizar as cólicas, dor no peito, alterações de humor e fadiga, comuns no ciclo menstrual.

Quando questionadas sobre o tipo de atividade física
que mais tem efeito positivo para reduzir os sintomas, a maioria respondeu ser o exercício de intensidade moderada, aquele que faz com que “a respiração fique difícil, mas possibilita manter uma conversa”.

Para realizar o levantamento, uma equipe de pesquisadores da St. Mary’s University, no Reino Unido, e do aplicativo de acompanhamento de ciclo menstrual e exercício físico FitrWoman,  fez um questionário as usuárias do Strava, rede social para quem pratica atividade física em todo o mundo, do Brasil, Reino Unido, Irlanda, Estados Unidos, França, Espanha.

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Foi apontado também que entre as mulheres que atendem às orientações de exercícios da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou seja, aquelas que praticam pelo menos alguma atividade aeróbica de intensidade moderada por pelo menos 150 minutos durante a semana, e comem cinco ou mais porções de frutas e vegetais por dia têm menor probabilidade de perder dias de trabalho devido aos sintomas do ciclo menstrual
.

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Isso porque uma em cada três mulheres afirmou já ter pedido algum dia de trabalho por conta dos efeitos do ciclo menstrual. No Brasil esse número é ainda mais alarmante, correspondendo a mais de 40% das entrevistadas.

Além disso, 69% das mulheres, em algum momento, já se sentiram forçadas a mudar a rotina de exercícios e 88% também sentem que o desempenho nas atividades físicas é pior em algum momento durante o ciclo menstrual, mostrou o estudo.

Segundo a pesquisa, quem se recupera melhor, descansa o corpo e dorme bem, com uma melhor qualidade e maior duração do sono, também consegue diminuir os sintomas.

A líder do estudo, a fisiologista do exercício Dra. Georgie Bruinvels, também co-fundadora da FitrWoman, se propôs a ajudar as inúmeras mulheres com quem falou durante sua pesquisa que veem o ciclo menstrual como uma barreira ao exercício regular ou que não tinham certeza se era saudável e seguro se exercitar em certos pontos do ciclo

“Queríamos iniciar uma conversa importante sobre o exercício, o ciclo menstrual e outros fatores do estilo de vida que capacitariam todas as mulheres a trabalhar com o corpo, e não contra ele. Queremos que as mulheres se sintam à vontade para discutir algo que é muito normal e natural”, afirma.

Falta informação sobre fazer exercícios e ciclo menstrual


Poucas mulheres sabiam que fazer exercícios pode ter influência no ciclo menstrual, segundo a pesquisa
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Poucas mulheres sabiam que fazer exercícios pode ter influência no ciclo menstrual, segundo a pesquisa

Globalmente, 72% das mulheres admitem não ter recebido nenhuma informação sobre a relação da prática de um exercício e seu ciclo menstrual.

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Neste aspecto, o Brasil pode ser considerado mais bem colocado no ranking dos países avaliados, mesmo com o equivalente a aproximadamente 60% das mulheres relatando tal problema. Afinal, ainda que seja um número consideravelmente alto, ele é menor quando comparado com Reino Unido e Irlanda, por exemplo, onde esse número salta para 82%.

“Não há fóruns públicos suficientes para discutir abertamente o ciclo menstrual e a dor das atletas mulheres. Como a maior comunidade global de mulheres que praticam atividade física, o Strava se orgulha em ajudar a melhorar a compreensão das conexões entre mente e corpo, e entre a dor do período menstrual e o exercício físico”, ressalta Stephanie Hannon, Diretora de Produtos do Strava. 

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A informação poderia incentivar mulheres a continuarem a fazer exercícios
, mesmo após a fase adulta. “Os dados mostram que aquelas que receberam alguma educação tiveram bem menos probabilidade de diminuir seus exercícios durante a puberdade – quando tantas meninas e jovens param de praticar esportes”, complementa.

Fonte: IG Delas
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