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Política Nacional

Após ‘não’ de Ludhmila, Bolsonaro diz que não tem pressa em trocar Pazuello

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Pazuello admitiu que Bolsonaro busca novo nome para comandar o Ministério da Saúde
O Antagonista

Pazuello admitiu que Bolsonaro busca novo nome para comandar o Ministério da Saúde

Após ouvir um ‘não’ da cardiologista Ludhmila Hajjar , o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse a aliados que não tem pressa em encontrar um substituto para o general Eduardo Pazuello no comando da pasta.

O presidente disse, porém, segundo informações da Folha de S. Paulo , que pretende, ainda nesta semana, se reunir com todos os cotados para assumir a vaga. O presidente estaria em busca de um nome ‘confiável’ e que não tenha vida curta no cargo.

Bolsonaro tem recebido diversas indicações de deputados e senadores, que incluem de médicos a militares. No entanto, para evitar novos desgastes, a o mandatário pretende fazer um ‘pente-fino’ mais rigoroso nos históricos de posições e declarações dos nomes indicados.

No núcleo ideológico do governo, o nome do diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barras Torres , passou a ser ganhar força.

Além dele, outros nomes como o  cardiologista Marcelo Queiroga, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e que também se reuniu nesta segunda-feira (15) com Bolsonaro, e José Ramires , do Incor, também são bastante cogitados.

diretor de Saúde da Marinha, o contra almirante Luiz Fróes , e o ex- presidente da AMB (Associação Médica Brasileira) Lincoln Lopes Ferreira , contam com o apoio, respectivamente, de militares e de deputados bolsonaristas.

Já o centrão, tenta emplacar o deputado federal Luiz Antonio Teixeira (PP-RJ), conhecido pelo apelido Dr. Luizinho.

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Política Nacional

Pacote anticrime: Congresso derruba veto e aumenta pena de crimes contra honra

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O Congresso Nacional derrubou nesta segunda-feira (19) vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a trechos do pacote anticrime aprovado pelo Congresso em 2019. Entre os vetos derrubados está o do trecho que triplica as penas de crimes contra a honra quando estes forem cometidos ou divulgados nas redes sociais.

Outro veto que caiu foi o que barrou o uso, pela defesa, de gravação ambiental feita por um dos interlocutores sem o prévio conhecimento da autoridade policial ou do Ministério Público. Nesse caso, no entanto, os advogados terão que comprovar a integridade do material.

Entre os senadores, o placar para a derrubada foi de 50 votos a 6. Os vetos já haviam sido rejeitados pela Câmara no mês passado.

A lei foi elaborada após sugestões do ex-ministro Sergio Moro e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e entrou em vigor no início de 2020. Faltava, ainda, a análise do Congresso sobre os trechos vetados por Bolsonaro.

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Política Nacional

CPI da Covid: Oposição quer quebra de sigilos e convocação de Guedes e Pazuello

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Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid
Roque de Sá/Agência Senado

Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid

A CPI da Covid-19, que deve ser instalada na próxima semana com Renan Calheiros (MDB-AL) como relator, pode ter os atuais ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Queiroga, e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como os primeiros convocados a prestar depoimento. Este é o desejo da ala independente e de oposição ao governo.

Segundo informações da Reuters, a oposição avalia, ainda, quebrar sigilos de autoridades durante as investigações. O roteiro, elaborado pela equipe do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), informa que senadores pretendem avaliar as ações do governo federal em relação ao pagamento do auxílio emergencial e outras medidas econômicas para conter a pandemia de coronavírus. 

Pazuello é um dos principais alvos da ala na CPI. Entre os principais questionamentos que o general deve responder estão o colapso do oxigênio ocorrido no estado do Amazonas no início do ano e o uso de dinheiro público para comprar medicamentos comprovadamente ineficazes, como a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Já o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve explicar a falta de medicamentos utilizados na intubação de pacientes com quadros graves de Covid-19, além da demora na compra de vacinas e da falta de campanhas a favor de medidas de distanciamento social.

“A atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito de acordo com as diretrizes indicadas no presente plano de trabalho será de importância fundamental para a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados, bem como para o exame acerca da licitude do emprego de verbas federais pelos demais entes federativos”, diz o plano.

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