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Anvisa alerta gestantes sobre risco de medicamento usado para náuseas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre o uso de medicamentos para náuseas para gestantes contendo a substância ondansetrona – por risco de má-formação orofacial, como lábio leporino. A agência está recomendando cautela na prescrição dos medicamentos, após a divulgação de estudos que apontaram aumento de casos.

Essas pesquisas fizeram a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (Aemps) proibir o uso da substância durante a gravidez. Entidades médicas da área de ginecologia e obstetrícia dizem que o risco é considerado baixo e afirmam que a indicação deve ser feita quando outras medidas não tiverem sucesso. O informe da Anvisa foi dado no dia 2 e diz que os cuidados com a indicação devem ser feitos principalmente no primeiro trimestre da gravidez. A agência faz investigações sobre a situação. “Após a conclusão, há a possibilidade de contraindicar o uso desse medicamento por mulheres grávidas”, informa. O órgão recomenda ainda que mulheres em idade fértil que fazem uso da medicação sejam orientadas a utilizar métodos contraceptivos eficazes.

A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) se manifestou sobre o tema e disse que medicamentos com a substância se mostraram mais eficazes e com menos efeitos colaterais. Presidente da Comissão Nacional Especializada em Assistência Pré-Natal da entidade, Olímpio Barbosa de Moraes Filho classificou o risco como “irrisório” e disse que a pesquisa é controversa. “A diferença é de três casos e é um estudo retrospectivo, então, é questionável.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Preço das carnes caem e inflação de janeiro é a menor para o mês desde 1995

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, ficou em 0,21% em janeiro deste ano, de acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994.

A taxa é inferior ao resultado de 1,15% de dezembro, mês imediatamente anterior, e ao de 0,32% de janeiro de 2019. A inflação medida pelo IPCA acumula taxas de 4,19% em 12 meses, abaixo dos 4,31% registrados nos 12 meses anteriores.

Segundo o IBGE, uma das principais razões para o resultado foi a queda dos preços das carnes . Após alta de 18,06% em dezembro, houve recuo de 4,03% no mês seguinte. O segmento alimentação e bebidas teve uma alta de 0,39% em janeiro, impactando em 0,07 ponto porcentual no IPCA do mês. Em dezembro, a alta havia sido de 3,38%.

Para controlar a inflação, uma das armas usadas é a taxa básica de juros, a Selic . Quando os preços estão mais altos, usualmente a taxa também sobe. Quando a inflação está controlada, os juros costumam cair, buscando incentivar o consumo. No momento, a taxa básica está no menor nível da história, de 4,25% ao ano, após nova redução na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que aconteceu nesta semana.

Fonte:BrasilEconômico 

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31 milhões de pessoas ainda não fizeram o saque imediato do FGTS

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Ao todo, cerca de 5,8 milhões de trabalhadores foram contemplados
Gabriel Guedes/Brasil Econômico

Ao todo, cerca de 5,8 milhões de trabalhadores foram contemplados

A Caixa Econômica Federal informou, no fim de janeiro que pagou mais de R$ 1,5 bilhão de saque imediato complementar referente às contas de FGTS que tinham saldo de até R$ 998, em 24 de julho de 2019. Ao todo, cerca de 5,8 milhões de trabalhadores foram contemplados.

O contingente representa 58% dos 10,2 milhões que têm direito ao complemento . Ou seja, outros 42% trabalhadores ainda não retiraram o dinheiro. Segundo a instituição financeira, o total de recursos disponíveis, neste caso, chega a R$ 2,6 bilhões.

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Ao todo, o saque imediato do FGTS já pagou mais de R$ 26,9 bilhões para cerca de 58 milhões de trabalhadores, mas 31 milhões de pessoas ainda não retiraram a quantia. O número representa cerca de 60% dos 96 milhões de trabalhadores que podem retirar os R$ 42,6 bilhões previstos.

O saque imediato do FGTS poderá ser feito até o dia 31 de março de 2020. Após este prazo, o trabalhador somente conseguirá sacar recursos do Fundo de Garantia nas condições previstas em lei, como aposentadoria, doença grave, demissão sem justa causa e compra da casa própria, entre outras.

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O prazo limite de 31 de março de 2020 vale tanto para o saque de até R$ 500 (válido para os trabalhadores com saldos maiores) quanto para o valor de até R$ 998 (para quem tinha até um salário mínimo na conta, podendo retirar mais R$ 498, se tiver sacado R$ 500 inicialmente). Caso o saque não seja feito até a data, os valores retornarão para as contas vinculadas do FGTS, com a devida atualização monetária e os juros correspondentes ao período em que estiveram disponíveis para saque.

Os clientes da Caixa que têm caderneta de poupança e não quiserem fazer a retirada do dinheiro têm até o dia 30 de abril para informar ao banco que preferem manter o dinheiro no Fundo de Garantia. Nesse caso, mesmo que o crédito tenha sido feito na conta, a Caixa tem até 60 dias para retornar os valores para a conta vinculada de FGTS.

Saque de R$ 998

Em dezembro, o governo sancionou a lei aprovada pelo Congresso Nacional que autorizava o aumento no valor do saque imediato de R$ 500 para R$ 998, mas apenas para os trabalhadores que tinham até um salário mínimo na conta vinculada do Fundo de Garantia no dia 24 de julho de 2019 — data da publicação da Medida Provisória (MP) que instituiu o pagamento do saque imediato.

A Caixa liberou esse complemento de saque a partir do dia 20 de dezembro para todos os trabalhadores, incluindo aqueles que já haviam sacado os R$ 500.

Fonte: IG Economia
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